Sol -° | Salvador
lupa
DESTAQUE DO DIA

SENADO PODE VOTAR HOJE O PL DAS FAKE NEWS

Compartilhe a matéria

Facebook
Whatsapp
Twitter
icone do google Siga o Bahia Econômica
Sessão Deliberativa Remota (SDR) do Senado Federal realizada a partir da sala de controle da Secretaria de Tecnologia da Informação (Prodasen). Ordem do dia.

Na pauta, proposta de inclusão da covid-19 em seguros de vida e prorrogação de crédito rural, além de duas autorizações para contratação de crédito internacional.

Senadora Leila Barros (PSB-DF) em pronunciamento via videoconferência.

Participam: 
2º suplente de secretário da Mesa Diretora do Senado Federal, senador Weverton (PDT-MA);
presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). 

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
Sessão Deliberativa Remota (SDR) do Senado Federal realizada a partir da sala de controle da Secretaria de Tecnologia da Informação (Prodasen). Ordem do dia. Na pauta, proposta de inclusão da covid-19 em seguros de vida e prorrogação de crédito rural, além de duas autorizações para contratação de crédito internacional. Senadora Leila Barros (PSB-DF) em pronunciamento via videoconferência. Participam: 2º suplente de secretário da Mesa Diretora do Senado Federal, senador Weverton (PDT-MA); presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado - Foto: Jefferson Rudy

Está na pauta da sessão remota do Senado desta terça-feira (2) o Projeto de Lei (PL) 2.630/2020, conhecido como PL das Fake News, que tem por objetivo combater notícias falsas. De autoria do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), o mesmo texto tramita na Câmara dos Deputados assinado pelos deputados Tabata Amaral (PDT-SP) e Felipe Rigoni (PSB-ES).

Segundo a Agência Brasil, a proposta foi alvo de muitos ataques nas redes sociais nos últimos dias. O principal argumento de quem é contrário ao projeto é de que ele abre caminho para que as redes sociais virem plataformas de censura. “É um projeto de lei que enfrentou uma intensa campanha de desinformação. As pessoas postaram vídeos e mensagens enlouquecidas, alegando que o projeto promovia a censura e atendia a uma conspiração global comunista. Isso não é verdade”, defendeu o senador Alessandro Vieira.

Após pressão de ativistas de direitos digitais, das próprias plataformas e de parlamentaras que apoiam o governo do presidente Jair Bolsonaro, o texto original foi reformulado e o enfoque à desinformação, retirado. A nova versão apresentada ontem (1), ao relator na Casa, senador Ângelo Coronel (PSD-BA), que também conduz a CPMI das Fake News, se limita a trazer obrigações para os sites serem mais transparentes e darem ênfase às ferramentas usadas para espalhar notícias falsas. Coronel pode ou não acatar essas modificações.

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Mais lidas

seta para cima