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ALCKMIN REITERA PROPOSTA PARA REDUZIR NÚMERO DE PARLAMENTARES

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DF - SEGURANÇA PÚBLICA/CARDOZO/SUDESTE  - POLÍTICA - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, discursa na sede do   Ministério da Justiça, em Brasília, nesta quarta-feira. O ministro José   Eduardo Cardozo se reuniu com governadores dos Estados do Sudeste   para discutir  a implementação de uma estrutura permanente para   realizar operações integradas entre as polícias estaduais e federal, com   foco no combate ao crime organizado e à violência.    07/01/2015 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO
DF - SEGURANÇA PÚBLICA/CARDOZO/SUDESTE - POLÍTICA - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, discursa na sede do Ministério da Justiça, em Brasília, nesta quarta-feira. O ministro José Eduardo Cardozo se reuniu com governadores dos Estados do Sudeste para discutir a implementação de uma estrutura permanente para realizar operações integradas entre as polícias estaduais e federal, com foco no combate ao crime organizado e à violência. 07/01/2015 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO - Foto: ESTADÃO CONTEÚDO

O candidato à Presidência da República pelo PSDB, Geraldo Alckmin, voltou a prometer que vai trabalhar pela redução do número de assentos na Câmara e no Senado, mas ressaltou que, para isso, precisará de um "movimento da sociedade civil" para ajudar a convencer os parlamentares da proposta. "Nossa proposta é apertar o cinto do governo para não apertar o cinto do povo, que já está muito sacrificado", disse o tucano após participar de uma celebração do ano novo judaico em uma sinagoga no bairro do Jardins, zona nobre da capital paulista.

Alckmin lembrou ainda que a medida depende do aval de outros Poderes. "O que depender do Executivo, vamos fazer. O que depender do Legislativo e do Judiciário, vamos trabalhar juntos com os outros Poderes. O exemplo tem que vir de cima", disse. Questionado sobre como pretende convencer os partidos do Centrão, que o apoiam na eleição deste ano, o ex-governador disse que "parlamentar nenhum quer contrariar o sentimento do povo". "Pretendo fazer um governo muito perto da população. Se tivermos um grande movimento da sociedade civil, vamos fazer um mutirão, cortar gastos e reduzir despesas, nós vamos melhorar." (Estadão)

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