SOB PRESSÃO, ALCKMIN REVÊ ESTRATÉGIA NAS REDES SOCIAIS

DF - SEGURANÇA PÚBLICA/CARDOZO/SUDESTE - POLÍTICA - O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, discursa na sede do Ministério da Justiça, em Brasília, nesta quarta-feira. O ministro José Eduardo Cardozo se reuniu com governadores dos Estados do Sudeste para discutir a implementação de uma estrutura permanente para realizar operações integradas entre as polícias estaduais e federal, com foco no combate ao crime organizado e à violência. 07/01/2015 - Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO - Foto: ESTADÃO CONTEÚDOAs mais recentes pesquisas sobre a eleição presidencial que mostram Geraldo Alckmin, candidato do PSDB, ainda no patamar de um dígito das intenções de voto pressionam a equipe de comunicação da campanha e causaram a primeira baixa no time do tucano. Responsável pela área digital, o publicitário Marcelo Vitorino foi retirado do cargo na quinta-feira, 23, informa o Estadão.
Tucanos e aliados admitem reservadamente que a campanha ainda não encontrou uma narrativa nas redes sociais para "desconstruir" o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, e alavancar Alckmin. Bolsonaro lidera as sondagens no cenário sem a presença de Luiz Inácio Lula da Silva - condenado e preso na Lava Jato e registrado como candidato do PT.
As redes sociais da campanha tucana serão assumidas pelo jornalista Alexandre Inagaki. A área é considerada elemento-chave na campanha de Alckmin por ser uma arena na qual Bolsonaro tem a presença mais consolidada. No Facebook, por exemplo, o candidato do PSL possui 5,5 milhões de seguidores; Lula tem 3,7 milhões e Alckmin, 912,6 mil.



