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TROCA DE EXPERIÊNCIAS NA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL MARCA 1º ENCONTRO ABERJE BAHIA
TROCA DE EXPERIÊNCIAS NA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL MARCA 1º ENCONTRO ABERJE BAHIA

Uma conversa entre profissionais da comunicação empresarial que reuniu experiências em campanhas de conscientização, retomada reputacional, e os desafios de um sistema de troca de informações e difusão do conhecimento. Esse foi o tom que marcou o primeiro encontro da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial – Bahia (Aberje Bahia), na manhã desta quinta-feira (7).

Reunindo 94 profissionais de 50 empresas atuantes na Bahia, o evento, que aconteceu no auditório do Espaço Verde Paralela, na sede da Odebrecht, em Salvador, significou uma oportunidade para que seus participantes dividissem conhecimento e experiência em suas áreas de atuação.

Como explica o diretor da Aberje Bahia, Marcelo Gentil, a comunicação sofreu constantes transformações nos últimos 50 anos e há previsão de mudanças ainda maiores para nas próximas décadas. “Ao reunir diferentes temas no encontro, o objetivo é chamar atenção para assuntos emergentes e estruturantes na área de comunicação e negócios”, destaca Gentil.

No painel de experiências da Aberje, a gerente de Comunicação da Coelba/Grupo Neoenergia, Amine Darzé, abordou a campanha de conscientização de São João da Coelba, focada na segurança dos usuários no período dos festejos juninos, quando é necessário redobrar a atenção para tradições como as fogueiras e as bombas de São João próximo a instalações elétricas.

Também compondo o painel, Marcelo Gentil, que é gerente de Comunicação da Odebrecht S.A. para a região Nordeste, apresentou a trajetória de Reconstrução Reputacional da empresa, vivida a partir de 2016, quando uma série de mudanças foram incorporadas a fim de resgatar não apenas a imagem do grupo, como torna-la um exemplo de companhia preocupada com o cumprimento de normas legais, e diretrizes, além de empenhada em fiscalizar e combater qualquer inconformidade detectada no âmbito de suas atividades.

PRODUTORES BAIANOS VOLTAM A COLHER ALGODÃO
PRODUTORES BAIANOS VOLTAM A COLHER ALGODÃO

Depois de alguns dias com as operações interrompidas, os produtores de algodão da Bahia voltaram a colher a fibra nos campos do Oeste do estado. As operações chegaram a ser suspensas por quase duas semanas devido à paralisação dos caminhoneiros, que impedia a chegada do diesel nas fazendas. Praticamente 100% das máquinas agrícolas funcionam a base deste combustível.

Os agricultores têm prazo até setembro para colher tudo o que plantaram. Até lá, toda a produção deve ser retirada do campo por causa do vazio sanitário do algodão, período em que todas as plantas vivas devem ser eliminadas do campo. O vazio sanitário é uma medida de Defesa Agropecuária que tenta prevenir e combater a propagação de pragas nas lavouras, principalmente o Bicudo, a mais frequente no algodoeiro. O produtor que não cumprir a portaria da Agência de Defesa Agropecuária (ADAB) e a lei de Defesa Sanitária Vegetal paga multa.

Vão ser 4 meses de trabalho intenso no campo, já que os cotonicultores esperam colher mais de 465 mil toneladas de algodão. Para isso as colhedeiras vão percorrer os 263,7 mil hectares plantados, uma área 32,5% maior do que a da safra passada. Os números geram expectativa positiva entre os agricultores que devem obter a maior safra dos últimos 7 anos. Entre 2011 e 2017 vários fatores prejudicaram as safras, desde a falta de chuva até a redução na área plantada por causa das crises no mercado internacional.

A Bahia é o segundo maior produtor de algodão do Brasil e responde por mais de 26% da produção nacional. No Oeste baiano as plantações se espalham por vários municípios, principalmente São Desidério, Formosa do Rio Preto, Luis Eduardo Magalhães, Barreiras e Riachão das Neves. (Correio)

DISTRITO INDUSTRIAL DE JUAZEIRO GANHA NOVA GESTÃO
DISTRITO INDUSTRIAL DE JUAZEIRO GANHA NOVA GESTÃO

A Associação das Empresas do Distrito Industrial do São Francisco (Aedisf) passa a administrar o Distrito Industrial de Juazeiro, conforme acordo de cooperação assinado nesta terça-feira (05) com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) e a Superintendência de Desenvolvimento Industrial e Comercial (Sudic). O objetivo é de modernizar, descentralizar a administração e dar resultados efetivos ao investidor.

“Estamos transferindo a gestão do distrito pois a associação terá uma atuação mais próxima, ampliando o diálogo com os empresários e a parceria que o governo possui com o setor privado. O nosso foco é atrair mais empresas e aumentar o número de empregos na região”, explicou a secretária de Desenvolvimento Econômico, Luiza Maia.

De acordo com Nilton Sampaio, empresário e presidente da Aedisf, este momento é um salto para o desenvolvimento do local. “Os empresários de Juazeiro decidiram se unir em prol da melhoria do distrito e a assinatura deste termo traz a autonomia que precisamos para resolver questões prioritárias como segurança e infraestrutura. Estamos empenhados e acreditamos no trabalho em conjunto com o estado”, disse.

O Distrito Industrial de Juazeiro conta com 75 empresas em operação, além de outras sete em processo de implantação, tendo como principal vocação o ramo alimentício (packing house de frutas e empacotamento de cereais). Outras atividades importantes na região são a fabricação de premoldados, componentes eólicos, indústria têxtil e distribuição de bebidas.

A iniciativa dos empresários, na avaliação do diretor-presidente da Sudic, Jairo Vaz, representa um grande desafio para o grupo: “Este é um ato de coragem do qual a associação vai poder contar com o apoio do estado para que os planos de obras e melhorias se complementem”.  Localizado ao sul da cidade de Juazeiro, cortado pela BR-407 e BR-210, o distrito ocupa uma área de cerca de 3 milhões m², gerando mais de 5 mil postos de trabalho.

PRODUTORES DO OESTE BAIANO INVESTEM R$ 11 BI NA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL
PRODUTORES DO OESTE BAIANO INVESTEM R$ 11 BI NA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

Os produtores da região Oeste da Bahia – maior polo de agronegócio do Nordeste – já investiram um total de R$ 11 bilhões em áreas de proteção e reserva ambiental, de acordo com um estudo apresentado pela Embrapa em 27 de maio, durante o fórum “O Papel do Produtor na Conservação do Cerrado”, realizado no auditório da Fundação Bahia, em Luís Eduardo Magalhães (BA). O evento serviu como uma prévia do Bahia Farm Show 2018, que tem início nesta terça-feira (5) e desfaz o mito de que o agronegócio como um todo é um setor inimigo do meio ambiente

Segundo o Correio, o estudo, apresentado pelo chefe-geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, Evaristo Miranda, além do mapeamento por satélite de todas as propriedades, utilizou dados do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural, do Ministério do Meio Ambiente. O resultado demonstrou que o Oeste Baiano conserva 53% do seu bioma natural, alcançando um total de 4,2 milhões de hectares preservados. Deste número, 35% estão nas propriedades agrícolas, o maior percentual de todo o País e um dos maiores do mundo.

“Não tem ninguém que investe mais na conservação ambiental, e estamos falando apenas em terra imobilizada, sem contarmos outras práticas, como o uso racional da água e o manejo de solos”, destaca Miranda. Segundo o estudo, caso as terras preservadas estivessem em produção, elas gerariam um patrimônio líquido da ordem de R$ 27 bilhões.

BAHIA FARM SHOW COMEÇA AMANHÃ
BAHIA FARM SHOW COMEÇA AMANHÃ

Começa amanhã a maior feira da agricultura da Bahia. A Bahia Farm Show é tida como o maior evento de tecnologia e negócios agrícolas do Nordeste brasileiro e que neste ano vai para sua 14ª edição, sempre realizada no município de Luís Eduardo Magalhães, uma das cidades da região que mais se destacam pela produção de soja e algodão entre outros grãos.

Neste ano, após adiamento por causa da greve dos caminhoneiros, o evento começa nesta terça-feira (5). As portas seguem abertas ao público até o sábado (9). Serão 250 expositores representando 900 marcas de produtos nacionais e internacionais. A feira é organizada pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), com o apoio da Associação dos Revendedores de Máquinas e Equipamentos Agrícolas do Oeste da Bahia (Assomiba), Fundação Bahia e Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães.

Na feira será possível ver que com a internet das coisas – conceito tecnológico em que todos os objetos da vida cotidiana estão conectados, agindo de modo inteligente e sensorial – o campo terá produtividade ainda maior, pois as máquinas serão mais inteligentes e de operação integrada. Assim, por exemplo, um drone que ao sobrevoar a fazenda perceber que uma área está mais quente que as demais automaticamente acionarão as máquinas de irrigação para atuar ali.

O problema é que como tudo o que diz respeito ao agronegócio da região, a logística do lado de fora das porteiras das fazendas ainda está na fase analógica. Levar a internet para as fazendas – e se aproveitar dela no ganho de produtividade – é muito caro naquelas localidades.

O produtor de soja Moisés Shimidt, de Luís Eduardo Magalhães, por exemplo, paga R$ 650 por mês por um pacote de 5 megas. “Mas não são 5 megas puros e livres. Oscila o tempo todo”, descreve. E o que é ruim hoje já foi pior. “Há 15 anos, eu pagava R$ 2 mil por mês”, lembra.

FÓRUM DA DISCUTE SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL
FÓRUM DA DISCUTE SUSTENTABILIDADE E INOVAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

A Semana Nacional do Meio Ambiente será comemorada em Salvador no dia 7 de junho com o Fórum de Sustentabilidade. Inovação ambiental e startups da construção civil estão entre os destaques da 9ª edição do evento, que é realizado pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (Ademi).

De acordo com o Correio, o evento busca trazer novidades para o setor no Brasil e no mundo, incluindo inovações tecnológicas que podem ser aplicadas na Bahia. “Já não é aquela conversa sobre meio ambiente olhando apenas o aspecto ambiental, mas sustentabilidade, que envolve a parte social, econômica e também a ambiental”, explica Rafael Valente, diretor de responsabilidade social da Ademi.

EMPRESA CHINESA VAI INVESTIR R$ 450 MILHÕES EM TERMOELÉTRICA NA BAHIA
EMPRESA CHINESA VAI INVESTIR R$ 450 MILHÕES EM TERMOELÉTRICA NA BAHIA

Na tarde desta terça-feira (29), na Governadoria, o governador Rui Costa se reuniu com quatro representantes da empresa chinesa CCETC, sendo um deles o presidente da corporação, Guo Xianda. Na ocasião, os chineses apresentaram o projeto de termoelétrica movida a gás que será implantada pelo grupo no município de Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Com investimentos de R$ 450 milhões, a obra deve ser finalizada em 2020. Os chineses informaram que a terraplanagem da área de 140 mil metros quadrados será iniciada já em setembro deste ano. Como contrapartida ao apoio do governo, os chineses usarão 70% de mão de obra local. Este é o primeiro investimento feito pela CCETC no Brasil.

BAHIA INVESTIU R$ 9 BILHÕES EM ENERGIAS RENOVÁVEIS NO ÚLTIMO TRIÊNIO
BAHIA INVESTIU R$ 9 BILHÕES EM ENERGIAS RENOVÁVEIS NO ÚLTIMO TRIÊNIO

A Bahia tem se destacado no investimento em energias renováveis, foram quase R$ 9 bilhões nos últimos três anos, e hoje ocupa o 1º lugar na geração de energia solar e 2º em eólica. De acordo com dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a projeção é que até o final de 2019 dobre o número de parques eólicos em funcionamento e a Bahia seja também líder na geração eólica, ultrapassando o Rio Grande do Norte. Serão mais de 200 parques espalhados pelo interior do estado, onde o potencial de geração pela força dos ventos é maior.

Nos últimos três anos, foram implantados na Bahia 71 parques eólicos com uma capacidade instalada de 1,7 GW. Foram investidos R$ 6,7 bilhões e criados mais de 26 mil empregos. Os projetos movidos pelos ventos começaram a ser implantados no estado em 2012 e atualmente já são 102, totalizando uma capacidade instalada de mais de 2,5 GW. A previsão é que sejam investidos mais de R$ 10,7 bilhões na construção de 132 parques, com a geração de mais de 42 mil empregos e uma potência instalada de 2,8 GW. A cadeia produtiva de eólica está consolidada e gera mais de 3 mil empregos nas unidades industriais dos principais fabricantes de equipamentos do setor.

Já o setor solar, implantou 16 empreendimentos totalizando 443 MW de potência, com investimentos de R$ 2,2 bilhões e geração de mais de 13 mil empregos. No total são 18 empreendimentos com 446 MW de potência. O primeiro projeto solar do estado foi o Estádio de Pituaçu, primeiro da América Latina a utilizar o sistema de geração fotovoltaica. A inauguração ocorreu em abril de 2012. A previsão é que sejam instalados mais nove empreendimentos com 244 MW de potência, geração de mais de 7 mil empregos e quase R$ 1 bilhão em investimentos.

RUI ANUNCIA R$ 1,4 MI EM OBRAS EM CORAÇÃO DE MARIA
RUI ANUNCIA R$ 1,4 MI EM OBRAS EM CORAÇÃO DE MARIA

 

Depois de cumprir agenda de trabalho em Feira de Santana, na manhã desta segunda-feira (28), onde inaugurou a policlínica regional, o governador Rui Costa seguiu, pela tarde, para Coração de Maria. No município, Rui assinou ordem de serviço para o início das obras de implantação do Sistema de Abastecimento de Água que vai atender seis comunidades da região, e anunciou a licitação para a segunda etapa de obras de reforma do mercado municipal e a cobertura da feira livre do município.

Com investimento de mais de R$ 1,4 milhão, o Sistema de Abastecimento beneficiará 1.362 pessoas com uma rede de distribuição de mais de 25 mil metros e 389 ligações domiciliares nas comunidades de Neto, Mendes, Terra Vermelha, Carvalhos, Furnas e Carrapatos.

BAHIA CHEGA À OITAVA PPP E MANTÉM TERCEIRO LUGAR NO PAÍS NO SEGMENTO
BAHIA CHEGA À OITAVA PPP E MANTÉM TERCEIRO LUGAR NO PAÍS NO SEGMENTO

Com a licitação em curso da sua oitava parceria público-privada (PPP), voltada para operação, manutenção e revitalização do Sistema Viário BA-052, a Bahia mantém a terceira posição no país em número de projetos vinculados a este modelo de financiamento, atrás apenas de São Paulo e de Minas Gerais. O governo baiano é considerado por instituições como o Banco Mundial como referência em PPPs. A Bahia tem seis contratos em execução e um outro cuja licitação acaba de ser concluída, para implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) no subúrbio de Salvador.

Além da recuperação de 547 quilômetros, entre Feira de Santana e Xique-Xique e de Barra a Xique-Xique, a PPP do Sistema Viário BA-052 prevê a construção de uma ponte de um quilômetro sobre o Rio São Francisco, que interligará os municípios de Barra e Xique-xique, em substituição à travessia feita atualmente por meio de balsas.

O projeto é coordenado pela Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), com acompanhamento pela Secretaria da Fazenda (Sefaz-Ba), que exerce a Secretaria-Executiva de PPP do Estado. A abertura dos envelopes com as propostas de preço está programada para o dia 19 de julho, na Bovespa, em São Paulo (SP).

“Com a PPP, o Estado mantém a sua capacidade de investimento e assegura a implantação de uma obra vital para a infraestrutura do Estado, o que irá potencializar a atração de novos investimentos em um dos principais polos econômicos da Bahia”, avalia o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório.

“A Bahia tem um papel de predominância pelo número de PPPs bem sucedidas, e é vista como referência no Brasil”, afirma o especialista em PPPs do International Finance Corporation (IFC/Banco Mundial), Tomás Anker. Ele observa que o Estado tem posição privilegiada no setor desde o início do processo de implantação de PPPs no país, e tem predominância em projetos inovadores como o Hospital do Subúrbio, a Central de Diagnóstico por Imagem e o Instituto Couto Maia.