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PGR APURA SE ONYX RECEBEU OUTROS R$ 100 MIL POR CAIXA 2

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SAO PAULO - SP / 29.05.2017/ DEBATE CANDIDATOS PROCURADOR-GERAL DA REPUBLICA / NACIONAL
Raquel Elias Ferreira Dogde durante debate dos candidatos a formacao da Lista Triplice para Procurador-Geral da Republica no auditorio da Procuradoria da Republica de Sao Paulo. O debate foi organizado pela Associacao Nacional dos Procuradores da Repubica, ANPR. FOTO AMANDA PEROBELLI/ESTADAO
SAO PAULO - SP / 29.05.2017/ DEBATE CANDIDATOS PROCURADOR-GERAL DA REPUBLICA / NACIONAL Raquel Elias Ferreira Dogde durante debate dos candidatos a formacao da Lista Triplice para Procurador-Geral da Republica no auditorio da Procuradoria da Republica de Sao Paulo. O debate foi organizado pela Associacao Nacional dos Procuradores da Repubica, ANPR. FOTO AMANDA PEROBELLI/ESTADAO - Foto: ESTADAO CONTEUDO

Delatores do grupo J&F entregaram à Procuradoria Geral da República uma planilha que, segundo os colaboradores, comprova que o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), futuro ministro da Casa Civil no governo Jair Bolsonaro, recebeu um segundo repasse de R$ 100 mil por meio de caixa 2 em 2012. A informação foi publicada na edição desta quarta-feira (14) do jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pela TV Globo. Os documentos foram entregues, segundo advogados do grupo J&F, em maio do ano passado e estão sob apuração.

Onyx Lorenzoni se disse um "combatente contra a corrupção" e afirmou que a notícia "requenta uma informação do ano passado". No ano passado, Lorenzoni admitiu ter obtido da empresa, para a campanha de 2014, R$ 100 mil não declarados à Justiça Eleitoral, por meio de caixa dois. Em relação a esse caso, pediu desculpas. Mas o deputado não havia dado informações sobre 2012, ano de eleições municipais e no qual ele não foi candidato.

Segundo o G1, o documento revelado pelo jornal indica o recebimento de outros R$ 100 mil em 2012, quantia sobre a qual o deputado ainda não havia dado informações. Conforme os delatores, o repasse foi feito em 30 de agosto de 2012 em dinheiro vivo. As informações sobre 2012 foram detalhadas pelos delatores Joesley Batista, dono da J&F, Ricardo Saud e Demilton Castro em maio de 2017. A planilha “Doações-2012” foi entregue para confirmar as informações.

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