Saúde / Educação

RECEITA DE PÁSCOA: 7 OPÇÕES SALGADAS PARA SERVIR NO ALMOÇO
RECEITA DE PÁSCOA: 7 OPÇÕES SALGADAS PARA SERVIR NO ALMOÇO

Mal o ano começou e já estamos vendo os mercados e lojas sendo abarrotados de coelhos de pelúcia e ovos de Páscoa. Como a data costuma reunir muitos convidados em casa, separamos 7 receitas com pratos salgados para incrementar a sua mesa.

  1. Bacalhau, batatas e cebolas. Que tal?

Receita irresistível é da chef Lourdes Bottura, do Badebec. Clique neste link e aprenda a fazer esse prato de bacalhau com batatas e cebolas.

  1. Receita: empadão de bacalhau

Que tal variar o almoço de Páscoa e preparar esse prato saboroso? Clique neste link para acessar a receita de empadão de bacalhau.

  1. Moqueca de peixe com tomate e pimentão

Se está sem criatividade para preparar o almoço do feriado? Esta receita de moqueca pode ser uma saída ótima. Clique neste link para acessá-la e aprenda a fazer uma moqueca de peixe com tomate e pimentão.

  1. Peixe com batatas calabresa

Prato é alternativa certa para fugir das opções com bacalhau. Clique neste link para acessar a receita de peixe com batatas calabresa.

  1. Torta de cogumelos com alho-poró

Sem glúten, a versão vegetaria do prato é ótima opção para dietas restritivas e cardápio da Sexta-feira Santa. Clique neste link e confira uma receita de torta de cogumelos com alho-poró.

  1. Bolinho de bacalhau

Veja os segredos para acertar no petisco e servi-lo de entrada. Clique neste link e aprenda a fazer bolinho de bacalhau.

  1. Baccala alla vicentina

Receitas de páscoa (Foto: Divulgação)

Receita é da Forneria São Sebastião. Clique neste link e aprenda a fazer baccala alla vicentina para a Páscoa.

Quer acessar mais conteúdos da Casa Vogue? Baixe já o aplicativo Globo Mais. Nele você tem acesso a reportagens exclusivas e às edições das melhores publ

AR-CONDICIONADO PORTÁTIL VALE A PENA? VEJA QUAL APARELHO É MELHOR COMPRAR
AR-CONDICIONADO PORTÁTIL VALE A PENA? VEJA QUAL APARELHO É MELHOR COMPRAR

Comprar um ar-condicionado portátil pode ser uma boa alternativa para garantir um ambiente fresco e confortável em sua casa durante as altas temperaturas no verão. Esses aparelhos evitam mudanças na estrutura da casa e são úteis para quem viaja muito. No entanto, apesar de serem considerados portáteis, esses modelos são pesados, chegando a ter 30 kg.

Nesse caso, o usuário que busca um produto com mobilidade, pode comprar um climatizador de ar pessoal. Mais leves, eles são mais fáceis de transportar, mas não garantem temperaturas muito baixas, visto que são uma espécie de ventilador com reservatório d’água. Já quem está disposto a investir em um ar-condicionado mais tradicional pode apostar em um modelo com Wi-Fi, que pode ser controlado à distância e ainda ajuda na economia de energia elétrica. A seguir, o TechTudo explica a diferença entre os aparelhos para te ajudar a decidir qual é a melhor forma de refrescar o ambiente.

Os ar-condicionados portáteis são mais compactos e permitem maior mobilidade, já que podem ser transportados de um cômodo para outro. Esses modelos dispensam a necessidade de obras ou instalações mais complexas dentro de casa. Outro ponto interessante é a questão da voltagem: muitos modelos tradicionais funcionam a 220 V. Caso você more em uma cidade com voltagem estabelecida em 110 V, provavelmente vai precisar mexer na parte elétrica da casa. Então, um ar-condicionado portátil acaba sendo uma solução prática e barata.

Apesar disso, nem todos são leves. Um modelo de 12 mil BTUs, por exemplo, pode chegar a pesar pesar de 30 a 40 kg. Os portáteis exigem ainda o uso de um tubo extensor para a saída do ar quente, que deve ser posicionado na janela. Outra desvantagem é o aspecto visual, já que a aparência pode não ser tão agradável com um duto de aproximadamente 14 cm de circunferência saindo pela janela.

O acessório também costuma ser curto, medindo em média dois metros. Ou seja, o aparelho portátil precisa estar, necessariamente, a poucos metros da janela. Vale ressaltar que improvisar uma extensão para esse tubo não é uma boa opção, já que isso pode exigir mais força do aparelho e até danificá-lo.

Uma vez posicionado, o problema passa a ser outro: o duto tem saída circular. As empresas oferecem um suporte de régua para isolar o ar de fora, mas esse sistema só funciona com janelas de correr. Portanto, dependendo da estrutura do ambiente, a versão portátil não será tão eficiente, já que o ar quente volta facilmente se não estiver isolado.

Outra questão é o baixo rendimento se comparado aos modelos tradicionais. O eletrodoméstico ligado gera calor também no ambiente em que está, exigindo mais força para chegar à temperatura programada. Portanto, toda a energia consumida pelo ar está dentro do cômodo, gerando 30% mais calor a ser resfriado, tornando sua eficiência menor.

CABO HDMI 4K É REALMENTE NECESSÁRIO? SAIBA PARA QUE SERVE CADA TIPO
CABO HDMI 4K É REALMENTE NECESSÁRIO? SAIBA PARA QUE SERVE CADA TIPO

Ao comprar uma TV 4K ou dispositivos com suporte à resolução UHD, o usuário pode ter uma dúvida a respeito de qual HDMI usar. Essa questão depende do tipo de cabo disponível e do conteúdo a ser reproduzido nos aparelhos. Embora não existam cabos HDMI 4K, talvez seja interessante investir em um modelo com especificação Premium High Speed para ter o melhor que os produtos têm a oferecer, já que o padrão tem diversos recursos escondidos. Além do número de pixels na tela, a escolha de um bom cabo pode ser determinante na hora de usar recursos como o HDR em filmes e jogos, por exemplo. Confira a seguir as principais diferenças entre os diferentes tipos de HDMI e saiba como descobrir qual deles é o melhor para atender às suas necessidades.

Qual a diferença entre os tipos de cabos?

A única diferença que pode existir entre cabos HDMI diz respeito ao padrão. Há modelos Standard Speed (velocidade padrão), que chegam apenas à resolução 1080i, ficando abaixo do Full HD, e os High Speed (alta velocidade) com ou sem Ethernet, que chegam ao 4K em 30 Hz. Também é possível encontrar os padrões Premium High Speed e Ultra High Speed, ambos com largura de banda maior e capacidade para atingir resoluções mais altas.

O importante aqui é que você tenha em mente que, dos quatro padrões possíveis, apenas o Standard não funciona para o 4K. E, dos outros três, apenas as classificações Premium High Speed e Ultra High Speed operam com largura de banda suficiente para dar conta não apenas do 4K em si, mas também de tecnologias de imagem como o HDR ou Dolby Vision. Note que essas classificações não devem implicar em falta de suporte às tecnologias ARC ou HDMI-CEC. Outras definições, como HDMI Tipo A, B, C e D são referentes aos conectores de diferentes tamanhos, mais ou menos como o microUSB e o USB-C são referentes a portas USB de diferentes formatos.

Como identificar os cabos?

Em geral, você encontra dados e especificações técnicas, como o padrão High Speed ou Standard, impressos na extensão do revestimento do fio (ou na caixa do produto). Na foto acima, usamos o cabo original da primeira versão do PlayStation 4, que é do tipo High Speed. Esse modelo deve dar conta de conteúdos em resolução 4K, mas suporte ao HDR pode ser incerto. É possível que esse tipo de informação esteja ausente, apagada ou simplesmente não tenha sido impressa no material. Nesse caso, é necessário testar o cabo para saber seu tipo. Para isso, basta ligar algum dispositivo ao televisor ou monitor e usar as funções do aparelho para detectar a que resolução o conteúdo está chegando à TV.

E os cabos HDMI 4K?

A chegada do 4K e o surgimento de novos padrões HDMI (como o 2.0 em substituição ao 1.4b) levaram à oferta de cabos “HDMI 4K”, “HDMI 2.0”, entre outros. Nenhuma dessas classificações existe na prática e são apenas uma estratégia de marketing por parte das fabricantes. O que existe de fato são diferenças entre as entradas HDMI, que, de acordo com sua geração, oferecem limites diferentes. O HDMI 1.4b, por exemplo, é muito comum e chega à resolução 4K a 60 Hz. Para 4K com HDR a 60 Hz, você precisa de equipamentos que tenham interface HDMI 2.0 ou superior. Mais uma vez, o exemplo do USB pode ajudar: a porta USB 2.0 é igual à 3.0, mas as velocidades são diferentes, desde que você use equipamentos compatíveis. A partir dessa evolução natural surgem nomes como HDMI 2.0, 4K ou HDR.

Em geral, qualquer cabo HDMI comprado depois de 2009, ano da introdução do HDMI 1.4b que suporta a resolução 4K, deve atender suas necessidades quanto à transmissão nessa resolução. O HDR, por sua vez, demanda maior largura de banda do cabo. Modelos mais em conta, mesmo capazes de transmitir o 4K, podem ter limitações em relação à tecnologia. Outras restrições, como múltiplos canais de áudio, telas, entre outras demandas mais específicas, também dependem de cabos com especificações melhores, como os Premium e Ultra High.

É necessário comprar outro cabo?

Investir em um cabo HDMI novo vai ser importante se, por acaso, você estiver usando um modelo Standard Speed, que como discutimos anteriormente chega apenas à resolução máxima de 1080i.

Outra situação que pode acabar indicando a necessidade de investir em outro cabo é alguma percepção de qualidade de imagem inferior, ou também caso sua TV não permita a ativação do HDR em conjunto com algum dispositivo compatível. Situações como essa, em que um reprodutor de mídia não permite o acionamento do HDR, podem indicar que o cabo tem largura de banda insuficiente. Se qualquer forma, é importante testar o que já se tem em casa antes de comprar um cabo novo.

Caso você tenha um cabo Standard, ou então seu cabo HDMI seja High Speed – e insuficiente para dar conta do HDR –, é hora de comprar um cabo novo. Primeiro, é importante que o produto a ser adquirito traz certificação Premium ou Ultra HIgh Speed, já que esses são os padrões que oferecem suporte ao 4K e ao HDR e podem funcionar por muito tempo.

Fique atento a produtos que ocultam suas especificações reais: isso pode indicar um cabo de menor qualidade e que não fui submetido aos testes de homologação oficiais do consórcio que define a implementação da tecnologia. Também é possível que o fabricante exiba as especificações de acordo com a largura de banda de cada classificação. Nesse caso, fique de olho nos valores:

High Speed: um cabo High Speed terá banda de 10,2 Gb/s (gigabits por segundo, que você também encontra como “Gbps”). Também vale procurar por cabos de fabricantes mais conhecidos e que tenham características relevantes, como conectores revestidos em ouro para melhor transmissão e a extensão necessária que você precisa. Essa dica é interessante para evitar cabos muito longos, que podem representar perda de qualidade no sinal.

Em uma busca simples na Internet, é possível encontrar cabos HDMI tipo Premium High Speed de diversas marcas diferentes, alguns com preços de R$ 12 a R$ 15. Entretanto, há cabos que usam e abusam de termos como “2.0”, “4K HDR” e chegam aos R$ 65, embora tenham rigorosamente as mesmas especificações Premium dos modelos mais em conta. Alguns desses cabos mais caros apresentam vantagens que podem ser interessantes, como revestimento mais resistente e até garantia de três anos.

GALAXY J8 VS MOTO G6 PLUS: COMPARE PREÇO E FICHA TÉCNICA
GALAXY J8 VS MOTO G6 PLUS: COMPARE PREÇO E FICHA TÉCNICA

O Galaxy J8 foi um dos celulares mais pesquisados pelos consumidores nas primeiras semanas de janeiro, segundo o comparador Zoom. Com ficha técnica intermediária que inclui processador octa-core e memória RAM de 4 GB, o smartphone da Samsung tem como um dos principais concorrentes o Moto G6 Plus, o membro mais avançado da linha Moto G em 2018, da Motorola. Ambos compartilham recursos premium, como tela com bordas finas e câmera dupla. Confira, no comparativo abaixo, as principais diferenças e semelhantes. Enquanto o Galaxy J8 pode ser encontrado a partir de R$ 1.190 no comércio eletrônico, o Moto G6 Plus está à venda na faixa de R$ 1.520, a depender da oferta do dia.

Tela e design

Os dois smartphones trazem um design contemporâneo, com tela com bordas reduzidas e corpo mais alongado. A principal diferença está na posição do leitor de impressão digital, na traseira no Galaxy J8 e na parte frontal no Moto G6 Plus. Os displays têm praticamente o mesmo tamanho, mas com resoluções consideravelmente distintas. Enquanto o Moto G6 Plus traz visor de 5,9 polegadas e resolução Full HD+ (2160 x 1080 pixels), o Galaxy J8 tem 6 polegadas e resolução bastante inferior, apenas HD+ (1480 x 720 pixels). Na prática, isso significa que o Motorola deve exibir imagens com mais definição e riqueza de detalhes. No review do TechTudo, o Moto G6 Plus apresentou um resultado extremamente notável no quesito tela.

Desempenho e armazenamento

No processamento, ambos trazem processadores octa-core e a mesma quantidade de memória RAM, 4 GB. O Moto G6 Plus, entretanto, tende a levar alguma vantagem no desempenho por conta do processador mais avançado, o Snapdragon 630 (octa-core de até 2,2 GHz). Em nossos testes, o desempenho foi um dos pontos positivos. No Galaxy J8, o chip é o Snapgradon 450 (octa-core de até 1,8 GHz). Os dois também contam com 64 GB de armazenamento interno para salvar fotos, vídeos, apps e músicas. É possível expandir este valor em até 256 GB via cartão de memória microSD, vendido separadamente.

Câmeras

Tanto o Moto G6 Plus quanto o Galaxy J8 saem de fábrica com o sistema de câmera dupla na parte traseira, capaz de produzir imagens com o fundo desfocado. No Galaxy, os dois sensores têm 16 e 5 megapixels com aberturas f/1.7 e f/1.8, o que na teoria pode ser melhor para ambientes escuros e à noite. O Moto G6 Plus, por sua vez, tem 12 e 5 megapixels e aberturas de f/1.7 e f/2.2. Nos testes do TechTudo, o aparelho se saiu muito bem sob a luz do sol, mas decepcionou nas imagens noturnas.

Versão do Android

O Android 8 (Oreo) está presente nos dois smartphones de fábrica. O Moto G6 Plus, porém, sai na frente por já estar recebendo a atualização oficial para o Android 9 (Pie), nova versão do sistema operacional da Google. O Galaxy J8 roda o sistema sob a Samsung Experience, interface com design e recursos próprios da fabricante. Já o Moto G6 Plus investe em um software mais próximo a uma experiência original do Android, uma vez que repete alguns aplicativos do Google, como o discador e o de mensagens.

Bateria

A bateria do Moto G6 Plus foi um dos destaques positivos nos testes do TechTudo. Com 3.200 mAh, o telefone permaneceu ligado 17 horas sem precisar da tomada. Vale destacar ainda o carregador TurboPower, que promete 8 horas de carga em apenas 15 minutos. O Galaxy J8, por sua vez, traz um componente de 3.500 mAh. Segundo a Samsung, a capacidade é suficiente para mantê-lo longe das tomadas por até 13 horas usando o 4G.

Recursos adicionais

Os dois telefones trazem saídas convencionais para fone de ouvido (3.5 mm) e contam com a possibilidade de usar dois chips de operadora. O Galaxy J8 se destaca ainda pelo reconhecimento facial, pela Pasta Segura e o Dual Messenger, capaz de rodar dois apps de mensagens simultaneamente. O diferencial do Moto G6 Plus é a TV Digital, capaz de sintonizar os canais abertos brasileiros em alta definição.

Preço e disponibilidade

Lançado por R$ 1.599 em abril de 2018, o Moto G6 Plus teve seu preço levemente reduzido para R$ 1.520 no comércio online. Já o Galaxy J8 chegou ao Brasil em junho do ano passado mais caro, por R$ 1.899. Atualmente, é possível encontrá-lo na faixa de R$ 1.190. Vale lembrar que os valores presentes nesta matéria estão sujeitos a alterações, visto que se referem aos menores preços encontrados pelo comparador até a data de publicação. Moto G6: conheça a ficha técnica e preço dos modelos no Brasil

APRENDA EVITAR O DESPERDÍCIO E TER UMA VIDA MAIS SUSTENTÁVEL
APRENDA EVITAR O DESPERDÍCIO E TER UMA VIDA MAIS SUSTENTÁVEL

O Mais Você desta segunda, 18/2, mostrou como o consumo consciente é um passo importante para criar um mundo com mais qualidade de vida. A paulista Nina Mager, ao longo dos anos, se tornou um exemplo de consumo sustentável. Ela mudou o estilo de vida para comprar apenas produtos naturais ou orgânicos e produzir o mínimo de lixo possível. Uma das ações que ela usa é levar o próprio copo para a lanchonete para evitar o descartável.

Além de levar o próprio copo, Nina também anda com par de talheres e canudinho de metal na bolsa. Lavar louça e tomar banho só com bucha vegetal. Outra dica é preparar o próprio desodorante com água de coco e bicarbonato de sódio. Se você morar em um local onde há dificuldade de encontrar produtos sustentáveis, procure comprar pela internet. Outra solução é olhar os rótulos das embalagens e verificar se são sustentáveis, naturais ou orgânicos, como o xampu e condicionador que Nina usa. As maquiagens também podem ter em seus componentes itens naturais. O mais legal é que todos esses produtos funcionam da mesma forma dos outros tipos que existem no comércio.

Ana Maria Braga também mostrou que a expectativa produção mundial de lixo vai aumentar muito, com 2,2 bilhões de toneladas, segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. As ecobags é uma ótima dica para não usar as sacolinhas plásticas que o comércio disponibiliza. Outra solução legal é o saquinho de tecido furado, que diminui a utilização dos tipos plásticos usados no mercado.

ALERGIA ALIMENTAR EM CRIANÇAS: O QUE VOCÊ PRECISA SABER
ALERGIA ALIMENTAR EM CRIANÇAS: O QUE VOCÊ PRECISA SABER

Os vilões dessas alergias em bebês são as proteínas novas, com as quais eles não estão acostumados. Entre os inimigos, o maior deles é o leite de vaca, responsável pela maioria das reações alérgicas – a tão conhecida APLV, a alergia à proteína do leite de vaca –, seguido pelo ovo, castanhas e soja. Segundo um estudo publicado em 2018 pelo Colégio Americano de Alergia, Asma e Imunologia (Acaai), o leite de vaca é o alérgeno alimentar mais comum em menores de 5 anos.

Não se sabe o que torna esses alimentos mais propícios a causar reações do que os outros.  Mas há pistas: “O crescimento recente se deve, entre outras razões, ao fato de que estamos fazendo uma dieta com menos itens naturais e mais itens industrializados. Isso muda a flora intestinal, o que afeta o sistema imunológico”, diz Pastorino.

Neste tipo de alergia, até o parto pode influenciar. Um levantamento da Universidade de Örebro, na Suécia, indicou um risco 21% maior de o bebê desenvolver alergias alimentares ao nascer de cesárea. A explicação estaria na falta de contato com a flora microbiana do canal vaginal da mãe – que acontece em partos normais –, o que levaria a uma maior propensão a esse tipo de alergia.

Parte dessa reação exagerada do corpo a alimentos está relacionada à presença de uma forma ativa da imunoglobulina E, a IgE, um anticorpo que atua na defesa do corpo. Ele provoca a liberação de substâncias que, na tentativa de combater (supostos) inimigos, causam os sintomas alérgicos. Quando é uma reação intermediada pelo anticorpo IgE (ele próprio reage à comida), os sintomas se manifestam logo após a ingestão na forma de inchaços, urticária, vômitos e diarreias. Já em uma alergia alimentar não mediada pela IgE, desencadeada por células, sem o envolvimento de anticorpos, os sintomas aparecem horas ou dias depois. Fatores genéticos estão diretamente envolvidos na produção da IgE.

Mas nem sempre uma resposta negativa à primeira exposição significa que a criança continuará tendo problemas. Às vezes, ocorre a “falsa alergia”, um diagnóstico apressado dos pais. “Se houver uma reação leve, que se limita à vermelhidão ou coceira na pele, o ideal é aguardar uma semana, dar o alimento de novo e observar a evolução. Muitos pais ficam assustados e não repetem a experiência”, revela Pastorino.

No caso de Malu, criança de 5 anos com alergia alimentar múltipla, o principal tratamento foi a dieta de exclusão: suspender qualquer traço de uma comida e, após alguns meses ou anos, reintroduzi-la lentamente até acostumar o sistema imunológico. Aos poucos, o corpo da menina foi tolerando e aceitando novos alimentos. Casos com final feliz também acontecem. Ramiro Senderowicz Flores, hoje com 4 anos, sofreu quando começou com as primeiras frutas e papinhas. “Ele reagia a quase tudo”, lembra a mãe, a jornalista Marianna Senderowicz, 38. Mas, aos poucos, voltou a comer de tudo. “Não dá para desistir”, diz a mãe.

Vale lembrar que, por se manifestarem mais rapidamente, com mais intensidade e risco de choque anafilático, as alergias alimentares exigem intervenção imediata com adrenalina autoinjetável, aplicada em ambiente hospitalar e, se necessário, antialérgico ou outras medicações. É importante procurar o pronto-socorro tão logo os sintomas como vermelhidão, coceira, inchaço na boca, língua e olhos comecem.

OS RISCOS DE APLICAR ANESTESIA EM LOCAIS COM TATUAGEM
OS RISCOS DE APLICAR ANESTESIA EM LOCAIS COM TATUAGEM

Você está pensando em fazer alguma tatuagem? Se a resposta for sim, é melhor pensar bem na parte do corpo em que ela será feita, já que você passará por algumas limitações se tiver que passar por uma cirurgia, como a cesariana. De acordo com o Oscar César Pires, presidente da Sociedade Brasileira de Anestesiologia em 2015, aplicar uma anestesia em cima de uma tatuagem faz com que a tinta entre dentro do organismo e cause sérias consequências. “A literatura já prova que qualquer produto aplicado na pele em que será feita a anestesia pode causar problemas. Até mesmo o antisséptico pode ser passado para a agulha e depois para o organismo, criando uma infecção”, explica o especialista.

O problema de a tinta ser levada para dentro do organismo pode ser causado por qualquer tipo de injeção mas, segundo Pires, a anestesia é ainda mais preocupante porque ela é inserida no sistema nervoso central. Isso pode causar um processo inflamatório e, como consequência, a um déficit neurológico, formigamento em alguma área do corpo, diminuição da força em uma perna e até a paraplegia. A solução seria fazer uma anestesia geral, sem nenhuma aplicação com agulha. Além disso, seria possível fazer um corte de 0,5 centímetro na pele para que a injeção fosse aplicada diretamente na epiderme, sem passar pela tinta. De acordo com Pires, o corte seria tão pequeno que deixaria uma cicatriz mínima e praticamente irrelevante. O anestesista reforça que é papel dos médicos esclarecer os ricos e as opções de anestesia considerando a tatuagem: “Se o médico acreditar que não tem problema aplicar uma anestesia assim, é porque ele não está atualizado”.

7 MOTIVOS PARA INCLUIR BROTOS DE LEGUMES E VERDURAS NA ALIMENTAÇÃO
7 MOTIVOS PARA INCLUIR BROTOS DE LEGUMES E VERDURAS NA ALIMENTAÇÃO

Incluir brotos em saladas e diversos outros preparos ajuda dar um sabor fresco e até mesmo certa crocância aos pratos. Eles podem ser de beterraba, brócolis, couve-flor, repolho, feijão, cenoura ou de qualquer outro legume. Conhecidos também como microgreens, eles podem ter mais de 60 variedades e ser aliados à saúde. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Maryland e pelo Centro de Pesquisa Agrícola de Beltsville, nos Estados Unidos, os brotos possuem concentrações de fitoquímicos até 40 vezes maiores do que seus frutos correspondentes. Por isso, além da alta capacitade nutritiva, descubra outros sete motivos para adicioná-los na dieta.

  1. Eles reduzem o risco de doenças cardíacas

Alimentos plant based, como os microgreens, geram efeitos positivos na pressão sanguínea, por serem boas fontes de vitaminas e fibras.

  1. Eles podem ajudar no combate ao câncer

Uma pesquisa publicada no periódico acadêmico Future of Oncology, em 2013, aponta que o sulforafano, um composto encontrado em brotos de brócolis, tem o potencial de atingir as células-tronco cancerígenas.

  1. Eles melhoram a imunidade

A maioria dos brotos possuem potenciais anti-inflamatórios que ajudam o nosso sistema imune a blindar o corpo contra vírus e bactérias capazes de gerar tosse, dor de garganta e outras enfermidades comuns.

  1. Eles ajudam a melhorar a visão

A luteína é um fitoquímico que ajuda na saúde da visão. Ela está presente em diversos vegetais como couve, espinafre, agrião, salsão e alface, sendo que altas concentrações podem ser encontradas nos brotos dessas folhas. Uma pesquisa publicada no periódico acadêmico Frontiers in Plant Science, em 2017, aponta que a luteína dos microgreens ajuda os olhos a absorver o excesso de intensidade da luz, um problema muito comum entre aqueles que trabalham em frente ao computador e sofrem com dores de cabeça, em decorrência disso.

  1. Eles reduzem a constipação

Assim como a maioria das folhas, os brotos são formados de fibras que ajudam na regulagem do intestino e diminuem a constipação.

  1. Eles ajudam a evitar doenças digestivas

Muitos brotos podem ser considerados como prebióticos, capazes de alimentar a nossa flora intestinal saudável. Por isso, eles são ótimos para manter a absorção e funcionamento do sistema digestivo. Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, aponta que as fibras prebióticas presentes nos microgreens ajudam na proliferação dos microrganismos associados à saúde e ao bem-estar.

  1. Eles podem ajudar a diminuir o colesterol ruim

Um estudo publicado no The Journal of Agricultural and Food Chemistry, em 2016, aponta que os brotos de repolho roxo podem ajudar no controle do colesterol ruim e ser aliados à perda de peso, quando inseridos em uma dieta que prioriza o consumo de gorduras. Mas lembre-se, os resultados positivos só podem ser adquiridos em rotinas alimentares saudáveis.

COMO SABER QUEM ESTÁ USANDO SEU WI-FI PELO CELULAR COM APP GRÁTIS
COMO SABER QUEM ESTÁ USANDO SEU WI-FI PELO CELULAR COM APP GRÁTIS

O Quem usa meu Wifi? é um aplicativo grátis para celulares Android capaz de descobrir se há pessoas não autorizadas vinculadas à sua rede Wi-Fi. A ferramenta faz uma varredura pela conexão de Internet e mostra quais dispositivos também usam a fonte. Ao detectar algo suspeito, o usuário pode obter o endereço MAC do aparelho e bloqueá-lo nas configurações do roteador ou, se preferir, trocar a senha do Wi-Fi. O recurso é útil, pois disponibiliza informações essenciais para proteger a rede de pessoas desconhecidas.

No tutorial a seguir, confira como usar o app Quem usa meu Wifi? para saber quais dispositivos estão conectados à sua rede Wi-Fi. O procedimento foi realizado em um Moto E5 Plus com Android 8.0 Oreo, mas as dicas também valem para outros celulares com o sistema do Google. Vale lembrar que o aplicativo não está disponível para usuários de iPhone (iOS), da Apple.

Passo 1. Instale e abra o app Quem usa meu Wifi? pela página do TechTudo. Em seguida, toque sobre o botão amarelo para iniciar a verificação. O processo pode levar alguns minutos. Lembre-se que o seu celular deve estar conectado à sua rede Wi-Fi;

Passo 2. Após realizar a verificação, o app exibirá a lista dos aparelhos conectados à rede Wi-Fi. Toque sobre o botão “i”, à direita do número de IP, para ver os detalhes. Por lá, toque em “Cópia de” para copiar o endereço MAC do dispositivo suspeito e bloquear no roteador. Se preferir, toque em “Copie tudo” para obter todos os dados do aparelho.

QUASE METADE DAS CASAS NO BRASIL TÊM DISPOSITIVOS VULNERÁVEIS
QUASE METADE DAS CASAS NO BRASIL TÊM DISPOSITIVOS VULNERÁVEIS

Um estudo da Avast divulgado nesta segunda-feira (18) aponta alto risco para residências que contam com algum tipo de dispositivo inteligente no Brasil. Segundo o relatório, 45% de todas as casas com muitos aparelhos conectados está vulnerável. O perigo maior estaria em roteadores: dentre as mais de duas milhões de redes domésticas analisadas no país, 66% dos roteadores apresentam algum tipo de falha de segurança. Estão na lista também boxes multimídia, câmeras e impressoras conectadas à Internet. Entenda o problema e saiba os cuidados que se deve tomar.

Os dados fazem parte do Relatório sobre Casas Inteligentes 2019, realizado a partir de informações enviadas pelos próprios usuários por meio da ferramenta Avast WiFi Inspector, do antivírus Avast, em setembro de 2018. De acordo com a empresa, 45% das casas brasileiras têm mais de cinco aparelhos de uso doméstico conectado à rede e, desses, outros 45% têm pelo menos um dispositivo vulnerável. Uma das principais razões da insegurança digital dentro de casa, segundo o levantamento, seria o uso de senhas fracas. Das residências analisadas pela Avast, 69% podiam expor dados do usuário por conta de credenciais fáceis demais de adivinhar ou da ausência de login em dois fatores. Smart TVs que rodam Android TV ou a Apple TV, que usa o tvOS, similar ao iOS, devem ter esse recurso ativado para afastar invasores.

Outro motivo relevante estaria relacionado à falta de atualizações constantes. Entre os lares avaliados, 31% estavam expostos a hackers por terem algum aparelho com software antigo que tem falhas conhecidas ainda sem a devida correção. Aparelhos vulneráveis podem servir de porta de entrada para a invasão da rede por hackers. Criminosos podem aproveitar a brecha para aplicar uma série de golpes, que vão desde a alteração de páginas da web para capturar dados bancários, até a infecção de computadores com ransomware para pedir resgate em Bitcoin. Além disso, redes comprometidas facilitam o sequestro de dispositivos para uso em botnets, geralmente com o propósito de praticar algum tipo de invasão à infraestrutura de terceiros. Para se proteger, usuários devem buscar atualizar o software do roteador (firmware) com frequência, assim que o fabricante disponibilizar. Também é importante usar senhas fortes em suas contas online – um gerenciador de senhas como o LastPass pode ajudar. Além disso, é importante ativar a autenticação em duas etapas de todos os serviços e sistemas operacionais que você utiliza.