PREFEITURA LICITA ADMINISTRAÇÃO DE UNIDADES DE SAÚDE POR QUASE R$ 8 MILHÕES

BRASÍLIA, DF, BRASIL, 08.03.2018 : RODRIGO-MAIA - O presidente da CâmO prefeito de Salvador, ACM Neto - Convenção do DEM (Democratas) realizado no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). O DEM lançou o prefeito de Salvador, ACM Neto (Antonio Carlos Magalhães Neto), à presidência do partido e o deputado Rodrigo Maia pré-candidato à Presidência da República. (Foto: (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress) - Foto: BRASÃLIA, DF, BRASIL, 08.03.2018 : RODRIGO-MAIA - O presidente da CâmO prefeito de Salvador, ACM Neto - Convenção do DEM (Democratas) realizado no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em BrasÃlia (DF). O DEM lançou o prefeito de Salv...A Prefeitura de Salvador contratou hoje (3) a empresa que irá administrar unidades de saúde antes geridas pelo Instituto Médico de Gestão Integrada (Imegi) - alvo da Polícia Federal em março deste ano. Conforme o Diário Oficial, a Associação de Proteção à Maternidade e Infância de Ubaíra irá administrar o Multicentro de Saúde Carlos Gomes. A empresa receberá R$ 4,2 milhões. Já o Multicentro de Saúde Liberdade Prof. Vezerra Lopes será administrado pela mesma empresa e receberá R$ 3,7 milhões.
Anteriormente, a prefeitura decidiu romper o contrato com o Imegi na UPA de Paripe. A gestão municipal decidiu suspender os pagamentos à empresa. Segundo a portaria, assinada pelo secretário Luiz Antonio Galvão, os valores que constam em nome da empresa serão "redirecionados exclusivamente para o pagamento dos empregados e prestadores de serviços médicos, de enfermagem e similares, ainda que por intermédio de pessoa jurídica".
Em resposta, a Imegi disse que desde janeiro não recebia repasse do Palácio Thomé de Sousa. A operação foi deflagrada no dia 20 de março. Segundo a PF, as licitações eram direcionadas a beneficiar um Instituto contratado, o qual terceirizava, através de contratos superpostos e genéricos, parcelas do serviço a empresas recém constituídas e vinculadas ao próprio Instituto, tudo como mecanismo de retornar os valores das subcontratações em benefício de seus representantes e para suposto pagamento de propina a servidores vinculados à SMS/PMS.



