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ESTADO ENTREGA 102 LEITOS NO HOSPITAL ALAYDE COSTA EM SALVADOR

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ESTADO ENTREGA 102 LEITOS NO HOSPITAL ALAYDE COSTA EM SALVADOR

O Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia foi ampliado com a reabertura do Hospital Alayde Costa, localizado no Alto da Terezinha, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, nesta segunda-feira (3). Por meio de parceria com a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), a unidade, que foi reformada e possui 102 leitos, sendo 20 de UTI, deve receber R$ 24,2 milhões, por ano.

O hospital conta com 68 médicos e atenderá pacientes com o perfil de ortopedia e clínica médica de longa permanência, a exemplo de indivíduos que sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC) e não possuem condições sociais ou físicas de serem acompanhados no programa de internação domiciliar. O equipamento também dispõe de um parque de imagem, com raio-x e eco-doppler.

O secretário estadual da Saúde, Fábio Vilas-Boas, explicou que o Hospital Alayde Costa, que estava fechado, já foi uma unidade contratada, pontualmente, pelo Estado, para internar pacientes por longos períodos. De acordo com o gestor, a partir desta nova parceria, a unidade atenderá pacientes em processo de pós-operatório de cirurgias ortopédicas, que, atualmente, são atendidos no Hospital Geral do Estado (HGE) e no Manoel Victorino.  O titular da Sesab destacou ainda que o hospital é 100% regulado, o que significa que os pacientes são atendidos, inicialmente, em outras unidades hospitalares e transferidos para o Alayde Costa.

A unidade representa 300 novos postos de trabalho na capital, entre médicos, enfermeiros e outros profissionais. O Alayde Costa também possui um centro de hemodiálise que atende 260 pacientes, 210 na própria unidade e 50 em casa. Segundo o diretor do hospital, Cesar Filho, a grande conquista da hemodiálise é a possibilidade da não internação. “Pacientes estáveis, que têm condições de estar em casa, vão deixar de ser mantidos em hospitais por falta de unidades de hemodiálise crônica. Aqui, o paciente pode vir, fazer o tratamento e voltar para sua casa. Nos hospitais havia muita gente internada há mais de cinco meses, em condições de alta. Agora, aos poucos, eles vão recebendo alta”.

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