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GUEDES DIZ QUE GOVERNO NÃO VAI AUMENTAR IMPOSTOS

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The new Brazilian Economy Minister, Paulo Guedes speaks during a ceremony in which he takes office in Brasilia, on January 02, 2019. - Brazl's President Jair Bolsonaro has appointed a free-marketeer, Paulo Guedes, as economy minister to push through reforms to bring down Brazil's swelling debt, mainly through privatizations, tax changes and encouraging foreign investment. (Photo by CARL DE SOUZA / AFP)
The new Brazilian Economy Minister, Paulo Guedes speaks during a ceremony in which he takes office in Brasilia, on January 02, 2019. - Brazl's President Jair Bolsonaro has appointed a free-marketeer, Paulo Guedes, as economy minister to push through reforms to bring down Brazil's swelling debt, mainly through privatizations, tax changes and encouraging foreign investment. (Photo by CARL DE SOUZA / AFP) - Foto: AFP

O ministro da Economia, Paulo Guedes, garantiu que não haverá aumento de impostos, confirmando o posicionamento do presidente Jair Bolsonaro (PSL). A decisão contraria o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, que tinha dito que até os dízimos seriam tributados. “Nós somos liberais e os liberais não aumentam impostos, eles simplificam, reduzem ou fazem substituição tributária”, afirmou Guedes ao deixar um restaurante em Brasília, onde almoçou com o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Ele disse que Cintra se referia a um futuro próximo. “Num futuro próximo nós gostaríamos de desonerar totalmente a folha de pagamentos. Nesse esforço de desoneração uma das considerações alternativas é o imposto sobre pagamentos que o Marcos Cintra namora. Eu preferia que ele tivesse falado que os bandidos vão pagar, os traficantes vão pagar. Ele falou logo em igreja, ele deu azar. [Afetará] todo mundo que faça pagamentos. É evidente que as igrejas vão manter a imunidade que tem”, amenizou o ministro.

Ele destacou que a desoneração trará “um choque de empregos”. “Você vai gerar 2, 3, 4, 5 milhões de empregos em 1 ano, um ano e meio”, assegurou. Segundo Guedes, quem decidirá quando o projeto de reforma tributária e o pacto federativo serão enviados ao Congresso será o “timing político”.

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