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WAGNER ACIONA FACEBOOK POR 'FAKE NEW' CONTRA SUA CAMPANHA

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BRASÍLIA, DF, 15.10.2015: DILMA-DF – O ministro Jaques Wagner (Casa Civil) no evento onde a presidente Dilma Rousseff recebe para almoço os jogadores da seleção de vôlei de praia masculino e feminino. Eles presentearam a presidente com uma camiseta do uniforme dos jogadores, com o nome da presidente escrito atrás, no Palácio da Alvorada, em Brasília (DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
BRASÍLIA, DF, 15.10.2015: DILMA-DF – O ministro Jaques Wagner (Casa Civil) no evento onde a presidente Dilma Rousseff recebe para almoço os jogadores da seleção de vôlei de praia masculino e feminino. Eles presentearam a presidente com uma camiseta do uniforme dos jogadores, com o nome da presidente escrito atrás, no Palácio da Alvorada, em Brasília (DF). (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress) - Foto: BRASÍLIA, DF, 15.10.2015: DILMA-DF – O ministro Jaques Wagner (Casa Civil) no evento onde a presidente Dilma Rousseff recebe para almoço os jogadores da seleção de vôlei de praia masculino e feminino. Eles presentearam a presidente com uma camiset...

O ex-governador e candidato ao Senado pela Bahia, Jaques Wagner (PT), acionou o Facebook no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). O candidato representou contra a rede social para que a página retire conteúdo da página "Apoiamos a Operação Lava Jato - Juiz Sérgio Moro", por informação que seria inverídica, ou fake news.

Na publicação, é informado que Wagner esteve em shopping center de Salvador, no dia 11 de agosto, oportunidade em que teria sido hostilizado por populares. "Mais que isso, a gravação do vídeo, (...), apresenta, repita-se, palavras como 'ladrão', 'na cadeia' e 'presidiário'. Tudo associado à presença do ex-Governador do Estado da Bahia no recinto e que sequer aparece no vídeo", informa a decisão.

 A defesa de Wagner pediu urgência, para que o Facebook apresente os dados do responsável pela página e a imediata retirada do conteúdo do ar. A juíza auxiliar Gardênia Pereira Duarte determinou a retirada da postagem, com multa de R$ 5 mil, em caso de descumprimento.

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