Sol -° | Salvador
lupa
DESTAQUE DO DIA

ECONOMIA CHINESA ENCOLHE 6,8% NO PRIMEIRO TRIMESTRE

Compartilhe a matéria

Facebook
Whatsapp
Twitter
icone do google Siga o Bahia Econômica
NEW YORK, NY - JUNE 21: Traders work on the floor of the New York Stock Exchange on June 21, 2012 in New York City. As signs that the global economy may be growing increasingly sluggish, stocks fell on Tuesday with The Dow Jones industrial average losing over 250 points, or 1.96%.   Spencer Platt/Getty Images/AFP
NEW YORK, NY - JUNE 21: Traders work on the floor of the New York Stock Exchange on June 21, 2012 in New York City. As signs that the global economy may be growing increasingly sluggish, stocks fell on Tuesday with The Dow Jones industrial average losing over 250 points, or 1.96%. Spencer Platt/Getty Images/AFP - Foto: AFP

A economia da China encolheu 6,8% no primeiro trimestre em relação aos três primeiros meses do ano passado, a primeira retração desde 1992, quando começaram a ser registrados os desempenhos trimestrais do Produto Interno Bruto do país. A queda histórica na segunda maior economia do mundo ocorre após os esforços para conter o coronavírus, que surgiu pela primeira vez na China no final do ano passado, provocando o fechamento de fábricas, transportes e shopping centers.

Em plena propagação mundial do vírus, a China "enfrenta novas dificuldades e desafios para reiniciar a atividade e a produção", disse em entrevista coletiva o porta-voz do Bureau Nacional de Estatísticas Mao Shengyong. Em seu esforço para deter a propagação do vírus, que deixou oficialmente mais de 3.300 mortos no país, a China adotou medidas de confinamento sem precedentes no final de janeiro, o que paralisou a atividade econômica. As vendas no varejo desabaram 15,8% em março em relação ao mesmo período do ano anterior, mas a produção industrial recuou apenas 1,1%.

Nos dois meses precedentes, as vendas no varejo recuaram 20,5% e a produção industrial, 13,5%. Apesar do progresso das condições de saúde nas últimas semanas, milhões de chineses seguem limitados em seus deslocamentos por medo  contrair o novo coronavírus. Entre abril e junho, a previsão é que a China volte a crescer, após registrar no primeiro trimestre sua "desaceleração mais severa desde a revolução cultural", que terminou em 1976, avalia o analista Julian Evans-Pritchard, da Capital Economics. Mas isto não significa o fim dos problemas, adverte Evans-Pritchard: haverá aumento do desemprego, fraca demanda interna e condições econômicas difíceis no exterior que provocarão a queda nas exportações.

Foto: divulgação

Mais lidas

seta para cima