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BOLSONARO DIZ QUE NÃO PODERÁ CONTINUAR PAGANDO AUXÍLIO EMERGENCIAL POR MUITO TEMPO

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Presidente Jair Bolsonaro durante entrevista coletiva sobre a pandemia de coronavirus, com ministros, Sérgio Moro, Paulo Guedes, Henrique Mandetta e ministros ligados a pandemia, no Palácio do Planalto. Sérgio Lima/Poder360 18.mar.2020
Presidente Jair Bolsonaro durante entrevista coletiva sobre a pandemia de coronavirus, com ministros, Sérgio Moro, Paulo Guedes, Henrique Mandetta e ministros ligados a pandemia, no Palácio do Planalto. Sérgio Lima/Poder360 18.mar.2020 - Foto: Foto: Sérgio Lima

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã de hoje (5), em conversa com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, que o governo federal não poderá continuar pagando o auxílio emergencial por muito tempo porque "a economia tem que funcionar", e o benefício custa R$ 50 bilhões por mês aos cofres públicos. Ele voltou a fazer críticas a "alguns governadores", sem citar nomes, por manterem "tudo fechado" para enfrentar a pandemia do novo coronavírus.

A declaração ocorreu depois que um apoiador agradeceu o presidente pelo auxílio emergencial de R$ 600. "Começou a pagar a quarta parcela e tem a quinta. Não dá para continuar muito, porque por mês custa R$ 50 bilhões. A economia tem que funcionar. E alguns governadores, alguns governadores teimam ainda em manter tudo fechado", disse Bolsonaro.

Integrantes do governo cogitam ampliar o auxílio emergencial até dezembro deste ano, diante das incertezas em relação à duração dos efeitos da pandemia sobre a economia. Porém, auxiliares do ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmam que o valor das parcelas adicionais teria de ser inferior aos atuais R$ 600, devido à falta de recursos no Orçamento.

Foto: divulgação

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