Sol -° | Salvador
lupa
DESTAQUE DO DIA

MOURÃO ADMITE ACEITAR AJUDA FINANCEIRA PARA AMAZÔNIA

Compartilhe a matéria

Facebook
Whatsapp
Twitter
icone do google Siga o Bahia Econômica
SP - REFORMA/PREVIDÊNCIA/PAULO SKAF - ECONOMIA - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participa de reunião com diretores da   Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), presidente de sindicatos e   empresários de diversas áreas, na sede da Federação, no centro da capital paulista, nesta   terça-feira (26). Mourão foi recebido pelo Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que declarou   apoio ao governo de Jair Bolsonaro para aprovar a Reforma da Previdência e outras   mudanças, como a reforma tributária.   26/03/2019 - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO
SP - REFORMA/PREVIDÊNCIA/PAULO SKAF - ECONOMIA - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participa de reunião com diretores da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), presidente de sindicatos e empresários de diversas áreas, na sede da Federação, no centro da capital paulista, nesta terça-feira (26). Mourão foi recebido pelo Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que declarou apoio ao governo de Jair Bolsonaro para aprovar a Reforma da Previdência e outras mudanças, como a reforma tributária. 26/03/2019 - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO - Foto: ESTADÃO CONTEÚDO

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, admitiu nesta quinta-feira pedir dinheiro para países ricos para financiar projetos para a proteção da Amazônia. Em agosto, o governo rejeitou oferta de US$ 20 milhões dos países do G7 (Estados Unidos, França, Reino Unido, Alemanha, Japão, Itália e Canadá) para ajudar no combate às queimadas na Amazônia. “Rejeitou, mas depois eu vou lá com a cara de pau e peço”, disse Mourão em entrevista à GloboNews, completando: “Quando você vai receber o dinheiro do exterior, tem limite. Seu livre arbítrio tem que ser respeitado”.

Em agosto do ano passado, o Ministério do Meio Ambiente da Alemanha decidiu suspender o repasse de R$ 155 milhões para a preservação da floresta e da biodiversidade em razão do aumento dos índices de desmatamento na região. A Noruega também bloqueou repasse de R$ 132,6 milhões para o Fundo Amazônia. Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, em entrevista à imprensa, que a Noruega deveria usar o dinheiro para reflorestar a Alemanha.

Bolsonaro anunciou na terça-feira a criação da Força Nacional Ambiental, que terá como objetivo proteger a Floresta Amazônica. De acordo com Bolsonaro, o órgão terá funcionamento semelhante ao da Força Nacional de Segurança Pública, composta por policiais militares e civis e por bombeiros, entre outros profissionais de segurança. Bolsonaro também anunciou a criação do Conselho da Amazônia, que será comandado por Hamilton Mourão. Ele deverá coordenar ações de vários ministérios para a "proteção, defesa e desenvolvimento sustentável da Amazônia". Mourão irá utilizar a estrutura da própria vice-presidência.

À GloboNews, Mourão disse que o novo cargo que ocupará não vai criar qualquer mal estar com o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. “O espaço do Ricardo está muito bem preservado”.

Foto: divulgação

Mais lidas

seta para cima