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PLANOS ECONÔMICOS: QUEM ADERIR AO ACORDO VAI RECEBER VALOR MENOR




FRASE DO DIA
 


"As duas grandes empresas entregam o projeto formal de projeto e de sugestões para baratear a ponte. Assim que eles formalizarem o interesse e a proposta, nós vamos preparar a licitação e se tudo ocorrer bem, eu pretendo colocar a licitação no mês de abril na rua. Então, em abril nós estaríamos publicando a licitação da ponte. Se tudo ocorrer dentro do prazo"

Rui Costa
Governador da Bahia









NOTÍCIAS
 
PLANOS ECONÔMICOS: QUEM ADERIR AO ACORDO VAI RECEBER VALOR MENOR
15/12/2017 12:01

  

Cálculos feitos por advogados mostram que quem aderir ao acordo feito entre bancos e poupadores prejudicados por planos econômicos dos anos 1980 e 1990 deve receber menos do que poderia ganhar caso mantivesse a ação judicial em curso. Uma pessoa que poderia receber R$ 44,7 mil como compensação por perdas do Plano Bresser, por exemplo, pelo acordo terá direito a receber R$ 17,3 mil.

A diferença nos valores finais que os poupadores teriam a receber pelo acordo é grande quando comparada com os cálculos feitos sob os critérios de tribunais de Justiça estaduais. Especialistas consideram que a principal razão para isso, além dos descontos aplicados, pode ser uma diferença em relação à incidência dos juros remuneratórios e de mora na hora de calcular o multiplicador para a correção monetária determinada para cada plano. O texto do acordo diz que esses adicionais já estão inclusos na conta.

Os cálculos foram feitos pelo advogado Alexandre Berthe, que cuida de vários casos sobre esse assunto. Ele utilizou o critério de correção monetária da Justiça Federal do Rio Grande do Sul que, segundo ele, costuma ser utilizado na maioria das decisões, em diversos estados.

O desconto varia de acordo com o valor a receber. Quantias abaixo de R$ 5 mil são isentas. Entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, o desconto é de 8%. Entre R$ 10 mil e R$ 20 mil, de 14%. Acima de R$ 20 mil é aplicado um desconto de 19%. (Veja mais no G1)

 



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BITCOIN BATE US$ 18 MIL APÓS ESTREAR NA BOLSA DE CHICAGO
11/12/2017 08:21


O bitcoin bateu na noite de domingo (10) a casa dos US$ 18 mil após o início das negociações de contratos futuros da polêmica moeda virtual no Chicago Board Options Exchange (CBOE). Os valores dispararam um quinto do seu lançamento, enquanto as ações asiáticas avançam diante de um otimismo sobre o crescimento global.

Sendo o contrato mais negociado na CBOE, o bitcoin abriu em US$ 15,4 mil em Nova Iorque no domingo à noite, antes de avançar para o máximo de US$ 18,7 – um ganho de 21%.

Os futuros são contratos liquidados em espécie, com base no preço do leilão de bitcoin em dólares americanos na Gemini Exchange, que é detida e operada pelos empreendedores de moeda virtual Cameron e Tyler Winklevoss.

A criptomoeda cresceu 15 vezes desde o início do ano, atraindo interesse institucional e muitos pontos de interrogação. O governador interino do Banco da Reserva da Nova Zelândia disse no domingo que o bitcoin parecia ser um "caso clássico" de uma bolha. "Com uma bolha, nunca se sabe o quão longe vai ir antes de acontecer", disse Grant Spencer à TVNZ. (G1)

 



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COM INFLAÇÃO BAIXA, POUPANÇA TEM O MAIOR GANHO REAL DESDE 2006
08/12/2017 14:26

 

A caderneta de poupança teve o maior ganho real (descontada a inflação) desde 2006 no acumulado dos 11 primeiros meses de 2017, mostrou nesta sexta-feira (8) um levantamento da provedora de análises financeiras Economatica.

A aplicação rendeu 6,41% de janeiro a novembro, enquanto a inflação oficial medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve uma variação positiva de 2,5% neste mesmo período. Foi a menor inflação no acumulado do ano desde 1998 e metade da taxa registrada no mesmo período de 2016.

Desta forma, o investidor da poupança obteve um ganho real de 3,82% entre janeiro e novembro, o melhor desempenho para a aplicação em 11 anos. A última vez que a caderneta teve um ganho real maior foi em 2006, quando rendeu 4,92%.

Desde 2000, os rendimentos da poupança somente ficaram abaixo da inflação em 2002 e 2015 no período entre janeiro e novembro, apontou o economista Einar Rivero, gerente de relações institucionais da plataforma. (G1)

 



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ANP ABRE CONSULTA PÚBLICA SOBRE 15ÂȘ RODADA DE LICITAÇÃO DE PETRÓLEO
07/12/2017 10:50


A Agência Nacional do Petróleo (ANP) comunicou, em aviso publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 7, que fará consulta e audiência públicas sobre os pré-editais e minutas de contratos de concessão da 15ª rodada de licitações de blocos exploratórios de petróleo e gás em bacias terrestres.
 
A consulta pública ficará aberta a partir desta quinta-feira até o dia 18 de dezembro - os documentos já estão disponíveis nos site da agência e na superintendência do Rio de Janeiro. No dia 21 de dezembro, será feita uma audiência pública sobre o tema.(Estadão)

 



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BITCOIN ATINGE NOVA MÁXIMA HISTÓRICA E ULTRAPASSA MARCA DOS US$ 12 MIL
06/12/2017 09:10

 
A moeda virtual bitcoin, que tem visto ganhos surpreendentes ao longo deste ano, atingiu nova máxima histórica e ultrapassou a marca psicologicamente importante de US$ 12 mil na noite de terça-feira, de acordo com a CoinDesk, uma das maiores consultorias do setor de criptomoedas. No acumulado de 12 meses, o bitcoin apresenta valorização de mais de 1.500%. Somente neste ano, os ganhos estão em mais de 1.100%.
 
Na manhã desta quarta-feira, o valor de mercado total do bitcoin atingiu US$ 200 bilhões pela primeira vez, nas contas da CoinMarketCap. Nesse valor, a moeda já supera companhias como Oracle e Coca-Cola. Embora o preço do bitcoin esteja fortemente volátil, ele subiu em meio a vários comentários de que a valorização da criptomoeda é uma bolha ou uma fraude, como disse o diretor executivo do J.P.Morgan, Jamie Dimon.
 
No início desta semana, a CBOE Global Markets informou que lançará futuros de bitcoin no próximo domingo. As negociações começarão, sob o símbolo "XBT", às 21h (de Brasília) e serão livres até dezembro. De acordo com o executivo-chefe da CBOE, Ed Tilly, os futuros serão contratos ajustados em dinheiro, baseados no preço de leilão da Gemini para o bitcoin, denominado em dólares. "Diante do interesse sem precedentes no bitcoin, é vital que forneçamos aos clientes instrumentos de negociação para ajudá-los a expressar nossas visões e proteger a exposição deles", afirmou. (Estadão)

 



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BITCOIN ULTRAPASSA BARREIRA DOS US$ 11 MIL, HORAS APÓS PASSAR DE US$ 10 MIL
29/11/2017 12:46

 

 
Horas depois de ultrapassar a marca de US$ 10 mil, o bitcoin já escalou para além dos US$ 11 mil, marcando o mais recente recorde da moeda virtual. O rali transformou o bitcoin de mera curiosidade para assunto quente entre os investidores conservadores.
 
Às 12h19 (de Brasília), o bitcoin subia para US$ 11.321,39, depois de bater a máxima de US$ 11.377,33 minutos antes, de acordo com a cotação registrada pela CoinDesk, principal consultoria do setor. É uma das altas mais notáveis num ano, em geral, positivo para os preços de ativos.
 
Nos últimos meses, investidores resolveram deixar de lado as dúvidas sobre o uso de bitcoin em atividades ilícitas e mudaram o enfoque para o potencial transformador da tecnologia por trás da moeda e a perspectiva de que o bitcoin poderia substituir o ouro como um investimento para comprar quando a confiança em outras moedas cair.
 
"Agora nós temos milhões de usuários ativos", disse Peter Smith, executivo-chefe de serviços de bitcoin na Blockchain.info. "Nós não tínhamos um milhão no ano passado". (Estadão)

 



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PREVISÃO PARA O CÂMBIO PERMANECE EM R$ 3,25 AO FINAL DE 2017
27/11/2017 08:20

 
Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2017 permaneceu em R$ 3,25. Para o fechamento de 2018, a previsão dos economistas para a moeda norte-americana ficou estável em R$ 3,30.

A projeção do boletim Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2017, subiu de US$ 65 bilhões para US$ 65,5 bilhões de resultado positivo.

Para o próximo ano, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit avançou de US$ 53,2 bilhões para US$ 53,6 bilhões. A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2017, permaneceu em US$ 80 bilhões. Para 2018, a estimativa dos analistas ficou estável também em US$ 80 bilhões. (G1)

 



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BITCOIN VOLTA A QUEBRAR RECORDE E ACUMULA VALORIZAÇÃO DE 1000% EM 12 MESES
20/11/2017 18:01


O bitcoin voltou a quebrar mais um recorde nesta segunda-feira e ultrapassou os US$ 8 mil, chegando à cotação máxima de US$ 8.263,01, de acordo com a CoinDesk, uma das maiores consultorias de moedas virtuais. No acumulado de 12 meses, o bitcoin aponta valorização de 1000%, com o valor de mercado chegando a US$ 136,6 bilhões.
 
De acordo com analistas, o novo recorde se deu por causa da maior demanda institucional pela criptomoeda. Nesta segunda-feira, o CME Group detalhou os planos para o início das vendas de contratos futuros baseados em bitcoin, que deverá começar no dia 11 de dezembro, caso não haja contratempos regulatórios. Cada contrato será composto por 5 BTC e utilizará os índices de preço de bitcoin já existentes no CME Group.
 
Ao longo de 2017, o bitcoin renovou máximas sequenciais, ainda que de forma extremamente volátil, o que despertou curiosidade dos mais variados públicos, de grandes banqueiros a pequenos investidores.
 
Para o diretor-executivo do Morgan Stanley, James Gorman, o bitcoin é, por definição, "especulativo". "Qualquer um que acredite estar comprando um investimento estável está se iludindo", disse em entrevista ao canal CNBC na semana passada. Em outubro, seu colega do J.P.Morgan Chase, Jamie Dimon, um dos críticos mais ferrenhos da moeda virtual, chamou a moeda virtual de "fraude". (Estadão)

 



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2018 SERÁ ANO EM QUE BRASILEIRO VAI SE SENTIR BEM, DIZ ECONOMISTA
17/11/2017 10:00


Entre os otimistas e pessimistas com o futuro próximo do Brasil há os “positivos” com a dinâmica atual da economia e de como ela deve se comportar no ano que vem. É o caso do economista Armando Castellar, do IBRE/FGV. Para ele não cabe muito falar em otimismo porque o “cenário é mediano”, mas também não dá para negar a melhora da atividade e, especialmente, a força crescente do consumo das famílias – que irá puxar o resto da economia para cima.
 
“É positivo se for comparado ao que vivemos nos últimos anos. O PIB agora responde mais rápido, a inflação está baixa, as contas externas equilibradas, o desemprego está caindo, os juros também. Então, é  bastante positivo e o consumo das famílias que vai puxar o resto. Vamos viver um cenário de ‘feel good’, com as pessoas mais felizes porque estão comprando, reconquistando o que perderam com a crise”, disse o economista do IBRE em entrevista exclusiva ao Blog.
 
O consumo das famílias depende, fundamentalmente, de três coisas: emprego, renda e grau de endividamento/inadimplência que vai determinar apetite para crédito. O primeiro e o segundo estão subindo, e o terceiro está em queda. Os últimos dados mostram que a inadimplência caiu 4,5% até outubro, no acumulado em 12 meses. Este fator tende a melhorar com a redução da taxa de juros básica, mesmo que o repasse para o crédito ao consumo seja mais demorado.
 
“Essa recuperação vai acontecer com mais força para as famílias do que para as empresas que sofreram mais com a inadimplência durante a crise. Em compensação, a queda dos juros vai ajudar primeiro as empresas porque os financiamentos são indexados ao CDI, que é próximo da Selic. Elas também têm capacidade ociosa, ou seja, não precisam investir tão cedo”, aponta Castelar. 

O cenário positivo de Castelar tem limite, ou melhor, limites. Para falar da atividade econômica, o primeiro deles é o investimento. Este cai há anos, começou a recuar antes de a recessão chegar com força, como acontece nos ciclos econômicos. Já começou uma retomada no setor de máquinas e equipamentos, tanto na fabricação quanto na importação deles, o que é relevante. Mas a capacidade de produção da economia, ou seja, o chamado PIB Potencial, responde com mais intensidade ao investimento em construção civil e em infraestrutura. Este vai levar mais tempo.
 
“No setor Imobiliário ainda há grandes estoques e ainda precisa conseguir se livrar do disso para começar a produzir em um ritmo mais forte. Já temos investimento em máquinas e equipamentos, mas a construção civil ainda está baixo. No caso da infraestrutura, o investimento publico está baixíssimo e temos muitas incertezas na política com as eleições do ano que vem e o candidato que pode sair na frente. Nós só teremos uma visão melhor depois disso e a tendência para o investimento em infraestrutura é aguardar estas definições”, pondera Armando Castelar. (G1)

 



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CONSUMIDOR PLANEJA GASTAR MAIS NA BLACK FRIDAY
16/11/2017 08:15


Quase 70% dos consumidores pretendem ir às compras na Black Friday deste ano, marcada para a última sexta-feira do mês. Além da intenção de compra ser elevada para uma economia que está saindo da recessão, a pretensão de gasto com a aquisição de produtos em promoção, especialmente eletrônicos, também chama a atenção. Neste ano, a intenção de desembolso é, em média, de R$ 713, aponta uma pesquisa nacional da consultoria GFK, em parceria com a Vivo ADS.
 
"Esses resultados dão uma pista de que a Black Friday vai ser muito boa", afirma Gisela Pougy, diretora de Negócio da consultoria. Em relação ao gasto médio do ano anterior, o aumento é de quase 10%. A comparação considera o valor médio das compras online apurado em 2016 pelo Ebit, empresa que acompanha o comércio eletrônico, já que é primeira pesquisa desse tipo da GFK.
 
Magazines especializados em eletroeletrônicos, como Lojas Cem e Ricardo Eletro, esperam crescimento de vendas na faixa de 20% em relação à data de 2016. Na rede de hipermercados Extra, do grupo GPA, a expectativa é de aumento de dois dígitos nas vendas de eletrônicos, aparelhos de vídeo e telefonia, segundo o diretor comercial, Renato Giarola.

O otimismo do varejo e da indústria para a Black Friday numa economia com cerca de 12 milhões de desempregados se baseia nos trabalhadores que continuam trabalhando formalmente, que somam 48,1 milhões. "Com a crise, quem continuou empregado nos três últimos anos tinha a cabeça de desempregado", observa Giovanni Marins Cardoso, sócio-fundador da Mondial, fabricante de eletroportáteis. Agora, diz, com o recuo das demissões e algumas empresas voltando a contratar, os brasileiros que estão empregados ficaram mais seguros para gastar. "A retomada está baseada diretamente nisso." (Estadão)

 



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PREFEITURA CAMAÇARI DIVULGA PROJETO VERÃO EM EVENTO NO DIA 16
14/11/2017 11:00

A Prefeitura de Camaçari vai divulgar todo seu projeto para o verão no municipio na proxima quinta-feira 16, após o feriado da proclamação da república. O evento será realizado em um grande hotel de Guarajuba. 
 
Com a proximidade do verão – uma das estações mais esperadas do ano - a Prefeitura de Camaçari se prepara para receber ainda melhor os turistas. Para tanto, serão realizadas uma série de intervenções nas localidades da orla do município.
 
Por meio da “Operação Verão”, a Secretaria da Infraestrutura e Habitação (Seinfra) deu início, na segunda-feira (23/10), às ações de manutenção geral na localidade de Arembepe, uma das mais frequentadas nos 42 quilômetros de orla do município.
 
No local, já está em andamento a requalificação do campo de futebol, localizado atrás do Terminal de Transbordo Professora Célia Campos. Ainda estão previstas para o local as recuperações dos decks; das duas principais praças, a dos Coqueiros Tia Deja e das Amendoeiras Salustiano Santiago de Souza; além da recuperação dos guarda-corpos da praia.
 
Ainda fazem parte das intervenções, as manutenções na pavimentação, no asfalto e no Centro de Informações Turísticas Nidinho; além de serviços de pintura, recuperação de material danificado e paisagismo.
 
A “Operação Verão” visa proporcionar um ambiente mais agradável à população e aos turistas que visitam a localidade, elevar a autoestima dos moradores, além de fomentar o turismo e o desenvolvimento do comércio da região.

 



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CEO DA VINCE CONFIRMA PRESENÇA NO FÓRUM BAHIA ECONÔMICA
14/11/2017 08:01


O CEO da Vinci Airports Brasil, empresa francesa administra o Aeroporto internacional de Salvador, José Luís Menghini, confirmou sua presença em Salvador para participar do IV Fórum Bahia Econômica, que será realizado na Casa do Comércio, na próxima segunda-feira, à partir das 8:00.

 Menghini vai fazer palestra sobre os novos investimentos no Aeroporto de Salvador e as perspectivas do turismo baiano em 2018. O IV Fórum Bahia Econômica será aberto com Conferência do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que falará sobre as perspectivas da economia brasileira em 2018.

As inscrições para o IV Fórum Bahia Econômica podem ser feitas no link:
 
http://www.bahiaeconomica.com.br/2010/inscricoes_forum.php
 



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4 EM CADA 10 FUNDOS DE AÇÕES RENDERAM MENOS DO QUE O IBOVESPA EM 2017
13/11/2017 10:03



Em busca de maiores retornos do que na renda fixa, arrefecida com a queda dos juros, muitos brasileiros viram nos fundos de ações uma oportunidade para colocar o pé na renda variável e entrar indiretamente na Bolsa, que em outubro encostou nos 77 mil pontos e aguçou o apetite por risco. No entanto, este ano, apenas 58% dos fundos de ações renderam acima do Ibovespa - principal índice de ações do mercado brasileiro.
 
Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) analisou o desempenho de 1,2 mil fundos de ações de janeiro até setembro deste ano - último dado disponível. A pesquisa excluiu fundos que investem no exterior, fundos fechados, fundos mútuos de privatização (FMP-FGTS) e fundos que investem em apenas uma empresa.
 
Entre os fundos que se propõem a replicar índices (ações indexado), apenas 38% conseguiram bater o Ibovespa - que avançou 23,36% nos primeiros nove meses do ano. Já entre os que pretendem superar o índice (ativos), 60% foram bem-sucedidos. Entre os que buscam ações que paguem mais dividendos, 44% tiveram valorização acima do índice.
 
Fundos de ações são indicados para quem deseja investir em empresas, mas não tem disponibilidade ou experiência para estudar o mercado e pesquisar quais são as mais promissoras em determinado prazo e cenário. Esses produtos têm pelo menos 67% da carteira investida em ações e funcionam como um condomínio, no qual os investidores compram cotas.
 
Além disso, os fundos são mais acessíveis - já que, para pulverizar o risco e montar uma carteira de ações diversificada, o investidor teria de desembolsar um valor muito mais elevado.
 
Na contrapartida, a instituição financeira geralmente cobra uma taxa de administração. No levantamento, elas variaram de 0% a 7,5% ao ano. Há ainda fundos que cobram a chamada taxa de performance - taxa adicional quando a rentabilidade ultrapassa determinado patamar.
 
Segundo especialistas, é comum que as carteiras que se balizam por uma referência rendam menos que o índice em si, por causa dos custos para montá-las e da taxa de administração. Além disso, o mercado de renda variável visa mais o longo prazo - o que permite, a depender da estratégia do gestor, que haja disparidades no curto prazo.
 
"Muitos gestores se posicionaram muito fortemente em ativos que poderiam se beneficiar do andamento das reformas e da retomada econômica, como Petrobras, Banco do Brasil e Eletrobrás. Aí veio a delação da JBS, as denúncias contra Temer e o impasse da reforma da Previdência - o que causou muito mais volatilidade", explica Celson Plácido, estrategista-chefe da XP Investimentos. "Alguns gestores viram oportunidade na queda de ações específicas - por isso, no curto prazo, alguns não tiveram um bom desempenho." (Estadão)

 



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EMPRESÁRIO COLOCA R$ 1 MILHÃO EM EMPRÉSTIMOS A 0,5% AO MÊS
09/11/2017 08:32

 

Após estrear no mercado de fintechs com o lançamento do Social Bank - espécie de banco digital, que permite que pessoas físicas façam vários tipos de operações entre si, inclusive empréstimos -, o empresário Carlos Wizard Martins decidiu colocar R$ 1 milhão à disposição no aplicativo para a realização de empréstimos a juros de 0,5% ao mês.
 
Dono, entre outros negócios, da rede de alimentos saudáveis Mundo Verde e da escola de inglês Wiseup, Wizard afirma que quer simplificar o sistema financeiro brasileiro. "O Brasil tem um dos juros mais altos do planeta. Estou disposto a ajudar e a devolver para a sociedade parte do que conquistei", diz.
 
À medida em que Wizard receber o pagamento dos empréstimos já realizados, os recursos voltam a ficar disponíveis para novos clientes. Lançado há duas semanas e já com 20 mil contas abertas, o Social Bank permite o pagamento de contas, realização de saques, transferências, além de empréstimos entre as pessoas, com juros de 1% a 2% ao mês.
 
Apesar do nome, o Social Bank não é um banco, mas uma conta de pagamento digital. Wizard tem 50% do negócio e a outra metade pertence a Rodrigo Borges, de quem ele já é sócio na HubPrepaid, que atua no mercado de meios de pagamentos. (Estadão)

 



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VEJA QUAIS AS FORMAS MAIS SEGURAS DE LEVAR DINHEIRO PARA O EXTERIOR
06/11/2017 08:15


Para fugir do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) - que desde 2013 passou de 0,38% para 6,38% em algumas formas de levar grana para o exterior, muitos levam papel-moeda como forma de economizar - nesse caso o IOF é de 1,10%.

Para Sérgio Bessa, professor da área de finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV), antes de embarcar é preciso avaliar se quer privilegiar as finanças ou a segurança. “Se for a questão financeira, é o dinheiro vivo. Você compra a moeda na casa de câmbio, coloca no bolso, chega no hotel e usa o cofre. Aí só sai com o dinheiro que vai gastar durante o dia”, explica. Por outro lado, isso envolve um risco maior - que vai desde ser assaltado, perder a bolsa ou molhar todo o dinheiro em um dia chuvoso.
 
Quem optar por essa alternativa ainda tem que ficar atento às orientações da Receita Federal sobre saída do Brasil com dinheiro em espécie. De acordo com o órgão, se for mais de R$ 10 mil, ou o equivalente em uma moeda estrangeira, a quantia deve ser apresentada à Receita junto com a Declaração Eletrônica de Bens de Viajantes (e-DBV) (informações em: goo.gl/DqxjPW). O próximo passo, antes de sair do país, é se apresentar na Alfândega. Não há cobrança de tributos.

Roberto Cotrufo Filho, gerente de processos da MultiMoney, corretora e casa de câmbio, indica que a melhor opção é diversificar. “A recomendação é levar uma certa quantia em dinheiro em espécie e, pelo menos, mais uma ou duas outras opções, pois imprevistos podem acontecer”. Ele exemplifica que o cartão pode não funcionar, ser utilizado todo o papel-moeda, acontecer uma emergência ou ainda o estabelecimento que vai para aquele passeio ou jantar, não aceitar cartão de crédito.
 
Para variar, algumas das alternativa são os cartões pré-pagos, débito ou crédito internacionais. De acordo com Roberto, “um grande ponto a favor (do pré-pago) em relação ao de crédito, por exemplo, é que, apesar da incidência de 6,38% em ambos, a taxa da moeda no cartão de viagem pré-pago não fica sujeita à variação cambial, pois é definida no dia da compra de carga para o cartão”. (Correio) 



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CURSO GRATUITO ORIENTA EMPRESA A ATENDER FISCALIZAÇÃO DO TRABALHO
31/10/2017 10:55

 

 
 
O conjunto de normas, procedimentos e documentos relacionados à fiscalização trabalhista e às boas práticas no atendimento ao fiscal do trabalho serão apresentados no curso Como atender a fiscalização do trabalho?, que acontece no dia 20 de novembro, em Salvador.
  
A capacitação é promovida pela Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), em parceria com o Sindicato das Indústrias de Produtos Químicos para Fins Industriais, Petroquímicas e de Resinas Sintéticas de Camaçari, Candeias e Dias D’Avila (SINPEQ).

Voltado exclusivamente para empresários e representantes de indústrias baianas, o curso será ministrado pela consultora trabalhista e de gestão empresarial Maria Inez Diniz de Medeiros. A capacitação é gratuita, mas tem vagas limitadas. Mais informações pelo telefone (71) 3343-1479 ou pelo e-mail capacitacaosindical@fieb.org.br.
 
O curso integra as ações do Programa de Desenvolvimento Associativo, uma parceria da FIEB com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e com o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que visa fortalecer a representação empresarial e estimular o associativismo.
 



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POUPANÇA JÁ ENCOSTA NO RENDIMENTO DA RENDA FIXA
26/10/2017 08:34


O novo corte da Selic, os juros básicos da economia, causa grande impacto no principal tipo de investimento dos brasileiros, a renda fixa. Com a queda de 0,75 ponto porcentual, para 7,5% ao ano, a rentabilidade do Tesouro Selic, de alguns CDBs e de fundos de investimento em renda fixa (os Fundos DI) se aproximou e, em alguns casos, até perdeu para o retorno da caderneta de poupança. O retorno de um investimento de um ano em Fundo DI com taxa de 1% de custódia, por exemplo, passa a ser de 4,98%, a mesma rentabilidade da poupança para o período.
 
"Para quem precisa de um investimento em curtíssimo prazo e não tem mais de R$20 mil para aplicar, a poupança acaba sendo mais vantajosa por não ter cobrança de taxas de administração e ser isenta de Imposto de Renda", explica Reginaldo Gonçalves, coordenador do curso de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina. Mas a poupança também perde com a queda da Selic. Com a taxa básica abaixo de 8,5%, a remuneração da caderneta passa a ser a Taxa Referencial (definida pelo Banco Central) mais 70% da Selic.
 
O raciocínio do professor se confirma com as taxas de custódia cobradas pelos fundos. De acordo com dados da Anbima, associação que representa instituições do mercado financeiro e de capitais, a taxa média de administração desses fundos é de 2,59% para investimentos até R$ 1 mil; 1,07% até R$ 25 mil; e 0,91% de R$ 25 mil a R$ 100 mil. Para o professor de Economia da Fecap, Joelson Sampaio, o importante é que o investidor não invista caso a taxa não seja inferior a 1%. A sugestão dele é que se procure alternativas como CDBs e Letras de Crédito Imobiliário ou Agrário, as LCI e LCA. Nenhum deles tem incidência de IR, mas exigem mais tempo de investimento para terem melhor rentabilidade.
 
No caso das LCI e LCA, a maioria dos bancos de varejo espera aportes de entrada acima de R$ 30 mil, mas é possível encontrar opções a partir de R$ 5 mil em pequenos bancos. (Estadão)

 



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SAIBA ONDE INVESTIR PARA A RESERVA FINANCEIRA CRESCER
23/10/2017 08:00


Além de mais da metade dos brasileiros não ter reserva financeira, os que têm costumam ser conservadores quando pensam em investimento. Para 61% daqueles que fazem pé-de-meia, a conta na poupança é o local preferido para guardar o dinheiro. Em seguida, a prática mais comum é manter a reserva em casa, preferência de 19%. Os fundos de investimentos (8%), a Previdência Privada (6%); os CDBs (5%); e o Tesouro Direto (4%) vêm na sequência. Os números são do Indicador de Reserva Financeira, calculado pelo SPC Brasil e pela CNDL.
 
Para Meire Cardeal, educadora financeira, o perfil da reserva - que vai do curto ao longo prazo - deve ser levado em consideração na hora de escolher o investimento. Quando se trata de um fundo de emergência, “quando vai guardar dinheiro com foco no curto prazo eu vou comparar taxas, mas também verificar liquidez. Esse é o principal foco de quem quer tirar a qualquer momento sem perder”, explica. As opções vão da tradicional poupança - que continua rendendo acima da inflação, mesmo com a queda da Selic para 8,25% ao ano, até o Tesouro Selic, que como o nome diz está atrelado à taxa de juros básica da economia.
 
Ainda pensando nas economias para emergências, o educador financeiro Angelo Guerreiro chama atenção para os fundos DI. “Esses fundos têm perfil conservador e são lastreados, na maioria, em títulos públicos federais. Possuem baixo risco de mercado e de crédito”, explica. Porém, é preciso estar atento porque “os grandes bancos cobram taxas altas que podem fazer com que o investimento renda menos do que a poupança”. O educador orienta que o interessado procure plataformas digitais para fazer a intermediação desses fundos.

Quando os planos são a médio ou longo prazos, como a compra de um apartamento ou a aposentadoria, os investimentos podem ser outros. Angelo aconselha que as aplicações sejam mais ‘sofisticadas’. “Você tem uma opção enorme de fundos. Pode investir em ações, no exterior, em câmbio, juros e ter uma carteira mais diversificada”, diz. Independente do caso, os especialistas concordam em uma coisa: o investidor deve conhecer o próprio perfil, estudar, saber dos riscos e pesquisar o que se encaixa melhor às suas escolhas. (Correio)
 



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BC E ASSOCIAÇÃO LANÇAM CAMPANHA PELO USO CONSCIENTE DO CARTÃO DE CRÉDITO
19/10/2017 12:32

 

O Banco Central e a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) lançaram uma campanha educativa sobre o uso consciente do cartão de crédito. Com o lema "Se passar o cartão, não passe dos limites”, a campanha vai focar em usuários de cartão com renda mais baixa.

Ao todo, serão disponibilizados nove vídeos educativos nas redes sociais, sendo que três deles já estão no ar. O restante deverá ser disponibilizado até o fim do mês, informou a Abecs.

O juro do cartão de crédito é o mais alto do mercado. Em agosto, segundo dados do BC, a taxa média foi de expressivos 397,4% ao ano.

Especialistas recomendam o pagamento de toda a fatura, de modo a não entrar no crédito rotativo, e que os clientes substituam o cartão por linhas mais baratas, como o consignado, em que as prestações do empréstimo são descontadas da folha de pagamento. (G1)

 



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BRASILEIRO SE DIZ CAUTELOSO AO GASTAR, MAS NÃO PLANEJA
16/10/2017 13:49


Cair na tentação e gastar com algo que não precisava ou até mais do que poderia é o principal motivo que leva a maioria das pessoas a não conseguir fazer poupança para usar em situações inesperadas ou para ter renda extra no futuro. O curioso é que, de acordo com uma pesquisa realizada pela Anbima, associação que representa entidades do mercado de capitais no País, oito em cada dez brasileiros reconhecem a importância de fazer essa reserva, porém mais da metade da população não começou a guardar dinheiro.
 
O levantamento também mostra que a maioria dos brasileiros até se considera cuidadosa na hora de controlar os gastos, mas, na contramão, quase 60% das pessoas assumem que não gostam de se planejar e que preferem esperar as coisas acontecerem para só então tomarem alguma atitude.
 
As respostas obtidas pela pesquisa brasileira refletem a análise proposta pelo estudo que garantiu o Prêmio Nobel de Economia de 2017 ao norte-americano Richard Thaler.
 
Um dos pais da economia comportamental, em que a psicologia se une à ciência econômica, Thaler propõe os conceitos da "contabilidade mental", na qual explica de que forma as pessoas simplificam as decisões financeiras, tornando-as menos racionais do que se imaginava.
 
Os estudos de Thaler mostram como a falta de autocontrole, em que as tentações de curto prazo sabotam o planejamento de longo prazo, como uma reserva mensal de dinheiro para a aposentadoria acaba trocada pela parcela de financiamento de um carro, por exemplo.
 
"A teoria da economia comportamental trata o dinheiro de forma muito mais próxima da nossa realidade. Não dizendo como deveríamos agir, mas como, de fato, agimos", descreve a planejadora financeira e professora Paula Sauer, da Planejar. (Estadão)
 
 



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