COLUNISTAS
FRASE DO DIA

“Essa é última etapa para o processo de credenciamento para o serviço de mototáxis, que passa a ser uma realidade em nossa capital. Esse sempre foi o nosso objetivo, harmonizar os modais de transporte,”

Fábio Mota
Secretário de Mobilidade Urbana de Salvador 
NOTÍCIAS - LIÇÃO DE ECONOMIA
24/04/2017 08:26
FUNDOS DE PENSÃO TÊM ROMBO DE R$ 70,6 BILHÕES


Os fundos de pensão fecharam 2016 com rombo de R$ 70,6 bilhões, segundo levantamento da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), o xerife do setor. O dado preocupa por causa da rápida expansão do déficit do sistema, que subiu 700% em quatro anos - em 2012, o buraco era de R$ 9 bilhões. O rombo subiu para R$ 21 bilhões em 2013 e para R$ 31 bilhões no ano seguinte. O déficit atingiu seu ápice em 2015, quando somou R$ 77,8 bilhões.
 
A indústria dos fundos de pensão é composta por 307 entidades, que administram 1.137 planos de benefícios. Juntas, elas detêm quase R$ 800 bilhões em investimentos, que representam 12,6% do PIB nacional. São 7,2 milhões de associados, entre participantes que estão na ativa, dependentes e assistidos.
 
Um plano de aposentadoria registra déficit quando os ativos não são suficientes para pagar os benefícios previstos até o último participante vivo do plano. A nova regulação não exige o equacionamento de todo o déficit. A norma em vigor permite que planos com população mais jovem tenham mais tempo para administrar os desequilíbrios. Para cobrir o déficit, participantes e patrocinadores precisam injetar mais dinheiro nos planos por meio de contribuições extras. (Estadão)

 

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19/04/2017 08:39
VEJA LISTA DE RENDIMENTOS QUE NÃO PAGAM IMPOSTO DE RENDA


Nem todo dinheiro que entra na conta bancária precisa ter desconto do Imposto de Renda. É o caso, por exemplo, do rendimento da caderneta da poupança, de indenizações e de recebimento de seguros por roubo de carros, por exemplo. Mesmo sem pagar imposto, muitos desses valores precisam ser informados na declaração do Imposto de Renda.

Faltam apenas nove dias para encerrar o prazo para a declaração de Imposto de Renda à Receita Federal, que acaba no dia 28 de abril. Segundo último balanço da Receita Federal, de 290 mil pessoas que precisam declarar o imposto, 43% ainda não acertaram as contas com o Fisco.

A lista de 20 exemplos de valores isentos de tributação foi elaborada pelo diretor da CSL Assessoria Contábil, Claudionei Santa Lucia, pelo especialista e diretor da Direto Contabilidade, Gestão e Consultoria, Silvinei Toffanin, e pela advogada da Giugliani Advogados Beatriz Dainese. Veja abaixo:

Bolsas de estudo e de pesquisa caracterizadas como doação, desde que os resultados dos estudos e da pesquisa não representem vantagem para o doador, nem contraprestação de serviços
Aposentadoria e pensão recebidas em decorrência de doenças graves como câncer;
Auxílio-alimentação e auxílio-transporte a servidor público federal civil;
Rendimento de caderneta de poupança;
Indenizações;
Recebimento de seguro por furto ou roubo;
Lucros e dividendos distribuídos aos sócios de empresa;
Restituição do Imposto de Renda;
Seguro-desemprego e outros auxílios;
Parcela da aposentadoria recebida por declarante com mais de 65 anos;
Prêmio de seguro restituído e pecúlio recebido de Previdência Privada em razão de morte ou invalidez permanente;
Lucro na alienação de bens ou direitos de pequeno valor;
Lucro na venda de imóvel residencial para a aquisição de outro imóvel residencial, dentro do período de 180 dias da assinatura do contrato de venda;
Indenização por rescisão de contrato de trabalho e por acidente de trabalho e FGTS;
Lucro na alienação de único imóvel de valor até R$ 440.000,00, desde que não tenha sido realizada qualquer outra alienação nos últimos cinco anos;
Rendimentos de LCI - Letras de Crédito Imobiliário;
PLR até o valor anual isento constante da tabela progressiva;
Ganhos líquidos em operações no mercado à vista de ações negociadas em bolsas de valores nas alienações realizadas até R$ 20.000,00, em cada mês, para o conjunto de ações. (G1)


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18/04/2017 08:40
VEJA COMO RECUPERAR O RECIBO DA DECLARAÇÃO DO IR

 

Se você declarou o Imposto de Renda no ano passado, recebeu uma sequência de 12 números que correspondem à identificação de sua declaração. Para declarar as contas à Receita, não é preciso informar o número do recibo, mas ele é necessário para acompanhar o processamento da declaração pela internet e para corrigir dados após a entrega, pela retificação.

Segundo o diretor da Fradema Consultores Tributários, Francisco Arrighi, caso o contribuinte precise resgatar o número do recibo da declaração do Imposto de Renda, é possível obtê-lo através do portal E-cac, no site da Receita Federal, mas é preciso ter nome de usuário e senha previamente cadastradas.

"Para quem tem certificação digital (o chamado CPF eletrônico), basta acessar os sistemas da Receita Federal através deste dispositivo para obter uma segunda via do recibo", afirma Arrighi.

Quem não tiver uma senha cadastrada no E-CAC nem o certificado digital, deve procurar um dos postos da Receita Federal pessoalmente para resgatar o número, acrescenta o diretor da Fradema. (G1)

 

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17/04/2017 10:26
DÓLAR OPERA EM BAIXA NESTA SEGUNDA-FEIRA

 

O dólar opera em baixa nesta segunda-feira (17), com queda de mais de 1% ante o real, com a sinalização do Banco Central de que vai rolar integralmente o vencimento de swap cambial tradicional de maio e os esforços do governo para manter o cronograma de votação da reforma da Previdência no Congresso, segundo a agência Reuters.

O presidente Michel Temer se reuniu na noite de domingo com parlamentares aliados e ministros, uma vez que a proposta de reforma da Previdência poderia correr o risco de atrasar após a abertura de inquérito contra dezenas de integrantes do governo e do Congresso com base nas revelações de delatores da Odebrecht.

Às 9:39, a moeda norte-americana recuava 1,16%, cotada a R$ 3,11. Na sexta-feira (14), o dólar fechou em alta de 0,40%, vendido a R$ 3,1465. Na semana, o dólar perde 0,11%. No mês de abril, contudo, avança 0,49%. No acumulado do ano, a moeda tem desvalorização de 3,17%.

O Banco Central retoma nesta segunda-feira leilão de swap cambial tradicional (equivalente à venda futura de dólares) com oferta de até 16 mil contratos para rolagem do vencimento de maio, que totaliza 6,389 bilhões de dólares. A última vez que o BC fez esse leilão foi no dia 30 de março, com o qual encerrou rolagem parcial do vencimento de abril. (G1)
 

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13/04/2017 11:10
BOVESPA MOSTRA FRAQUEZA COM CAUTELA POR DESDOBRAMENTOS DE DELAÇÕES

 
 
O principal índice da Bovespa recua nesta quinta-feira (13), com investidores evitando grandes movimentos em meio aos desdobramentos das delações no âmbito da operação Lava Jato e véspera de feriado. Às 10h28, o Ibovespa caía 0,22%, a 63.757 pontos.  Na véspera, o Ibovespa caiu 0,73%, a 63.891 pontos. Na semana, a bolsa recua 0,51%. No mês de abril, perde 1,68%. No acumulado de 2017, o índice sobe 6,08% até esta quarta-feira.
 
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11/04/2017 08:08
MERCADO DE AÇÕES ENSAIA RETOMADA DE IPOS

 

Depois de 3 anos de represamentos e desistências de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), o mercado de ações brasileiro começa a ensaiar uma retomada com uma nova leva de empresas que estão abrindo o seu capital e se listando na B3 – novo nome da bolsa paulista após a fusão da BMF&Bovespa com a Cetip.

De 2014 a 2016, apenas três IPOs foram feitos no Brasil (Ourofino, Par Corretora e Alliar) em meio à maré baixa da economia, enquanto 25 empresas saíram do mercado de ações. Os registros de cancelamento, chamados de ofertas públicas de aquisição (OPAs), bateram recorde em 2016. Foram 13, entre eles os da Arteris, Banco Sofisa, Alpargatas e Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul.

Em 2017, com o início das negociações de ações da Azul na Bolsa, já são 3 IPOs no ano – igualando o número de aberturas de capital registrado nos últimos 3 anos.

A oferta de ações na bolsa de valores é um dos caminhos das empresas para se capitalizarem e conseguirem financiar sua expansão ou pegar recursos para pagar dívidas mais caras, por exemplo. Na prática, os sócios cedem uma parte da empresa a investidores em troca de capital.

Registrada com o nome “Programa Espacial Italiano”, a primeira versão da planilha foi apreendida pela Lava-Jato no e-mail de Fernando Migliaccio, um dos executivos do departamento de propinas da Odebrecht. Delator da Lava-Jato, ele entregou ao MPF outras versões do mesmo documento, com registro de saques feitos ao longo do tempo, o que permitiu aos investigadores da Lava-Jato conhecer, em detalhes, a movimentação. (G1)
 

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05/04/2017 08:30
IMPOSTO DE RENDA 2017: DICAS PARA DECLARAR INVESTIMENTOS


No imposto de renda de 2017, o contribuinte deve declarar investimentos referentes ao ano de 2016. Veja abaixo perguntas e respostas para fazer a declaração de investimentos. Para elaborar as respostas foi ouvido Heber Dionizio, responsável técnico da Contabilizei.

1 . Como incluir os investimentos na declaração?

Os investimentos devem ser informados na ficha “Bens e Direitos” pelo custo de aquisição. As instituições financeiras encaminham os informes de rendimentos com os saldos do ano anterior, e o contribuinte terá que informar estes valores na coluna de 31/12/2016 desta ficha.

Além disso, os investimentos devem ser classificados conforme sua natureza. A poupança, por exemplo, é o item 41. Já investimentos em CDB têm o código 45. Investimentos em empresas (ou seja, participação do contribuinte no capital social de alguma empresa) também devem ser declarados, com o código “32 - Quotas ou quinhões de Capital”.

Já os resultados dos investimentos financeiros são, em sua grande maioria, tributados exclusivamente na fonte e lançados em outra guia. Há diferença entre o lançamento do investimento e dos resultados desse investimento.

Os investimentos financeiros são tributados na fonte - o banco faz o recolhimento e apenas relata aos clientes os valores no informe de rendimentos anual.

2. Quais os tipos de investimentos que devem ser declarados?

Se o contribuinte for obrigado a declarar o imposto de renda, todos os seus investimentos e aplicações deverão ser informados à Receita. Isso inclui os investimentos que a pessoa já possuía, os que adquiriu e os que vendeu durante o ano de 2016. A Receita Federal quer saber por quanto a pessoa adquiriu um bem ou direito e por quanto vendeu.

3. Como declarar ações?

Além de lançá-las na ficha de bens e direitos, o contribuinte receberá o informe de rendimentos dos juros sobre capital próprio que deverão ser informados na ficha de rendimentos sujeitos à tributação exclusiva na fonte, e de dividendos que deverão ser informados na ficha de rendimentos isentos e não tributáveis.
 
Os contribuintes que compraram e venderam ações ainda deverão preencher o anexo de ganho de capital para apuração do imposto de renda sobre os ganhos financeiros, e consolidar este anexo na declaração de imposto de renda.

4. É obrigatório declarar investimentos a partir de qual valor?

A declaração é obrigatória para quem tem bens acumulados acima de R$ 300 mil e outras situações (como rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 e/ou rendimentos isentos acima de R$ 40 mil). Mas mesmo o contribuinte não tendo este valor, se operar, por exemplo, na Bolsa de Valores e tiver obtido ganho, deverá fazer a declaração.

5. Quais os documentos necessários para declarar investimentos?

Os bancos e operadoras fornecem um documento chamado “Informe de Rendimentos”, com os valores discriminados por tipo de investimento. Em alguns casos, é preciso anexar o ganho de capital (para operações de compra e venda de ações), além de notas de corretagem das negociações na Bolsa.

6. Como declarar investimentos feitos em outros países?

No mesmo local onde se declara todos os bens, mas altera-se a localização de “105 – Brasil” para o país foi feito o investimento. No campo da discriminação, é preciso informar o valor na moeda de origem e a data de aquisição, pois na alienação desse investimento haverá a apuração da variação cambial, que estará sujeita ao IR a 15%, e que deverá ser apurada também no anexo do ganho de capital. (G1)
 
 

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31/03/2017 08:34
BRASILEIRO GASTA 5 MESES DE TRABALHO PARA PAGAR IMPOSTOS


A reforma tributária está em pauta no governo, mas pelo que já foi dito até agora, o sinal dado à população é de que não existe intenção em reduzir a carga tributária, pelo contrário, temos o risco de ver uma carga maior no futuro próximo.
 
Além da notícia não agradar a ninguém, isso reforça o peso cada vez maior dos impostos no bolso da população ao longo dos anos. E não falo isso apenas por "sensação" de que a pressão está maior, a carga tributária brasileira realmente vem crescendo de um modo assustador ao longo do tempo.
 
Basta observar o quanto o brasileiro precisa trabalhar por ano para dar conta da carga tributária. Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) mostra a evolução do peso dos tributos ao longo do tempo. Na gestão de Fernando Collor, por exemplo, o brasileiro precisava trabalhar 3 meses inteiros somente para pagar a carga tributária. 
 
Da gestão de Itamar Franco até Fernando Henrique Cardoso, o tempo de trabalho para cobrir a carga tributária cresceu gradativamente para 4 meses. Nos anos entre Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff o tempo de trabalho saltou para 5 meses. Em 2016, o brasileiro precisou trabalhar 5 meses e 1 dia para conseguir arcar com a carga tributária do país. Em comparação à década de 1970, por exemplo, o tempo de trabalho para cobrir os tributos dobrou. Somente entre 2015 e 2016, houve elevação em dez impostos.
 
Do ponto de vista histórico, a cobrança de impostos existe desde os tempos bíblicos. Em tese, a criação visava uma relação de troca que garantisse o bem-estar social. As pessoas pagariam seus tributos ao Estado e, em troca, receberiam o amparo necessário para ter saneamento, segurança, saúde, educação, entre outros.
 
Do ponto de vista teórico, a relação é justa, mas na prática nem todos os países estabelecem isso de uma maneira eficiente. A Dinamarca e a França, por exemplo, estão entre os países que mais cobram tributos da população - a carga, inclusive, supera a do Brasil. No entanto, o retorno desses impostos para a população é muito maior do que aqui.
 
Além de lidarmos com uma carga tributária crescente, o país ainda tem uma péssima qualidade de serviços. Falta investimento em logística para baratear os custos de produção, a qualidade do transporte público é ruim, falta saneamento decente principalmente nas regiões periféricas, falta qualidade na saúde pública e na educação, e a questão da segurança pública é calamitosa. Basta ver a situação da criminalidade em grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, além da crise carcerária que recentemente foi amplamente divulgada pela mídia.
 
Desde o agravamento da crise econômica, o governo bate na tecla de que é preciso aumentar a arrecadação para a retomada da economia. No entanto, com uma das maiores cargas tributárias do mundo e sem o retorno desses tributos para a sociedade, fica difícil acreditar que essa saída é interessante.    (Samy Dana/G1)
 

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30/03/2017 10:20
CLASSES C, D E E SÃO AS QUE MAIS COMPRAM SEM NECESSIDADE

 


Um terço (33%) dos consumidores compra sem necessidade motivado por promoções, especialmente entre as classes C, D e E (35%), entre as mulheres (38%) e as pessoas de 18 a 34 anos (42%). A pesquisa foi realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Ainda com relação a práticas consumistas, 42% dos consumidores que responderam à pergunta costumam comprar parcelado para conseguir comprar tudo o que querem, enquanto 4 em cada 10 (40%) não procuram meios alternativos para economizar em saídas ou baladas, como reuniões em casa ou na casa de amigos.

Apesar de uma parte considerável dos entrevistados admitir ter atitudes consumistas, o estudo indica que a maioria dos consumidores diz adotar práticas colaborativas ou conscientes com o objetivo de economizar. Oito em cada dez (78%) fazem em casa serviços que poderiam ser contratados fora, como cinema, lanches, manicure e pet shop, 74% utilizam transporte coletivo ou caronas (principalmente as mulheres, 80%, e as classes C, D e E, 78%) e 51% vão aos lugares a pé ou de bicicleta para poupar com transporte (sobretudo entre as classes C, D e E, 55%).

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o mau momento da economia estimula essas atitudes, que são estratégias capazes de fazer com que o orçamento renda mais. “Abrir mão da comodidade de contratar um serviço fora de casa, ou de gastar com algum item supérfluo, pode ser a diferença entre o equilíbrio e o desequilíbrio financeiro. É importante que o consumidor faça a distinção entre o que é necessidade e o que é desejo, e, nesse segundo caso, tenha clareza de quanto ele pode gastar”, afirma. (G1)
 

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29/03/2017 09:55
DÓLAR CAI À ESPERA DE CONTINGENCIAMENTO E DE OLHO NO EXTERIOR

 

 
O dólar opera em queda ante o real, acompanhando o desempenho da moeda no exterior ante divisas de países emergentes enquanto aguarda o anúncio do contingenciamento do Orçamento de 2017 e provável elevação de impostos, no final da tarde, segundo a Reuters.
 
Às 9h09, a moeda norte-americana recuava 0,26%, a R$ 3,1306 na venda. O Banco Central realiza nesta sessão mais um leilão de até 10 mil swaps tradicionais --equivalentes à venda futura dólares-- para rolagem do vencimento de abril. Na véspera, o dólar subiu 0,31%, a R$ 3,139 na venda. Na semana e no mês, a moeda acumula alta de 0,99% e 0,83% em relação ao real, respectivamente. No ano, há queda de 3,41%.



 
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29/03/2017 08:49
VOCÊ TRABALHA MESMO PARA GANHAR DINHEIRO?


Quando um filho questiona por que os pais precisam sair para trabalhar, a resposta segue quase sempre o padrão: “porque eu preciso ganhar dinheiro”. No entanto, será que esta é a real e única razão pela qual acordamos cedo todos os dias, enfrentamos o trânsito e chefes, horários sem flexibilidade e longas horas no escritório? Trabalhamos apenas por dinheiro, ou existem outros fatores que também influenciam a nossa motivação?
 
A psicologia social mostra que a motivação tem duas fontes: a que vem de dentro de nós mesmos (intrínseca) e a que vem de fora (ou extrínseca). A intrínseca, como o nome diz, é o prazer que sentimos ao realizar determinada tarefa, ou o sentido que retiramos dela. Já a extrínseca está relacionada a fatores externos, como salário e status.
 
Em um estudo realizado na Universidade de Chicago, Kaitlin Woolley e Ayelet Fishbach decidiram medir a importância dos fatores intrínsecos e extrínsecos em um lugar interessante: na academia de ginástica. Elas queriam entender por que as pessoas acordam mais cedo para ir malhar. Ela vem do prazer relacionado à atividade física, com a liberação de hormônios e alívio do stress, ou do resultado derivado dela, como um corpo mais sarado e saudável? O que pesa mais: os fatores intrínsecos ou extrínsecos.
 
As duas economistas descobriram que quando as pessoas estão envolvidas em uma atividade, os fatores intrínsecos importam mais. No caso da atividade física, é o prazer sentido durante uma corrida. No entanto, elas viram que quando as pessoas estavam planejando a sua ida para a academia, o que pesava mais na decisão eram os fatores extrínsecos, como o benefício à saúde.
 
“Os resultados da pesquisa mostram que quando estamos no meio de uma tarefa, focamos no prazer que sentimos ao realiza-la. Contudo, ao pensarmos antecipadamente sobre aquela mesma tarefa, tendemos a superestimar a importância dos fatores extrínsecos, como bônus e salário”, comenta o economista Dan Ariely. Segundo ele, este estudo mostra como não sabemos prever o que nos motiva nem o que nos traz felicidade.
 
Ou seja: quando a mãe explica para a filha que precisa trabalhar para ganhar dinheiro, ela acredita mesmo que esta é a razão pela qual trabalha. Todavia, enquanto ela está no meio da jornada de trabalho e envolvida em um projeto extremamente importante para a sua carreira, o que conta mais é o prazer que ela sente ao realizar bem as suas tarefas. (Samy Dana/G1)
 

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27/03/2017 12:22
LOJAS VIRTUAIS ESTÃO EM ALTA E SÃO OPÇÃO DE NEGÓCIO


Em tempos de dificuldade para entrar no mercado de trabalho, a saída para muitos investidores tem sido apostar em lojas virtuais. Em 2016, 48 milhões de consumidores movimentaram R$ 44 bilhões no mercado online brasileiro, segundo a Ebit, empresa que acompanha o varejo digital no país.

A exigência, porém, pode ser ainda maior do que em empresas convencionais. O comerciante Guilherme Jardim trabalhou durante 12 anos com a compra e venda de produtos pela internet. Há três, ele decidiu abrir a própria loja virtual.

Com a experiência adquirida neste período, ele diz que a abrangência do mercado é alta, mas é necessário dedicação e investimento. “A desvantagem é que você tem que investir muito tempo e muita despesa em marketing. [...] Tem que buscar um pouco de conhecimento, e saber que você pode ter desilusões, como ficar muito tempo sem vender”, conta o comerciante.

Segundo a Ebit, o mercado digital no país cresceu 7,4%. A previsão para este ano também é positiva, com crescimento de 12%. Para isso, cursos e informações sobre a área são cada vez mais procurados. (G1)

 

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24/03/2017 10:40
ENTENDA COMO A IMAGEM DE UMA EMPRESA IMPACTA NO SEU VALOR


Desde que foi divulgada pela Polícia Federal, a operação “Carne Fraca” tomou conta do noticiário.  Considerada a maior operação da história da Polícia Federal, a ação revelou, por exemplo, o recebimento de propina por agentes públicos responsáveis por fiscalizar frigoríficos, sendo que os maiores do Brasil foram flagrados no esquema. Uma coisa, porém, é certa: a Justiça vai demorar alguns anos para julgar o processo e decidir o que acontecerá com os envolvidos. Porém, o mercado demorou poucas horas para aplicar sua essa sentença às empresas citadas no processo pela Polícia Federal.
 
Antes de seguir no assunto, precisamos lembrar algumas coisas. Empresas estão sujeitas ao risco de imagem, que nada mais é do que impacto negativo da opinião pública sobre ela. Esse impacto pode prejudicar uma companhia de várias formas, dentre elas, a queda no valor da ação, perda do apoio dos clientes e fornecedores, além da possibilidade de desaparecimento de oportunidades.
 
É essencial para empresa não somente ter um bom relacionamento com seus investidores, bons resultados e bons projeto. Uma empresa deve também, sem dúvida alguma, gerir muito bem seu relacionamento com o público e a mídia.
 
A operação “Carne Fraca” impactou diretamente as ações da JBS e da BRF. Na sexta-feira (17), os papéis fecharam em queda de 10,58% e 7,25%, respectivamente. O mau desempenho dessas empresas na bolsa fez com que elas perdessem valor de mercado. Segundo um levantamento feito pela consultoria Economática, a JBS perdeu R$ 3,4 bilhões em um único dia, passando de R$ 32,6 bilhões na quinta-feira para R$ 29,6 bilhões na sexta-feira. (Samy Dana/G1)
 

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23/03/2017 10:33
BOVESPA OPERA EM BAIXA COM CENÁRIO POLÍTICO INTENSO


O principal índice da bolsa paulista opera em baixa na manhã desta quinta-feira (23), após ter avançado na véspera. O mercado acompanha os desdobramentos do cenário político, em meio à aprovação do projeto de terceirização no Congresso e expectativas com a reforma da Previdência.

Às 10h22, o Ibovespa recuava 0,34%, aos 63.304 pontos. As ações da JBS aparecem entre as maiores quedas, com queda de quase 2%, em meio à reação à operação Carne Fraca e seus desdobramentos. Na véspera, a empresa avançou mais de 1%.

Na véspera, a Câmara dos Deputados aprovou por 231 votos a favor, 188 contra e 8 abstenções o texto-base do projeto de lei que autoriza o trabalho terceirizado de forma irrestrita para qualquer tipo de atividade.

O noticiário político ainda concentra as atenções em meio à espera pelo avanço da reforma da Previdência. Na véspera, o presidente Michel Temer anunciou que somente os servidores públicos federais serão atingidos pelas mudanças na proposta, deixando de fora servidores estaduais e municípios, na tentativa de facilitar a tramitação da reforma no Congresso. (G1)
 

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22/03/2017 09:01
BRASIL TENTA REVERTER IMAGEM RUIM PÓS OPERAÇÃO CARNE FRACA

 
 
Enquanto o Brasil tenta conter os prejuízos no mercado internacional em meio às suspensões de importação de carne por causa do escândalo de adulteração e corrupção no setor, outros países enxergam o fato como oportunidade. Grandes produtores de carne, como Estados Unidos e Austrália, estão de olho em mercados em que Brasil tinha força, como a China e a União Europeia. Também de olho no espaço que será deixado pelo Brasil, mas com menor potencial de exportação, estão Argentina, Irlanda e Nova Zelândia.
 
Especialistas, ainda assim, dizem acreditar que o Brasil tenha uma vantagem: outros países terão dificuldade de suprir a demanda de um dos maiores exportadores de carne do mundo. Hong Kong impõe barreira A indústria da carne brasileira exporta o equivalente a US$ 12 bilhões por ano, de acordo com a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB). Só de carne bovina foram gerados US$ 5,5 bilhões, com as 1,4 milhão de toneladas enviadas a 150 países em 2016, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).
 
O maior comprador é Hong Kong - região administrativa especial da China -, que importou 330 mil toneladas, gerando US$ 1,1 bilhão para o Brasil. Na terça-feira, autoridades sanitárias do Japão e de Hong Kong suspenderam a exportação de carne brasileira, na esteira de restrições já impostas por China, Chile, União Europeia e Suíça. Os Estados Unidos, maior importador de carne processada do Brasil, anunciaram que aumentarão a fiscalização sobre os produtos.
 
A expectativa é que outros mercados ainda venham a impor barreiras ao Brasil, o que traz oportunidades para competidores. "Estados Unidos e Austrália geram preocupação", comentou o presidente da AEB, José Augusto de Castro. "É possível que nesses primeiros meses o Brasil perca mercados, especialmente de frango e carne bovina, para grandes produtores", disse. A proximidade geográfica com a China - segundo maior importador de carne brasileira - pode dar vantagens à Austrália, enquanto os Estados Unidos miram os países europeus.
 
A estimativa da AEB é que o Brasil tenha prejuízos de até US$ 2 bilhões este ano no mercado internacional, influenciado tanto pelas restrições como por uma provável queda do preço da carne brasileira. O preço da carne brasileira já era relativamente baixo, segundo Castro. Os preços de frango, carne bovina e suína tinham recuado, em média, 25% entre 2011 e 2016. No último ano, os frigoríficos brasileiros vinham conseguindo vender a preços melhores, com aumento de 40% no preço da carne suína, 20% do frango e 10% da carne bovina.
 
"Espera-se que essa valorização seja toda perdida", lamenta Castro. O que pode salvar o mercado brasileiro é a dificuldade de outros países de produzir a quantidade que o Brasil hoje exporta. "O Brasil é o maior produtor de carne de frango e de longe o maior exportador, então acho improvável que alguém consiga substituí-lo", afirmou à BBC Brasil Liz Murphy, CEO da Associação Internacional de Comércio de Carnes (IMTA, na sigla em inglês). Além disso, países exportadores enfrentam seus próprios desafios para competir internacionalmente.
 
A Austrália, segundo maior exportador de carne bovina, recupera-se de uma forte seca no último ano, que afetou rebanhos e elevou os preços do seu produto. Já os Estados Unidos enfrentam um surto de gripe aviária. E, antes da crise, o país era visto, inclusive, como oportunidade para o mercado brasileiro. Argentina, Irlanda e NZ. A Argentina também tem expectativas: a Câmara Argentina de Feedlot (pecuária intensiva) afirmou à agência Diarios y Noticias (DyN) que o país vizinho "não teria dificuldade" em colocar seus produtos na Europa e em países asiáticos depois do que ocorreu no Brasil.



 
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20/03/2017 09:39
EMPRESÁRIOS BAIANOS RECEBEM CURSO SOBRE INVESTIMENTOS E PREVIDÊNCIA

 

 
Com o objetivo de preparar o empresariado baiano para lidar da melhor forma possível com o atual momento do país, a Associação de Jovens Empreendedores da Bahia (AJE), promove, na quarta-feira (22), o AJE Capacita. Com o tema, “Investimentos e previdência - As melhores alternativas para você investir melhor”, o evento será aberto ao público e acontece a partir das 19h, na Fecomércio-BA, localizada na Casa do Comércio, na Av. Tancredo Neves. As inscrições também são gratuitas e já estão abertas. As vagas são limitadas. Vale a pena conferir!
 
Sobre a AJE-BA: Fundada em 2006, a Associação de Jovens Empreendedores da Bahia celebra 10 anos de atuação em 2016. Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento econômico e social do estado da Bahia, a AJE-BA forma e capacita lideranças comprometidas com uma nova mentalidade empresarial e cidadã. Além disso, promove projetos, seminários e palestras, voltadas à capacitação e qualificação profissional de jovens empreendedores e empresários e a inclusão empresarial de jovens no Estado da Bahia. Para conhecer mais e associar-se a AJE-BA, acesse www.ajebahia.com.br.



 
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17/03/2017 07:42
VEJA O QUE FAZER SE A EMPRESA NÃO DEPOSITOU SEU FGTS


Dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional mostram que quase 199 mil empresas não depositaram corretamente o valor do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de 7 milhões de trabalhadores, referentes a contas ativas e inativas, totalizando R$ 24,5 bilhões em débitos.

Até o dia 31 de julho, trabalhadores com contas inativas até 31 de dezembro de 2015 poderão sacar o dinheiro do FGTS, seguindo um calendário de acordo com a data de nascimento do beneficiário. No entanto, se acontecer de o trabalhador descobrir que o dinheiro não foi depositado pelo empregador, ele deverá entrar em contato com a empresa e cobrar o depósito dos valores atrasados.

Em caso de não haver acordo com o empregador, o trabalhador pode buscar auxílio nas Superintendências Regionais do Trabalho (antigas DRTs), ligadas ao Ministério do Trabalho, que podem determinar que os depósitos sejam feitos; ou ainda procurar o sindicato da sua categoria. A fiscalização sobre os recolhimentos de FGTS, conforme a lei 8.036/90, é de responsabilidade do Ministério do Trabalho, segundo a Caixa.​ A rede de atendimento do Ministério do Trabalho está disponível no site http://trabalho.gov.br/rede-de-atendimento.

O trabalhador deve ter em mãos o extrato da conta vinculada que comprove que os depósitos não foram realizados. Esse extrato pode ser obtido em qualquer agência da Caixa com a carteira de trabalho, o Cartão do Cidadão ou o número do PIS.

De acordo com o Ministério do Trabalho, se o trabalhador constatar que não teve o fundo de garantia depositado corretamente, deve formalizar denúncia contra a empresa.

É possível ainda buscar a Justiça do Trabalho e cobrar até cinco anos de FGTS não depositado. O prazo para entrar com uma ação é de até dois anos após o desligamento da empresa. Ou seja, só os trabalhadores que saíram da empresa entre março e dezembro de 2015 é que conseguirão ingressar no Judiciário trabalhista para requisitar o depósito dos valores referentes ao FGTS inativo.
Nos casos em que a empresa não existe mais, o trabalhador também pode ingressar com ação na Justiça do Trabalho para pedir o pagamento do FGTS. (G1)

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16/03/2017 10:57
BOVESPA CAI NESTA MANHÃ COM NOTICIÁRIO LOCAL INTENSO

 
O principal índice da Bovespa cai nesta quinta-feira, apesar do quadro externo favorável e com noticiário vigoroso no cenário doméstico, incluindo melhora na perspectiva do rating brasileiro e decisão do Supremo Tribunal Federal de que inclusão de ICMS em base de cálculo da PIS/Cofins é inconstitucional, além de balanços corporativos.

Às 10h30, o Ibovespa, principal indicador da bolsa, caía 0,12%, a 66.152 pontos. As ações da Vale e da Petrobras, no entanto, avançavam. Já as do Itaú Unibanco e Bradesco recuavam. Na véspera, o Ibovespa subiu 2,37%, aos 66.234 pontos. (G1)

 

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15/03/2017 08:38
VEJA ALGUMAS DESPESAS MÉDICAS QUE PODEM SER DEDUZIDAS DO IR


 
As despesas médicas estão entre os fatores que mais levam contribuintes para a malha fina, segundo a Receita Federal. Não há limite para a dedução de despesas médicas, mas nem todo tipo de gasto pode entrar na declaração. E também é necessário fazer a declaração completa para pedir a dedução.

Foram ouvidos os especialistas Luis Castelo, advogado da Lopes & Castelo Sociedade de Advogados, Silvinei Toffanin, especialista e diretor da Direto Contabilidade, Gestão e Consultoria, e Cleiton Felipe, especialista da área de tributos da auditoria e consultoria BDO para elaborar um tira-dúvidas sobre a declaração de despesas médicas no IR 2017.

O que pode ser deduzido?

As despesas médicas se caracterizam pelos pagamentos efetuados, para o seu próprio tratamento ou o de seus dependentes, a médicos de qualquer especialidade, dentistas, psicólogos, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, hospitais, e as despesas provenientes de exames laboratoriais, serviços radiológicos, aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas e dentárias.

O marca-passo é dedutível desde que esteja incluído na conta hospitalar ou na conta emitida pelo profissional. As próteses dentárias e aparelho ortodônticos requerem a comprovação e nota fiscal em nome do beneficiário.

O que não pode ser deduzido?

Despesas cobertas pelo plano ou seguro saúde ou que foram reembolsadas não devem ser deduzidas. Despesas referentes a acompanhante, exames de DNA para investigação de paternidade, gastos com medicamentos (exceto se estiver em conta hospitalar) e com passagem e hospedagem no Brasil ou no exterior para fins de tratamento médico também não entram na dedução. (G1)

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14/03/2017 09:31
O PASSO A PASSO DE QUEM DESEJA INVESTIR NO TESOURO DIRETO


Quem acompanha minha coluna e as participações na Globonews sabe que eu frequentemente indico o Tesouro Direto como uma boa opção para quem tem interesse em aplicar em Renda Fixa. Além do nível de risco ser parecido com o da poupança - ou seja, muito baixo -, a rentabilidade é bem interessante – é possível ter retornos em torno de 0,9% ao mês. Muitos leitores e espectadores me procuram para tirar as dúvidas mais básicas sobre como é possível fazer o investimento.
 
Sendo assim, resolvi abordar alguns pontos frequentes nas perguntas que recebo. A primeira delas é o que é necessário fazer para começar a investir no Tesouro Direto. Ao contrário do que muita gente pensa, não é no site do Tesouro Nacional que você faz o seu cadastro para investir. Ali você encontra as opções de títulos disponíveis, as cotações de cada um deles, o prazo de vencimento, como cada título funciona, entre outras informações. Em suma, é isso: o site do Tesouro Nacional é a principal fonte de informações sobre os títulos do Tesouro Direto.
 
Para começar seus investimentos entre no site do Tesouro Direto para escolher a sua corretora. Lá, eles disponibilizam a lista de todas as instituições que são autorizadas a investir em Tesouro Direto, bem como as taxas cobradas por cada uma delas. A boa notícia é que muitas delas nem cobram corretagem.
 
O próximo passo é cadastrar-se nessa corretora, abrir uma conta e transferir para ela o dinheiro que você pretende investir. Uma vez que o seu dinheiro estiver lá, você pode comprar títulos do Tesouro Direto. A cada vez que investir, você receberá um certificado da Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC) - documento que assegura que o seu dinheiro foi encaminhado para o título que escolheu.
 
Aliás, vale a pena reforçar o seguinte: muita gente tem medo de perder o investimento no caso, por exemplo, da corretora quebrar. É importante ressaltar que a corretora atua somente como uma intermediária do negócio. Ou seja, se a instituição quebra, isso não interfere em nada no seu investimento em Tesouro Direto. Esse documento da CBLC assegura que o título é seu. O lastro do Tesouro Direto é o Tesouro Nacional, ou seja, você só perderia o dinheiro investido em caso de calote do governo - que é uma situação improvável e que afetaria grande parte dos fundos de Renda Fixa.
 
Uma vez comprado o seu título, se você optar por ficar com ele até a data de vencimento, os seus rendimentos serão encaminhados para sua conta na corretora. A partir daí, você tem a opção de reinvestir ou transferir o dinheiro para sua conta bancária. Antes do vencimento, no entanto, você também tem a opção de negociar seu título diariamente. (G1)

 

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