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FIEB DEFENDE AUMENTO NOS RECURSOS PARA UNIVERSIDADES NO BRASIL

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Salvador, BA, Brasil 04.02.2015.
Presidente da FIEB – Dr. Ricardo Alban
Foto: Valter Pontes/Coperphoto/Sistema FIEB 


Esta fotografia oficial do Sistema FIEB está sendo disponibilizada apenas para publicação por organizações de notícias e assessorias de comunicação ou para impressão de uso pessoal pelo sujeito (s) da fotografia. A fotografia não pode ser manipulada de qualquer maneira e não pode ser utilizada em materiais comerciais ou políticos, anúncios, produtos e promoções. Sendo obrigatória a divulgação do crédito do autor da fotografia junto com a própria imagem.
Salvador, BA, Brasil 04.02.2015. Presidente da FIEB – Dr. Ricardo Alban Foto: Valter Pontes/Coperphoto/Sistema FIEB Esta fotografia oficial do Sistema FIEB está sendo disponibilizada apenas para publicação por organizações de notícias e assessorias de comunicação ou para impressão de uso pessoal pelo sujeito (s) da fotografia. A fotografia não pode ser manipulada de qualquer maneira e não pode ser utilizada em materiais comerciais ou políticos, anúncios, produtos e promoções. Sendo obrigatória a divulgação do crédito do autor da fotografia junto com a própria imagem. - Foto: VALTER PONTES

O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia, Ricardo Alban, criticou o atual momento pelo qual passa o Brasil e citou como exemplo da crise os orçamentos das universidades. “Não tem uma cultura incentivando conhecimento. Nossas universidades, que seriam o celeiro das pesquisas, o grande orçamento é voltado para custeio. O museu que pegou fogo, para a nossa cultura, não tem dado valor em campo nenhum. As pessoas estão ficando a reboque. Reclamar só não adianta nada”, afirmou, em entrevista a Rádio Metrópole.

Alban lembrou ainda de um episódio recente, quando conversou com um estudante que teve que sair do Brasil para ser pesquisador. “Passamos por Nova York e vimos um testemunho de um estudante brasileiro. Ele demonstrando o desânimo em ter que sair do Brasil para poder fazer um curso de pós-graduação. Quem tinha condição ia, e os que não tinham condição ficavam aqui no Brasil, sem opção. Todos concordaram que é uma tristeza e me restou dizer a ele: ‘Eu quero crer que vocês que estão aqui são uma reserva estratégica e técnica para o Brasil. Vivemos um ciclo perverso da economia, da política, e queremos crer que vocês aqui são uma reserva estratégica do que estão ficando lá e estudando para concurso público’”, disse. O momento atual do país, para Alban, faz com que todas as decisões sejam adiadas. "O bom da discussão da política é quem o que vier vai ser mais cobrado do que nunca", acredita.

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