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CVM ABRE PROCESSO CONTRA DILMA, PALOCCI E GABRIELLI

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Brazilian former President (2011-2016) Dilma Rousseff speaks during a press conference in Rio de Janeiro, Brazil on March 26, 2018. 
Rousseff called a press conference to speak about the confrontations of opponents Brazilian former President (2003-2011) Luiz Inacio Lula Da Silva faced during his rallies in cities in the southern border with Uruguay. / AFP PHOTO / Mauro Pimentel
Brazilian former President (2011-2016) Dilma Rousseff speaks during a press conference in Rio de Janeiro, Brazil on March 26, 2018. Rousseff called a press conference to speak about the confrontations of opponents Brazilian former President (2003-2011) Luiz Inacio Lula Da Silva faced during his rallies in cities in the southern border with Uruguay. / AFP PHOTO / Mauro Pimentel - Foto: AFP

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) abriu nesta quarta-feira (20) um processo sancionador contra a ex-presidente Dilma Rousseff e mais 11 pessoas para apurar eventuais irregularidades na Petrobras, incluindo as perdas ocasionadas pela compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos.

De acordo com G1, além de Dilma, são alvos do processo Almir Barbassa (ex-diretor de relações com investidores da Petrobras), Antonio Palocci (ex-ministro do governo Dilma), Cláudio Haddad, Fábio Barbosa, Gleuber Vieira, Guilherme Estrella (ex-diretor da Petrobras), Ildo Luís Sauer, Sérgio Gabrielli (ex-presidente da Petrobras), Nestor Cerveró (ex-diretor da Petrobras), Paulo Roberto Costa (ex-diretor da Petrobras) e Renato Duque (ex-diretor da Petrobras).

O processo é oriundo de um inquérito administrativo aberto pela autarquia no final de 2014, após denúncias de irregularidades na compra da refinaria de Pasadena. A Petrobras pagou cerca de US$ 1,2 bilhão por Pasadena, em negócio que envolveu, inicialmente, 50% do ativo, por US$ 360 milhões, em 2005. Na época, Dilma era ministra da Casa Civil do governo Luiz Inácio Lula da Silva e presidente do conselho de administração da Petrobras.

Segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), o conselho da petroleira aprovou a compra de Pasadena com base em critérios antieconômicos que causaram prejuízo de US$ 580 milhões. Em 2014, questionada sobre os problemas na compra de Pasadena, Dilma, então presidente da República, afirmou que recebeu informações incompletas das diretorias da Petrobras, o que a induziu a aprovar o negócio.

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