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DECRETO DA ARMA IGNOROU SETE SUGESTÕES DE MORO, DIZ COLUNA

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O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, fala à imprensa após gravação de campanha, no bairro Jardim Botânico, Rio de Janeiro.
O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, fala à imprensa após gravação de campanha, no bairro Jardim Botânico, Rio de Janeiro. - Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O decreto que flexibiliza a posse de armas, editado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e publicado, tem ao menos sete diferenças em relação à minuta elaborada pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro. Segundo a Coluna do Estadão, embora não tenha dado declarações na cerimônia de assinatura do texto, as divergências teriam chateado o ministro. A sugestão de Moro era mais restritiva: previa a posse para duas armas, e não quatro; não prolongava automaticamente registros já concedidos para dez anos e exigia a comprovação de cofre para artefatos, e não a mera declaração. A publicação afirma ainda que, na versão de Moro, era possível negar o pedido de registro com base em “fundadas suspeitas” de informações falsas ou de ligação com grupos criminosos. No texto final, só é negada a solicitação se houver comprovação desses pontos.

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