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"Além de uma tradição cultural que precisa ser mantida e potencializada, o São João da Bahia também é uma atividade econômica para as cidades baianas. Acredito que o São João é para o interior, proporcionalmente, o que o Carnaval é para Salvador. Gera renda, atrai visitantes. As pessoas alugam suas casas, pousadas e hotéis ficam lotados e o comércio local é movimentado. Por isso é importante a participação do Estado para que as festas aconteçam",

Rui Costa(PT)
Governador da Bahia  









NOTÍCIAS
 
PREOCUPAÇÕES COM POLÍTICAS DE TRUMP DOMINAM REUNIÕES DO FMI E BANCO MUNDIAL
20/04 - 13:15hs -
 
 
Líderes financeiros mundiais se reuniram nesta quinta-feira (20) no terreno do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para tentar repelir as políticas protecionistas do líder norte-americano e mostrar amplo apoio ao comércio aberto e à integração global. As reuniões do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial irão colocar os 189 membros das duas instituições multilaterais diante da agenda 
 
O FMI em particular vem emitindo alertas contra os planos de Trump para reduzir os déficits comerciais dos EUA com possíveis medidas de restrição de importações, argumentando em suas previsões econômicas mais recentes que políticas protecionistas iriam prejudicar o crescimento global, que começa a ganhar fôlego. Agora funcionários da gestão Trump estão reagindo a esses alertas com o argumento de que outros países são mais protecionistas do que os EUA.
 
Trump começou a semana assinando um decreto presidencial que ordenou a revisão das regras de aquisição pública "Buy American", que incentivam a compra de produtos locais e que durante muito tempo ofereceram algumas isenções mediante acordos de livre comércio, e criticando as restrições do Canadá aos laticínios. Além dos alertas sobre o comércio, na quarta-feira o FMI revelou dois estudos que apontam os perigos das propostas fiscais que Trump está cogitando, como ao avisar que suas ideias para uma reforma tributária poderiam incentivar operações financeiras arriscadas e elevar a dívida pública a ponto de prejudicar o crescimento. Fazer uma reforma tributária "de maneira que não aumente o déficit é melhor para o crescimento", acrescentou o diretor de assuntos fiscais do FMI, Vitor Gaspar.(G1)



 





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