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JOSE GOMES DA COSTA - SUPERINTENDENTE DO BANCO DO NORDESTE



BE: Qual a projeção do BNB para 2018?

JGC:
A Bahia tem disponível mais de R$ 7 bilhões para serem investidos em 2018

BE: Quais áreas o BNB vai aportar?

JGC:
O Banco do Nordeste está preparado para atender as demandas dos seus diversos públicos de interesse na Bahia, que vão desde os mircro-empreendedores rurais e urbanos (Agroamigo e Crediamigo) até os grandes projetos de infra-estrutura, passando pelo agronegócio, indústrias, comércio e serviços, com ênfase especial aos pequenos.

BE: E para as Pequenas e Micro empresas e Empreendedores Individuais há alguma atenção do Banco?

JGC:
O FNE é a principal fonte de recursos e teve redução nas suas taxas. Ele ficou muito mais atraente, para que os empreendedores tirem seus projetos da gaveta, aproveitando a retomada da economia, e aumentem suas vendas, reduzindo seus custos inclusive com linhas de capital de giro mais baratas e com prazos adequados.

BE: Quanto foi investido pelo BNB na Bahia em 2017?

JGC
: Na Bahia, a cifra chega a quase R$ 5 bilhões contratados. Foram mais de R$ 3,9 bilhões em contratações globais, sendo R$ 3,5 bilhões com recursos do FNE, e mais de R$ 1 bilhão em recursos para o microcrédito.

BE:  Quais as áreas que mais receberam aportes do Banco na Bahia no ano anterior ?

JGC:
Tradicionalmente, a área que mais recebe aporte é o agronegócio, em termos de valores, e agricultura, em relação a abrangência, que incluem investimentos, aquisição de máquinas e equipamentos, irrigação, custeio. Também houve expressivo aporte de recursos na indústria, comércio e infraestrutura, especialmente em parques de energias renováveis, como eólica e solar.

BE:  Em comparação ao ano anterior isso representa incremento da ordem de quantos porcento?

JGC:
Houve um aumento de 16% em relação às aplicações totais do ano de 2016.




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