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PRODUÇÃO INDUSTRIAL REGISTRA 4ª ALTA SEGUIDA E CRESCE 3,2%

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Empresa RANDON. Fabricação de semi-reboque tanque de combustível.
Caxias do Sul 24.04.2006 - Foto Miguel Angelo
Empresa RANDON. Fabricação de semi-reboque tanque de combustível. Caxias do Sul 24.04.2006 - Foto Miguel Angelo - Foto: Foto: CNI/Miguel Ângelo

A produção industrial brasileira cresceu 3,2% em agosto frente a julho, registrando o quarto mês de recuperação, embora ainda sem atingir o patamar anterior ao colapso causado pela pandemia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta sexta-feira, 2.

Após crescer 8,7% em maio, 9,7% em junho, 8,3% em julho e 3,2% em agosto, sempre na comparação com os meses imediatamente anteriores, a indústria permanece 2,6% abaixo do nível que registrava em fevereiro, antes do início das medidas de isolamento social, de acordo com os dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF).

Frente ao mesmo mês do ano passado, o índice de agosto de 2020 registra queda de 2,7%, sendo a décima retração consecutiva nessa comparação. Nos primeiros oito meses do ano, a queda é de 8,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os números são altos. Entre maio e agosto, a produção de bens de capital cresceu 76,4%, a de bens intermediários 25,2%,além de que bens de consumo semiduráveis ou perecíveis registrou aumento de 25%. Mas nos primeiros oito meses do ano - período que considera todo o impacto da pandemia - todos esses setores ainda mostram grandes retrocessos, de 20,2%, 4,2% e 9%, respectivamente.

Após uma retração da indústria, a produção de automóveis cresceu 901,6% entre maio e agosto, mas ainda registra perda de 22,4% em relação ao nível de fevereiro.

Foto: CNI/Miguel Ângelo

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