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BRASIL TEVE MÉDIA DE 1.055 MORTES POR DIA NA SEMANA

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A man wearing a face mask as a precautionary measure against the spread of the new coronavirus, COVID-19, arrives during rush hour at Rio de Janeiro's Central train station, in Brazil, on March 16, 2020. (Photo by Carl DE SOUZA / AFP)
A man wearing a face mask as a precautionary measure against the spread of the new coronavirus, COVID-19, arrives during rush hour at Rio de Janeiro's Central train station, in Brazil, on March 16, 2020. (Photo by Carl DE SOUZA / AFP) - Foto: AFP

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h deste domingo (19). O país registrou 716 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 79.533 óbitos. Com isso, a média móvel de novas mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 1.055 óbitos, uma variação de +3% em relação aos dados registrados em 14 dias. Sobre os infectados, já são 2.099.896 brasileiros com o novo coronavírus, 24.650 confirmados no último dia. A média móvel de casos foi de 33.389 por dia, uma variação de -9% em relação aos casos registrados em 14 dias.

No total, oito estados apresentaram alta de mortes: PR, RS, SC, MG, GO, MS, PA e TO.

  • Total de mortes: 79.533
  • Mortes em 24 horas: 716
  • Média de novas mortes nos últimos 7 dias: 1.055 por dia (variação em 14 dias: +3%)
  • Total de casos confirmados: 2.099.896
  • Casos confirmados em 24 horas: 24.650

Estados

  • Subindo: PR, RS, SC, MG, GO, MS, PA e TO
  • Em estabilidade: ES, SP, DF, MT, AC, AP, AL, BA, MA, PB, PE e PI
  • Em queda: RJ, AM, RR, CE, RN e SE

O estado de Rondônia não divulgou os dados até as 20h. Também não divulgou seus dados no sábado (18). Considerando os dados até as 20h de sexta (17), estava em estabilidade (+10%). Essa comparação leva em conta a média de mortes nos últimos 7 dias até a publicação deste balanço em relação à média registrada duas semanas atrás (entenda os critérios usados pelo G1 para analisar as tendências da pandemia).

Foto: divulgação

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