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PESQUISA: 47% DOS CONSUMIDORES INADIMPLENTES ESTÃO MUITO ENDIVIDADOS




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“Este é o fenômeno da responsabilidade fiscal e esta responsabilidade fiscal é o que importou neste pequeno ato do PIS/Cofins, em primeiro lugar para manter a meta fiscal que estabelecemos.”

Michel Temer
Presidente do Brasil 









NOTÍCIAS
 
PESQUISA: 47% DOS CONSUMIDORES INADIMPLENTES ESTÃO MUITO ENDIVIDADOS
19/07/2017 12:00

 

O nível de endividamento elevado (muito endividado) atinge 47% dos consumidores inadimplentes, ou seja, que estão com o “nome sujo”, de acordo com a pesquisa nacional Perfil do Consumidor Inadimplente, realizada pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com cerca de 1.500 respondentes. Em seguida, 26% se dizem mais ou menos endividados, outros 26% um pouco endividados e apenas 1% declara não ter dívidas. Entre os consumidores não inadimplentes (sem negativação do débito), apenas 10% se declaram muito endividados, 21% mais ou menos endividados, 46% pouco endividados e 23% sem endividamento.
 
Realizada entre os dias 23 de maio e 13 de junho, a pesquisa Perfil do Consumidor Inadimplente constatou ainda que para 62% dos consumidores negativados no SCPC, as dívidas comprometem mais de 50% da renda, ao fim de cada mês. A imagem abaixo contém os detalhes. 
 
O desemprego é principal causa da inadimplência para 32% dos consumidores, seguido de diminuição de renda (24%), descontrole financeiro (20%), empréstimo do nome a terceiros (11%), despesas extras com saúde e educação (10%) e atraso no recebimento do salário (3%).
 
Contas diversas como IPTU, IPVA, educação e plano de saúde são responsáveis por 25% da inadimplência, seguidas de empréstimo pessoal e consignado (17%), móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos (13%), alimentação (13%), vestuário e calçados (11%), contas de consumo de água e luz (9%), financiamento de veículos (6%), materiais de construção (3%) e financiamento da casa própria (3%).
 
A forma de pagamento utilizada para a compra que gerou a inadimplência foi o boleto para 27% dos entrevistados, cartão de crédito (21%), carnê de financiamento/crediário 15%, cheque ou cheque especial (14%), cartão de loja (12%) e contrato de empréstimo pessoal ou consignado (11%).
 



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NOVO REFIS PREVÊ DESCONTO DE ATÉ 99% EM MULTAS E JUROS DE DÍVIDAS DE EMPRESAS
14/07/2017 09:35

 


Reconduzido ao posto de relator do projeto que cria um novo programa de refinanciamento de dívidas (Refis), após ter desfigurado a primeira proposta enviada pelo governo ao Congresso, o deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG) voltou a incluir, no novo texto, condições mais vantajosas para as empresas. O parecer aprovado nesta quarta-feira, 13, pela comissão mista da Medida Provisória (MP) 783 eleva os descontos em multas e juros para até 99% e concede a maior número de devedores o benefício de pagar um valor menor de entrada.

Cardoso Jr. já havia declarado ao Estadão/Broadcast em junho, dias após a edição da MP 783, a intenção de fazer as modificações. Na única audiência pública realizada sobre o tema, representantes de associações empresariais colecionaram reclamações sobre o texto do governo e apresentaram vários pedidos, alguns deles acatados pelo relator.

Se as mudanças prevalecerem no plenário, elas podem ameaçar a previsão da área econômica de arrecadar R$ 13,3 bilhões este ano com o programa. O Novo Refis foi desenhado de forma a garantir o pagamento de entradas maiores pelos devedores, para ajudar no caixa deste ano. O parecer aprovado reduz esse potencial.

O relator alterou seu parecer de última hora. O texto lido na comissão não trazia mudanças nos porcentuais de descontos nem no valor da entrada para os menores devedores. Mas Cardoso Jr. acabou acatando diretamente em seu texto final destaques (sugestões de mudanças no texto) que seriam solicitados pelos parlamentares no plenário da comissão. A versão final do relatório prevê, por exemplo, descontos de 99% em juros e multas para os devedores que, após o pagamento de uma entrada de 20% da dívida ainda este ano, liquidarem o restante integralmente em janeiro de 2018.



 



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EM RAZÃO DA CRISE, 80% DOS BRASILEIROS CORTARAM GASTOS EM 2017
10/07/2017 11:44

 
Um levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional e Dirigentes Lojistas (CNDL) com consumidores de todas as regiões, idades e classes sociais do país revela que, na comparação com 2016, 80% dos brasileiros tiveram de fazer cortes no orçamento ao longo do primeiro semestre deste ano para lidar com os efeitos da crise.
 
O principal item cortado por esses consumidores foi a alimentação fora de casa, citado por seis em cada dez (57%) pessoas. Outros produtos e serviços que também deixaram de ser prioridades para o brasileiro foi a aquisição de roupas, calçados e assessórios (55%), idas a bares e restaurantes (53%), gastos com lazer e cultura, como cinema e teatro (51%), viagens (51%), idas a salões de beleza (50%) e a compra de itens supérfluos nos supermercados (50%).
 
A pesquisa demonstra que a melhora de alguns índices econômicos como o recuo da inflação e a queda das taxas de juros ainda não se refletiu em efetiva percepção de melhora no dia a dia do consumidor. De acordo com o balanço do primeiro semestre, para 76% dos consumidores, a vida financeira pessoal continuou igual ou pior do que no ano passado. Apenas 19% consideram que houve melhora no período avaliado. A percepção predominantemente negativa se mantém elevada em todos os estratos analisados, como gênero, idade e classe social.
 
A avaliação que os entrevistados fazem do desempenho da economia do país como um todo também vai na mesma direção: para 39% dos entrevistados, as condições da economia brasileira pioraram nos seis primeiros meses deste ano em relação ao ano passado, enquanto para 38%, ela se manteve do mesmo jeito. De modo inverso, apenas 19% acreditam que houve melhora ao longo do período.
 
“A reconquista da confiança dos brasileiros ainda demandará tempo e depende de resultados mais palpáveis no campo econômico. No momento, a condição para que a economia melhore é a solução do impasse político e a aprovação das reformas estruturais, como a da previdência e a trabalhista. As projeções indicavam que o início da recuperação se daria ao longo do segundo semestre. Agora, porém, levantam-se muitas dúvidas sobre essa possibilidade acontecer neste ano”, avalia o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.
 
Considerando a parcela de brasileiros que avaliam que o estado de suas finanças piorou ao longo do primeiro semestre, as razões relacionadas a crise ganham destaque: 34% atribuem a piora à queda da renda familiar, 32% mencionam o fato de não conseguirem mais poupar como antes e 30% culpam o desemprego. Já entre a minoria que notou alguma melhora na situação financeira pessoal, a razão mais citada é o controle do próprio orçamento, mencionado por 37% desses entrevistados.
 
Outro dado que demonstra o alcance da crise é que 57% dos brasileiros passaram a fazer bicos e trabalhos extras para complementar a renda de casa. O desemprego bateu à porta de 36% dos consumidores ouvidos e pouco mais de um terço (35%) precisou recorrer a empréstimos bancários ou ajuda de familiares para organizar o orçamento. Há ainda, 26% de entrevistados que para conseguir algum dinheiro tiveram de vender algum bem.
 
Resultado do dinheiro mais curto é que 38% dos entrevistados foram parar nos cadastros de inadimplentes pelo não pagamento das contas. Mais da metade (51%) dos consumidores admitiram ter ficado vários meses ao longo deste ano com as contas no vermelho e 56% não estão conseguindo pagar todas as contas em dia.
 
Os atrasos impactam tanto as contas de primeira necessidade, como em modalidades usuais de crédito, como o cartão e cheque especial. De acordo com a pesquisa, 28% dos consumidores brasileiros se encontram atualmente em atraso no pagamento das contas de água e luz. Os atrasos no cartão de crédito e no cheque especial, duas das modalidades que cobram os juros mais elevados do mercado, alcançam 31% e 16%, respectivamente. Também há falta de pagamento nos cartões de loja (26%), contas de internet (27%), telefone (24%) e TV por assinatura (21%).

 



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PASSAGENS AÉREAS TÊM PREÇOS ATÉ 53% MAIS BARATOS PARA JULHO
06/07/2017 08:01

 


Quem quiser esticar as férias do mês de julho vai encontrar passagens aéreas até 53% mais baratas, a depender do trajeto. Isto porque, de acordo com um levantamento feito com exclusividade pela plataforma Viaja Net, a projeção de oferta de voos por parte das companhias aéreas foi maior para o período. Porém, a demanda não alcançou a expectativa, o que fez as empresas baixarem os preços.
 
O levantamento listou, ainda, os dez destinos com saída de Salvador (ida e volta) que estão mais baratos no período. Entre eles estão cidades como Campina Grande (PB), Natal (RN), Uberlândia (MG), Vitória da Conquista (BA) e Recife (PE). “As empresas apostaram muito nas férias de julho, mas o que a gente tem verificado é uma baixa de demanda que não conseguiu segurar a oferta, o que acabou motivando o volume de promoções”, diz o gerente de Marketing do Viaja Net, Gustavo Mariotto.
 
Os destinos nacionais, sobretudo para cidades nordestinas, reúnem o maior número de promoções, conforme acrescenta Mariotto. Há também opções de voos regionais disponíveis no site para viagens dentro da própria Bahia que estão com preços reduzidos, como, por exemplo, para as cidades de Vitória da Conquista (-43%), Paulo Afonso (-33%) e Ilhéus (-27%).
 
“As promoções são específicas e expiram rapidamente, o que exige do consumidor paciência para pesquisar e ficar esperto acompanhando esses preços. Mas é possível, inclusive, encontrar passagens para a primeira semana de agosto com essa redução”, afirma. (Correio)

 



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SALÁRIO MÉDIO MENSAL DO BRASILEIRO TEVE QUEDA DE 3,2% EM 2015, DIZ IBGE
05/07/2017 10:19

 

O salário médio mensal pago ao trabalhador brasileiro teve queda de 3,2% de 2014 para 2015, ano em que o país perdeu 1,7 milhão de postos de trabalho assalariado. É o que aponta o Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, se considerado o total de salários somado a outras remunerações, a queda no rendimento médio mensal foi de 4,8% em 2015 em relação ao ano anterior. Considerando todas as atividades econômicas, o salário médio mensal em 2015 foi de R$ 2.480,36.

Os maiores salários médios mensais foram pagos por empresas ligadas às atividades de eletricidade e gás (R$ 6.870,31). Em segundo lugar no ranking dos maiores salários vêm as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (R$ 4.648,91), seguido pelas empresas ligadas a organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais (R$ 4.648,91).

As três atividades com as maiores médias salariais absorveram juntas 2,4% do total de pessoal ocupado assalariado no país. As três apresentaram salários, respectivamente, 177%, 136,5% e 87,4% acima da média.

Já os menores salários foram pagos aos trabalhadores dos setores de alojamento e alimentação (R$ 1.249,49), atividades administrativas e complementares (R$ 1.522,75) e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (R$ 1.609,10). Estes valores representam salários, respectivamente, 49,6%, 38,6% e 35,1% abaixo da média.

 



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DÓLAR CAI EM DIA DE FERIADO NOS EUA E OLHO NA CENA POLÍTICA
04/07/2017 10:00


O dólar opera em queda nesta terça-feira (4), em dia de baixa liquidez com feriado nos Estados Unidos e com os investidores monitorando o cenário político, diante da expectativa da votação do pedido de urgência da reforma trabalhista no Senado, segundo a Reuters. Às 9h09, a moeda norte-americana caía 0,1%, vendida a R$ 3,3015.

O Banco Central não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio, por ora. Em agosto, vencem US$ 6,181 bilhões em swap cambial tradicional --equivalente à venda futura de dólares.

Na véspera, a moeda norte-americana caiu 0,23%, vendida a R$ 3,3051, com certo alívio diante do cenário político doméstico e também com baixo volume de negócios.

Em junho, a moeda acumulou alta de 2,36% sobre o real, na segunda alta mensal seguida. No 2º trimestre, a valorização foi de 5,8%, maior salto em três meses desde o período entre julho e setembro de 2015 (26,77%). No semestre e no ano, o avanço foi de 1,94%. (G1)

 



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DÓLAR RECUA, ABAIXO DE R$ 3,30, E BOVESPA SOBE
03/07/2017 11:49


O dólar recua ante o real nesta segunda-feira (3), chegando a operar abaixo de R$ 3,30, com certo alívio diante do cenário político doméstico e também com baixo volume de negócios. O movimento de baixa, no entanto, era contido pela alta da moeda norte-americana ante divisas de países emergentes, segundo a Reuters. Às 10h49, a moeda norte-americana caía 0,51%, vendida a R$ 3,2959.

Para os investidores, o clima político estava um pouco mais ameno após o ex-assessor do presidente Michel Temer e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) deixar a prisão preventiva, ainda que com restrições, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) ter recebido o aval para retornar às atividades do seu mandato.

Já o principal índice da B3 (antiga BM&FBovespa, a bolsa brasileira) opera em alta nesta segunda, apoiando-se no maior apetite por risco de investidores no exterior, mas tendo ganhos limitados pela persistente cautela com a crise política, que se agravou após a denúncia apresentada contra o presidente Michel Temer, segundo a Reuters. Às 10h15, o Ibovespa operava em alta de 0,33%, a 63.092 pontos. (G1)

 



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VAI VIAJAR DE ÚLTIMA HORA? VEJA COMO ECONOMIZAR NAS FÉRIAS DE JULHO
22/06/2017 10:02


O mês de julho está se aproximando e muita gente tem a possibilidade de tirar alguns dias de férias. E para aproveitar o descanso sem gastar mais do que pode, vale fechar o planejamento da viagem o quanto antes. Tendo em vista o aumento da demanda nesse período, alguns destinos tendem a ficar mais caros. É o caso da viagem para a Disney, por exemplo.
 
Se você ainda não fechou o pacote de viagens, meu primeiro conselho é focar em destinos menos conhecidos ou que estão em baixa temporada. Antes de escolher o local, no entanto, vale pesquisar se a região realmente vale a pena em períodos com menos turistas.
 
Por exemplo regiões conhecidas por uma vida noturna agitada pode não valer em épocas de baixa temporada, Com o baixo movimento, algumas casas noturnas bares e restaurantes nem abrem as portas.
 
Escolhido o destino, reserve a hospedagem e compre as passagens o quanto antes para tentar conseguir preços melhores. As companhias aéreas costumam fazer vendas promocionais nos fins de semana e durante a madrugada, fique de olho para aproveitar essas oportunidades.
 
Se a intenção for viajar para fora do País e você tiver a intenção de usar cartão de crédito internacional, é válido ligar para a operadora alguns dias antes da viagem para avisar. Isso evita que o cartão seja bloqueado por motivos de segurança quando você fizer alguma compra fora do território nacional.
 
Além disso, vale a pena checar com a operadora a possibilidade de oferecerem o seguro-viagem gratuitamente. As operadoras costumam oferecer isso para alguns cartões, porém é necessário pedir e muitas vezes só é valido se a passagem for comprada com o cartão.
 
Mas, muito cuidado com as compras feitas no cartão de crédito. Lembre-se de que o valor que será cobrado de você será feito com base na cotação do dia de fechamento da fatura do seu cartão. Além disso, é preciso levar em consideração o ganho do banco, ou seja, a compra pode sair bem mais cara do que você imaginou.
 
Sugiro que você conte com o cartão de crédito para emergências e use papel moeda para despesas cotidianas da viagem. Na hora de comprar moeda estrangeira, considere além dos bancos, as casas de câmbio, elas costumam negociar cotações melhores.
 
Para evitar gastos exagerados, também vale a pena estabelecer limites diários de gastos. Por exemplo, se você montar uma programação para gastar no máximo US$ 120 por dia, mas por alguma razão extrapolar, economize no dia seguinte. Essa dica é preciosa principalmente para essas viagens planejadas de última hora, que tendem a ficar mais caras. (G1)

 



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COMO COBRAR EMPRÉSTIMOS FEITOS A AMIGOS E FAMILIARES
20/06/2017 08:37


Em tempos de crise econômica e desemprego em patamar elevado, muitas famílias estão com dificuldades para manter o orçamento em ordem e sem dívidas. Nessas horas, conseguir crédito com o banco por taxas baixas é um verdadeiro desafio. As instituições financeiras tendem a deixar as taxas mais salgadas não só pelo aumento da demanda, mas também pelo risco maior de inadimplência dos clientes. 
 
Diante desse cenário, muita gente com orçamento apertado acaba recorrendo a familiares e amigos para tomar empréstimo. Além da negociação ser menos rigorosa do que aconteceria em um banco, na maioria dos casos os devedores também não pagam juros. Isso porque quem empresta o dinheiro tem a intenção de ajudar a outra pessoa.
 
No entanto, quem empresta muitas vezes fica no dilema de não saber como cobrar o dinheiro de volta. Nesse ponto, a proximidade entre as duas partes tem seu lado negativo. Ao contrário dos bancos, que são totalmente imparciais quanto à situação de seus clientes, o empréstimo entre amigos e parentes têm o peso do relacionamento pessoal. Podemos identificar alguns perfis comuns de devedores - e para cada um deles é preciso uma abordagem diferente para reaver a quantia emprestada.
 
Devedor esquecido: costuma ser relapso com datas de pagamento e normalmente se endivida por essa falta de organização. No entanto, não deixa de pagar e costuma pagar logo depois da primeira cobrança. Na verdade, o que ele precisa é de um lembrete, mas não vai deixar de te pagar.
 
Devedor no limite: costuma pedir dinheiro emprestado quando está no limite do orçamento. Se as despesas aumentaram recentemente, ele levará um tempo para organizar o orçamento e pode ficar sem dinheiro para pagar as contas um mês ou outro e, por isso, pede dinheiro emprestado. Como não tem o hábito de pedir dinheiro sempre, também será mais fácil cobrar o devedor com esse perfil. No entanto, tendo com o orçamento apertado, o ideal é que, caso você empreste dinheiro para ele, que faça isso com espaço para um prazo mais longo para receber o pagamento.
 
Devedor desorganizado: é aquela pessoa que pode até ter a melhor das intenções, mas não consegue colocar a vida financeira no lugar. A julgar pelo coração, você sabe que ele lhe pagará assim que tiver o dinheiro em mãos, mas as finanças dele são tão desorganizadas que você não vê isso acontecendo tão cedo. Assim como no caso anterior, é melhor não emprestar se você for precisar do dinheiro de volta com urgência. Se já tiver emprestado, uma forma de cobrar sem desgastar a relação é incentivando-o a organizar o orçamento para saber como priorizar os pagamentos. 
 
Devedor egoísta: esse é o pior caso. Quando precisa do dinheiro emprestado, este devedor te procura, te comove com a situação de vida dele. Assim que consegue o dinheiro emprestado, ele simplesmente desaparece, não atende mais suas ligações, ignora os recados de cobrança e deixa muito claro que não tem a intenção de te pagar tão cedo. Não se assuste se ele aparecer com seu dinheiro somente quando ele, na verdade, precisar de um novo empréstimo. O ideal é não emprestar, tendo em vista que o desgaste na relação obviamente vai acontecer. (Samy Dana/G1)

 



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APESAR DE VALORIZAÇÃO RECENTE, BITCOIN É APLICAÇÃO DE GANHO INCERTO
16/06/2017 08:35


Nos últimos tempos eu venho recebendo muitas perguntas a respeito do bitcoin, a maioria querendo saber se essa é uma opção boa e segura de investimento. As pessoas estão demonstrando um interesse maior em conhecer outras opções de investimento por conta da instabilidade política e econômica e da alta do bitcoin dos últimos meses.
 
Em cenários turbulentos como que vivemos, é comum vermos o surgimento de boatos - vale lembrar dos rumores que se espalharam sobre confisco da poupança no período pré-impeachment de Dilma Rousseff, assim como os boatos de que o governo daria um calote na dívida.
 
Esse tipo de informação sem fundamento faz com que muita gente abandone investimentos para apostar em outras opções que parecem surgir como "soluções milagrosas". Nesse sentido, meu conselho é para manterem a totalidade ou pelo menos 85% do patrimônio em suas posições conservadoras e não trocarem por opções voláteis, como é o caso do bitcoin e algumas outras modalidades que estão ganhando força.
 
Especialmente em tempos de instabilidade econômica e incertezas políticas, o risco é potencializado. Ou seja, trocar a renda fixa pela variável, nesse momento, sobretudo o bitcoin, que é regido por um mercado internacional, aumenta de forma significativa suas chances de levar prejuízo. Nesse artigo eu aponto quais são as opções mais aconselháveis para a renda fixa nesse momento.
 
Além do fator contextual, precisamos levar em conta um detalhe que faz diferença em nossos processos de tomada de decisão.
 
O psicólogo alemão Herbert Ebbinghaus descobriu o “Recency Effect”. Esse conceito diz que nós tendemos a dar mais crédito a informações mais recentes. Como elas estão mais claras e frescas em nossa memória, tendemos a consolidar nossas decisões com base nessas informações mais recentes. Essa é uma das causas que bolhas se formam com frequência em mercados financeiros.
 
Isso significa que, em muitos casos, deixamos de fazer uma análise mais profunda dos riscos e das informações nas quais estamos confiando. Por exemplo, se um rumor dizendo que o bitcoin é uma boa opção de investimento se espalha, a repetição dessa informação e sua disponibilidade na memória recente das pessoas pode levar muitos a crer que esse caminho é realmente de ganhos sem risco.
 
Mas o risco de mercado, ou seja, a oscilação dos retornos do bitcoin é incomparavelmente maior que os instrumentos financeiros mais comuns: títulos públicos, títulos privados, ações, dólar, ouro etc. (SamyDana/G1)

 



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SAIBA COMO USAR O INSTAGRAM PARA ALAVANCAR VENDAS
12/06/2017 07:54


Com cerca de 35 milhões de brasileiros ativos por mês, a rede social de compartilhamento de foto e vídeo Instagram tem sido cada vez mais utilizada por empresas que desejam alavancar seus negócios. A rede permite que os empreendedores divulguem produtos, atraia clientes para lojas físicas, acompanhe as críticas e sugestões do público de forma mais precisa e pode aumentar as vendas em até 48,5%, segundo levantamento da Rock Content, líder em marketing de conteúdo da plataforma no Brasil. De acordo com o Social Midia Trends 2017, pesquisa anual sobre as diferentes formas de utilização das redes sociais, 63,3% das empresas nacionais utilizam o Instagram como principal rede de divulgação de seus negócios.
 
“A rede social para empreendedores não é só um espaço de promoção, é principalmente um local de engajamento com o público por meio da produção de conteúdo que se relacionam com perfil da empresa. Dicas de como usar o produto, receitas e tutoriais são algumas das formas utilizadas para interagir com os usuários”, afirma a gerente adjunta da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae-BA, Alessandra Giovana.
Entre as principais estratégias das empresas está a utilização dos posts promocionais, uma ferramenta paga que faz com que os conteúdos alcancem um número maior de pessoas, inclusive aquelas que ainda não seguem a empresa.

“O Instagram é uma rede predominantemente visual, e é isso que a torna tão atrativa. As pessoas gostam de ver com seus próprios olhos.  Para dar certo, é necessário ter estratégia, postar conteúdos atrativos e não apenas ficar divulgando o que a empresa vende”, explica o gerente de marketing em redes sociais da Rock Conten, Vinicius Faria. O especialista também ressalta que abrir um perfil comercial no Instagram requer estudo do público-alvo do negócio, para compreender o tipo de postagem e linguagem que devem ser utilizados. Além disso, possuir equipamentos de fotografia, como câmera, iluminação e programas de edição, é determinante para gerar imagens com boa qualidade que surpreendam os seguidores.

A maior parte do público da brigaderia de Márcio chegou depois da criação de um perfil no Instagram

Márcio Ventura, fotógrafo e proprietário da Mais Brigadeiro, localizada no Matatu, Centro de Salvador, revela que a maior parte da sua clientela apareceu depois da criação de um perfil no Instagram no qual investe R$ 700 por mês e que hoje conta com mais de 12 mil seguidores. “Trabalhar com culinária ajuda muito nisso, porque as pessoas amam ver vídeos e fotos de doces, mas minha principal estratégia foi mostrar meus produtos exatamente como eles são, as pessoas não se frustram quando chegam na loja”, esclareceu.

A utilização da rede social para os negócios, contudo, precisa de atenção. A visibilidade do produto ou serviço pode atrair, além de clientes, críticas e avaliações que potencialmente prejudiquem a imagem da empresa. Vinicius Faria alerta que a empresa precisa estar preparada para gerir crises desse tipo com humildade e prestar esclarecimentos dentro da própria rede. “Transforme o que seria um prejuízo em uma oportunidade de vender sua imagem através de boas ações”, destacou.

Ainda segundo Vinicius, as informações cedidas pelo Instagram sobre alcance, recepção e impacto de cada uma das postagens ainda são muito limitadas e isso dificulta na hora de saber se a estratégia está dando certo ou não. Como solução, ele indica a utilização de ferramentas baixadas separadamente do aplicativo

Hashtags: Hashtags populares farão com que seus posts apareçam entre os primeiros resultados nas buscas relacionadas ao seu setor.

Parcerias: Faça parcerias com marcas mais conhecidas ou influenciadores digitais para divulgar seu perfil.

Conteúdo: Não foque apenas em divulgar as ações promocionais do seu negócio. Invista em posts divertidos, com bom humor, informação e entretenimento.
 
Datas Especiais: Aproveite ocasiões como a do Dia dos Namorados e do São João para fazer campanhas temáticas.

Sorteios: Promova sorteios entre os seguidores, estabeleça como requisito marcação de outros amigos e curtidas nas redes sociais.

Comentários: Sempre responda o máximo possível de comentários dos clientes. Assim, eles farão questão de continuar interagindo na rede.

Frequência: Crie um cronograma de postagens para marcar presença no feed dos clientes para ser lembrado.

Ferramentas para  página comerciais 

Instamizer: Permite que você agende postagens automáticas, edite fotos e gerencie várias contas da rede social ao mesmo tempo.

Instaorders: Transforma seu perfil em uma loja online, com etiquetas de preço e direcionamento para página de pagamento.

Overgram: Cria conteúdos visuais diferenciados, com utilização de textos, filtros e ferramentas de edição.

Flipagram: Cria pequenos vídeos de 15 ou 30 segundos, reunindo suas postagens mais populares.

Followers Insight: Permite que você conheça que tipo de conteúdo seus seguidores mais gostam.

Iconosquare: Informa sobre o alcance dos posts, aumentos e quedas diárias.
 
 
 


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VEJA AS MELHORES CIDADES DA BAHIA SEGUNDO A CONSULTORIA MASTERPLAN
07/06/2017 10:51

 

 

 
A cidade do Salvador caiu da 53a posição para  o 67o lugar no ranking das 100 melhores grandes cidades do Brasil para se viver, segundo estudo da consultoria Macroplan. A capital baiana teve pontuação e 0,555.

No ranking, Salvador ficou abaixo de Vitória da Conquista que é considerada a melhor cidade baiana, com 0,655,  ocupando a 63a posição. Entre 2005 e 2015, Salvador caiu no ranking nacional em todas as dimensões pesquisadas:educação, saúde, segurança e infraestruura e sustentabilidade.
 
No Nordeste, a capital baiana é superada por Fortaleza, que está em 62o lugar, e por Petrolina, em Pernambuco, que é considerada a melhor cidade do Nordeste para se viver, ocupando o 45o  lugar no ranking,
 
Para chegar a esta conclusão, a consultoria analisou os municípios com mais de 266 mil habitantes em 16 indicadores divididos em quatro áreas distintas: saúde, educação e cultura, segurança e saneamento e sustentabilidade.

Os pesos dos indicadores e das áreas que compõem o índice foram divididos da seguinte forma: 35,3% para educação e cultura; 35,3% para saúde; 20,6% para infraestrutura e sustentabilidade e 8,8% para segurança.
Veja o estudo completo aqui. 


Veja Também: Feira de Santana tem opior desempenho entre as grandes cidade




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BRASIL FICA EM 2º LUGAR EM RANKING DE COMPLEXIDADE FINANCEIRA
06/06/2017 10:00


Numa lista de 94 países, o Brasil está em segundo lugar como um dos que têm a maior complexidade para cumprir com obrigações contábeis e fiscais, ou seja, manter as contas das empresas em ordem e os tributos em dia. O Índice de Complexidade Financeira de 2017 foi divulgado nesta segunda-feira (5) pela TMF Group, uma consultoria internacional voltada para desenvolvimento de negócios pelo mundo.
 
Acima do Brasil está a Turquia e abaixo, a Itália – o que poderia sugerir que temos algum consolo. Mas não temos. Os sistemas tributário e de contabilidade brasileiros não consolam ninguém – pelo contrário. O italiano também não deveria. A lista da América Latina revela que é característica da região ter alta complexidade e muita burocracia para manter um negócio funcionando no país.
 
Cumprir as leis tributárias nas três esferas – federal, estadual e municipal; manter as obrigações em dia e evitar ser pego num erro irrelevante – mas que pode sair custoso – são os desafios diários dos empresários brasileiros. É preciso incluir no projeto e no orçamento das companhias um departamento exclusivo para cuidar dos detalhes perversos do sistema nacional. E isto é custo na veia da economia.
 
“Isso não facilita em nada a vida das empresas e afeta muito a competitividade da economia. Sermos o segundo país do mundo, o mais complexo das américas, afasta o investidor. Quem vai investir aqui leva isso em consideração e pode escolher outro lugar. Não é só da questão da crise política e da economia”, disse Marco Sottovia, diretor da TMF Group Brasil.
 
A posição no ranking vem piorando ao longo dos últimos anos e o diretor da TMF Group explicou o porquê. “Nós pioramos por dois aspectos. O primeiro é que incluímos na metodologia a área contábil, que tem muitas obrigações assessórias e dificulta a vida do empresário. Segundo, e principalmente, pela quantidade de mudanças que temos na legislação.  Quanto mais ela muda, mais o ambiente piora e não há previsibilidade. Isso também afeta as obrigações e piora a complexidade”, disse Sttovia. (Blog Thais Herédia/ G1)

 



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COMPRA DA CASA PRÓPRIA FICA MAIS SEGURA COM PELO MENOS 50% DE ENTRADA
03/06/2017 13:19

 


Mesmo com a taxa Selic atingindo o menor patamar dos últimos três anos, após ser fixada em 10,25% pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) na última quarta-feira, especialistas em crédito imobiliário consideram que ainda é arriscado financiar imóveis, por causa da instabilidade política e econômica do país e do desemprego em alta. Consultores recomendam cautela a quem quer fazer negócio.
 
“Se fosse há quatro, cinco anos, eu estaria comemorando. Mas com a conjuntura atual, só vale a pena se comprometer em um financiamento se puder dar uma entrada de pelo menos 50% do valor”, afirma o consultor Marcelo Prata, dono do site www.resale.com.br e especialista em crédito imobiliário.
 
Além disso, Prata considera que há espaço para uma redução ainda maior da taxa Selic, como também avaliam outros analistas financeiros. A decisão da Selic, tomada esta semana, precedeu o anúncio feito pelo Banco do Brasil, há um mês, da redução da taxa de crédito imobiliário para pessoa física, por meio do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), para 9,9%.
 
O economista e consultor financeiro Edísio Freire acredita que nesse momento o ideal é ter ao menos 70% do valor de entrada, especialmente no caso de imóveis acima de R$ 200 mil.
 
“Para unidades que custam até R$ 180 mil, há alguns subsídios, afirma o economista. Mas ele faz uma ressalva. “Se a pessoa ficar esperando pelo momento ideal, acaba não comprando nunca”, pontua.
 
Mais otimista, o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado da Bahia (Sinduscon), Carlos Henrique Passos, qualificou a trajetória de redução da taxa de juros como altamente positiva. “Cada ponto percentual que se reduz na taxa de juros significa R$ 11 mil ou R$ 12 mil a menos que se paga por um imóvel de classe média ao final de um financiamento”, afirma Passos, que aguarda agora os bancos anunciarem a redução de suas taxas de juros.
 
Ele declara que a redução da taxa Selic é uma ótima sinalização, pois pode trazer para o setor produtivo, inclusive a construção civil, recursos que estão em aplicações financeiras. “Ainda há espaço para que os juros caiam mais”, declara o presidente do Sinduscon, que há muito tempo levanta a bandeira de que a taxa Selic deve ser de um dígito. (A Tarde)
 
 



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METADE DO FGTS INATIVO FOI PARA O CONSUMO
31/05/2017 10:01


Quatro setores do comércio absorveram quase a metade dos recursos das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) liberados em março, o primeiro mês do ano no qual o governo colocou em prática a medida para impulsionar a atividade econômica.
 
Isso é o que revela um estudo feito pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), obtido pelo Estado, para saber o destino do dinheiro extra. Em março foram liberados R$ 5,5 bilhões do FGTS e, juntos, os setores de vestuário e calçados, materiais de construção, móveis e eletrodomésticos, farmácia e perfumaria capturaram R$ 2,65 bilhões ou 48% desse total.
 
"Essa fatia de recursos destinada às compras pode parecer muita coisa, mas não é", afirma Fábio Bentes, o economista sênior da Confederação Nacional do Comércio (CNC) e responsável pelo estudo. Ele explica que, por causa da alta propensão a consumir dos brasileiros, era esperada uma destinação maior dessa cifra para as compras. No entanto, o resultado, segundo o economista, corrobora a hipótese de que o alto nível de endividamento das famílias nos últimos anos contribuiu para reduzir o impacto positivo desses recursos extras sobre o varejo. "A maior parte dos recursos pode ter sido direcionada para a quitação de dívidas, poupança ou gasto com serviços", calcula.
 
De dez segmentos acompanhados pela Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estudo mostra que apenas quatro foram beneficiados em vendas por essa injeção extra de dinheiro. Bentes explica que, para chegar a esses resultados, o estudo considerou para avaliar o desempenho de vendas do mês de março diferentes variáveis, entre as quais estão o comportamento normal das vendas desse mês (a sazonalidade), dos preços, da procura por crédito e da massa de rendimentos. Feitos os ajustes, o economista constatou que apenas quatro segmentos tiveram desempenho fora do padrão para essas variáveis e atribuiu o resultado ao impulso dado pelos recursos do FGTS. 
 
Quem mais tirou proveito do FGTS foi o segmento de artigos de vestuário e calçados, que absorveu R$ 1,19 bilhão ou 44,9% do total. "Sentimos uma melhora nas vendas desde o final de fevereiro e em março", afirma Edmundo Lima, diretor executivo da Associação Brasileira de Varejo Têxtil, que reúne 22 grandes grupos do varejo de moda. Ele pondera que não tem dados exatos sobre o impacto do FGTS, mas acredita que esse fator também colaborou para bom resultado. (Estadão)

 



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64% DOS BRASILEIROS QUE TEM RESERVA FINANCEIRA ESCOLHEM A POUPANÇA
26/05/2017 12:12


Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (26) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que 65% dos brasileiros não possuem reserva contra imprevistos. Enquanto isso, 37% informaram ter reservado alguma quantia.

Em relação ao destino da reserva financeira, 64% escolhem a caderneta de poupança como aplicação preferencial. Outros 20% afirmam manter o dinheiro guardado na própria casa. Em seguida, aparecem os fundos de investimento (10%); a Previdência Privada (7%); o CDB (6%); e o Tesouro Direto (4%).

O levantamento mostra ainda que, em março, entre aqueles que possuem reserva financeira, mais da metade (55%) fizeram uso dos recursos poupados. Os principais motivos foram o pagamento de contas da casa (13%), imprevistos (11%), despesas extras (9%), viajar (4%) e comprar uma casa ou apartamento (4%).

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a escolha da modalidade deve sempre levar em conta o propósito da reserva. “Se o objetivo é de longo prazo, o poupador deve buscar o melhor rendimento. Essa busca implica, muitas vezes, disciplina e um esforço de pesquisa dos melhores tipos de investimentos existentes mas pode levar a escolhas melhores. Já se o objetivo é constituir uma reserva contra imprevistos, será mais conveniente optar por um investimento com maior liquidez, isto é, mais facilidade de saque, como a poupança e os CDBs sem carência, por exemplo”, analisa.

A pesquisa ouviu 800 pessoas com idade superior ou igual a 18 anos em 12 capitais das cinco regiões brasileiras. (Com informações do G1)

 



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JUROS É PRINCIPAL BARREIRA PARA 38% DOS EMPRESÁRIOS QUE NÃO BUSCAM CRÉDITO
22/05/2017 12:21

 


As altas taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras são o principal motivo para os empresários dos ramos do comércio e serviços não buscarem crédito para investir e desenvolver seus negócios. A constatação é de uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com empresários de todos os portes nas 27 capitais.

De acordo com o levantamento, entre aqueles que nunca recorreram a empréstimos e financiamentos, quatro em cada dez (38%) atribuem a decisão ao fato de considerarem os juros elevados. A burocracia no processo de aprovação de um empréstimo foi citada por 12% dos entrevistados. Outro motivo é que 44% desses empresários conseguem manter a operação da empresa com recursos próprios. No total, 58% dos varejistas nunca utilizaram, ou ao menos buscaram, crédito na forma de empréstimos ou financiamentos.
 
Levando em consideração os últimos 12 meses, apenas 9% dos comerciantes e empresários do ramo de serviços tomaram recursos emprestados de terceiros. Outros 5% tentaram fazê-lo, mas não conseguiram, sendo que 3% acabaram desistindo e 2% tiveram o crédito negado.
 
“Com a demanda do consumidor retraída e a atividade econômica estagnada no país, inclusive com piora dos índices de empregabilidade e de renda, o empresariado brasileiro tem se mostrado pouco interessado em aumentar investimentos em seus negócios. Embora a Selic se encontre em uma trajetória consistente de queda, os juros praticados pelas instituições financeiras seguem altos, o que infelizmente contribui para inibir a busca por crédito”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.
 
Pensando nas medidas que poderiam aproximar o empresariado do crédito, os entrevistados destacam, principalmente, a flexibilização da documentação exigida (49%), alteração na política de garantias (38%), diminuição de exigência de capital próprio (38%) e das exigências quanto ao plano de negócio (35%). De acordo com a pesquisa, 57% dos empresários do varejo acreditam que linhas de financiamento bancário estimulam os investimentos, aumentando a produtividade e competitividade da empresa. Atribuindo uma nota de um a 10 para a importância do crédito no crescimento e manutenção do negócio, em que 10 significa máxima importância, os entrevistados deram nota média 6,1, sendo que 47% deram nota acima de 7,0.
 
 
A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL ainda revela que os principais processos e burocracias enfrentados por quem contratou crédito é atestar a situação legal da empresa, citada por 44% dos entrevistados. Outros empecilhos relatados são a necessidade de um avalista (23%), garantia de bens (20%) e a elaboração do plano de negócios (15%).

Os bancos públicos são identificados pelos empresários como o melhor tipo de instituição financeira para se buscar crédito, citado por 28% dos entrevistados. Os bancos privados foram mencionados por 17%. Outros 55% são indiferentes. A preferência pelos bancos públicos é justificada, sobretudo, pela percepção de que eles praticam juros mais acessíveis (59%). Outros 14% citam a segurança e credibilidade dessas instituições. Ainda assim, a nota média para o sentimento de amparo do governo nas políticas de acesso ao crédito é de apenas 3,3 pontos. No total, 47% dos empresários consultados não conhecem nenhuma linha de financiamento. Entre os que conhecem, as mais citadas são as do BNDES (49%).

 



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ENTENDA COMO FUNCIONA O FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO
18/05/2017 10:16


Quando se fala na maioria dos investimentos em renda fixa dos bancos (Letras de créditos, CDBs, LCIs e LCAs), as pessoas costumam se interessar pela segurança oferecida pela cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O fundo cobre até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e por instituição financeira. Muita gente se pergunta, no entanto, como o FGC funciona na prática.
 
Antes de entrarmos nesse ponto, lembro que o FGC cobre não somente investimentos como letras créditos e CDBs. Há cobertura para dinheiro em conta corrente e na conta poupança, sempre observado o teto de R$ 250 mil por CPF/CNPJ e por instituição.
 
Esse valor de R$ 250 mil engloba o valor investido e os juros. Ou seja, o ideal é que você não aplique o valor total do teto em um só investimento, pois o rendimento sobre esse montante já estará fora do limite do FGC.
 
Em caso de conta conjunta, a cobertura não aumenta. O teto continua sendo de R$ 250 mil para ambos os titulares. Ou seja, em uma conta com dois titulares, o máximo de cobertura será de R$ 125 mil para cada.
 
Apesar de sabermos que o FGC garante essa cobertura, ninguém espera ou deseja que o banco quebre. Por ser uma situação rara, as pessoas não sabem muito bem como funciona o pagamento das garantias no caso de falência do banco.
 
De acordo com informações do próprio FGC, o primeiro passo é que a instituição falida faça uma lista de todos os credores, especificando o CPF dos beneficiários e o valor que cada um tem a receber do FGC. Além disso, fica a cargo da instituição providenciar também os documentos de pagamento, chamado de termo de cessão. (G1)

 



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FRAUDES SE SOFISTICAM E EXIGEM MAIS CUIDADO EM TRANSAÇÕES PELA INTERNET
15/05/2017 08:36


Os ciberataques iniciados na sexta-feira, 12, e que já atingiram cerca de 150 países mostram que nem mesmo as grandes companhias estão imunes a crimes digitais. Para quem compra produtos ou faz transações financeiras pela internet, a recomendação de especialistas é redobrar o cuidado, pois golpes e fraudes têm se tornado cada vez mais sofisticados.
 
"Uma característica comum às fraudes na internet é que elas envolvem temas do momento", diz Camillo Di Jorge, presidente da Eset no Brasil. No início do ano, a empresa de segurança com sede na Eslováquia detectou um vírus disseminado por e-mail sobre os saques do FGTS. A mensagem, que prometia informar o calendário para retirada, roubava senhas bancárias por meio de um programa instalado no computador de quem baixasse o arquivo anexado.
 
Características do e-mail, como o domínio (o que vem depois do símbolo @) e a identidade visual evidenciavam o golpe. A artimanha, porém, poderia enganar usuários menos experientes.
 
Outro tipo de golpe que tem se tornado frequente é o da loja falsa. Felipe Panniago, diretor de marketing do site ReclameAqui, afirma que há casos de golpistas que respondem reclamações de usuários, fraudam CNPJs e até contratam serviços de call center. "É fundamental que a vítima exponha isso de alguma maneira, para evitar que outros consumidores passem pela mesma situação", diz.
 
Para Bruno Cavalcante, a isca foi um iPhone anunciado no site Mr. por R$ 2 mil, valor abaixo do preço médio no mercado. O produtor de eventos checou os registros da empresa vendedora e entrou em contato com uma central de call center. Bem atendido, ele só se deu conta da fraude dias depois, ao solicitar o código de rastreamento do produto e não obter resposta. Cavalcante entrou em contato com seu banco e foi informado de que o valor desembolsado havia sido bloqueado - mas não obteve ressarcimento. Hoje, ele espera uma decisão da Justiça sobre o caso. O site está fora do ar.
 
Leonardo Moura, do escritório Silveiro Advogados, diz que, quando um golpe digital é detectado, é necessário fazer um boletim de ocorrência. Quanto a ações na Justiça, o entendimento é de que o cliente deve ser amparado, porém cabe a ele ficar atento. "É cada vez mais comum ver decisões que cobram do consumidor um nível mínimo de atenção e zelo em transações eletrônicas", diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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PREVIDÊNCIA PRIVADA: ENTENDA AS DIFERENÇAS ENTRE PGBL E VGBL
11/05/2017 08:41


Com a iminente reforma da Previdência, parte dos brasileiros enxergaram na previdência privada uma alternativa para se preparar para o futuro ao se aposentar. No entanto, a primeira dúvida vem antes da contratação de fato acontecer, pois são oferecidas ao cliente duas opções: Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).
 
É fundamental entender as diferenças entre estes dois tipos de planos, pois cada um é mais vantajoso em determinados casos.
 
O PGBL é indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda. Isso porque ele possibilita que se abata da base de cálculo do IR os recursos aplicados na previdência privada naquele ano, restringindo este abatimento a 12% da renda anual bruta. Este benefício vale apenas para aqueles que também contribuem para o algum tipo de previdência oficial como, por exemplo, o INSS.
 
Antes de optar por este modelo, no entanto, é preciso avaliar se o benefício é realmente vantajoso para você no PGBL. Nele, o IR é descontado de todo o valor na hora do resgate, ou seja, o valor investido mais os juros.
 
Já o VGBL é recomendado para pessoas que fazem a declaração simplificada do Imposto de Renda, já que não permite o abatimento de IR da forma que ocorre no PGBL. Apesar disso, o IR incide apenas sobre os rendimentos, e não sobre todo o patrimônio, como acontece no PGBL. (G1)

 



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