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MOURÃO CRITICA ESQUERDA E COMENTA IMPEACHMENT EM DILMA

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SP - REFORMA/PREVIDÊNCIA/PAULO SKAF - ECONOMIA - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participa de reunião com diretores da   Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), presidente de sindicatos e   empresários de diversas áreas, na sede da Federação, no centro da capital paulista, nesta   terça-feira (26). Mourão foi recebido pelo Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que declarou   apoio ao governo de Jair Bolsonaro para aprovar a Reforma da Previdência e outras   mudanças, como a reforma tributária.   26/03/2019 - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO
SP - REFORMA/PREVIDÊNCIA/PAULO SKAF - ECONOMIA - O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, participa de reunião com diretores da Federação da Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), presidente de sindicatos e empresários de diversas áreas, na sede da Federação, no centro da capital paulista, nesta terça-feira (26). Mourão foi recebido pelo Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, que declarou apoio ao governo de Jair Bolsonaro para aprovar a Reforma da Previdência e outras mudanças, como a reforma tributária. 26/03/2019 - Foto: NILTON FUKUDA/ESTADÃO CONTEÚDO - Foto: ESTADÃO CONTEÚDO

Durante a palestra no Teatro Sesc Casa do Comércio, em Salvador, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), criticou o populismo que, segundo ele, causou a corrupção no país, se referindo aos governos Lula e Dilma. “O populismo planta hoje uma mentira doce para depois colher a verdade amarga. As desonerações, a redução de juros por decreto, os subsídios e os implícitos, que é dinheiro entregue na mão do BNDES. Esse recurso tomado a 15% no mercado e emprestado a meia-dúzia para os campeões nacionais[termo utilizado para empresas que ganharam gordos empréstimos do BNDES]”, disse.

Mourão ainda atribuiu o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) à “portabilidade criativa que levou atraso dos pagamentos”. “Uso dos bancos estatais para cobrir e maquiar o déficit fiscal, aumentado a dívida pública e as famosas pedaladas. Esse pacote deixou na seguinte situação: Estamos no sexto ano no vermelho”, explicou, ao fazer palestra sobre "Brasil: futuro econômico", contou.

Foto: divulgação

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