CLAUDIO CUNHA – PRESIDENTE DA ADEMI/BA

CLAUDIO CUNHA - PRESIDENTE DA ADEMI/BA

BE- Qual a expectativa de movimentação financeira do salão imobiliário esse ano?

CC- Estamos otimistas e felizes com a realização da 11ª edição do Salão Imobiliário, que em  2018 tem como tema ‘Casa Ademi’. Com três mil unidades disponíveis para venda, o objetivo da Ademi-BA é alcançar a meta de crescimento de 7% até o final do ano e contribuir para fecharmos 2018 com um balanço positivo.

BE-  Quais os principais atrativos que o salão está oferecendo esse ano para os consumidores?

CC- Neste ano, trouxemos o conceito da Casa Ademi. Um espaço mais aconchegante , compacto e prático para os visitantes, que podem ter acesso a todas as oportunidades em um mesmo lugar. As 11 incorporadoras participantes trouxeram oportunidades exclusivas para o consumidor. Além disso, tivemos a recente decisão do governo de antecipar o aumento do teto de R$800 mil para R$ 1,5 milhão de financiamento dos imóveis com recursos do FGTS, por meio do sistema financeiro de habitação. Estamos vivendo um momento propício, em que encontramos os juros mais baixos, a inflação está sob controle, além da redução da taxa Selic.

BE- Qual o segmento de imóveis que mais atraem os consumidores na Bahia?

CC- De acordo com a Pesquisa Imobiliária ADEMI-BA divulgada em outubro, imóveis de dois quartos lideram o índice de unidades vendidas como também de unidades lançadas e disponíveis no estado. O montante das vendas dos últimos dez anos representa 69%, seguido por três quartos: 20%. Em Salvador, os bairros Imbuí, Piatã, Patamares, Pituba, Jardim Armação e Caminho das Árvores são os que mais venderam imóveis residenciais.

BE- Qual a expectativa para o segmento da construção civil para o ano de 2019 com a gestão de Jair Bolsonaro e Paulo Guedes como ministro da fazenda?

CC- O resultado das eleições e a possibilidade da estabilidade política com a legitimidade do processo eleitoral, são fatores que apontam para um cenário otimista. De perfil liberal e defensor da menor participação possível do Estado nas dinâmicas econômicas, o ministro anunciado pretende levantar pautas como reforma do modelo previdenciário, redução de impostos e simplificação da estrutura fiscal. Paralelamente, o novo governo terá o desafio de garantir a retomada da economia brasileira depois de quatro anos de recessão e de baixo crescimento no país.

 

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