EPIs: BAHIA ADOTA REGRAS MAIS RÍGIDAS APÓS DECISÃO DA ANVISA

Foto: Andréa Rêgo Barros/Prefeitura de RecifeO Governo da adotou critérios mais rígidos para as aquisições de máscaras cirúrgicas, respiradores particulados, vestimentas hospitalares descartáveis, ventiladores pulmonares, dentre outros itens essenciais para os serviços de saúde. A publicação foi feita no Diário Oficial do Estado no último sábado (9).
A decisão foi tomada após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), na resolução 379 de 30 de abril, permitir que a fabricação, importação e aquisição de insumos prioritários no combate a Covid-19 sejam dispensadas de autorização de funcionamento de empresa, da notificação à Anvisa, bem como de outras autorizações sanitárias.
“Não se pode permitir, sob risco à saúde pública, que empresas vendam qualquer tipo de produto para os governos, sobretudo em uso hospitalar, sem que existam análises técnicas prévias da sua qualidade. E é justamente isso que a resolução da Anvisa abre mão”, critica o secretário da saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas.
A portaria publicada pelo secretário da Saúde da Bahia, ratifica que todo processo de aquisição da pasta exigirá o registro na Anvisa ou de congênere internacional. Compreende-se como registro de congênere internacional, a certificação por meio de agência regulatória em saúde internacional membro do International Medical Device Regulators Forum (IMDRF). “Isso evita que alguma instituição de saúde acabe, inadvertidamente e devido à urgência do momento, importando e/ou adquirindo EPIs de baixa qualidade, sem dar tanta atenção à origem dos dispositivos”, explica o secretário.
Foto: Andréa Rêgo Barros/Prefeitura de Recife



