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8% DOS BRASILEIROS AINDA UTILIZAM CHEQUE PRÉ-DATADO




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Ex-presidente do Brasil falando sobre a ação do vereador que proíbiu ele de receber um título na UFRB  









NOTÍCIAS
 
8% DOS BRASILEIROS AINDA UTILIZAM CHEQUE PRÉ-DATADO
17/08/2017 12:18


Na hora de ir às compras, nem só do cartão de crédito vivem os brasileiros. Embora a aceitação e a popularidade deste meio de pagamento sejam significativas, há outras modalidades que também despertam a atenção dos consumidores.

Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as regiões do país revela que 8% dos brasileiros ainda utilizam cheque pré-datado para realizar compras. Na média, o cheque é utilizado nove vezes por ano entre seus usuários e os produtos que os brasileiros mais têm adquirido via talão de cheque são alimentos em supermercados (34%), materiais de construção (20%) e móveis (18%).
 
Ter prazo para pagar (28%), fazer compras mesmo quando não se tem dinheiro (23%) e a possibilidade de parcelar o valor do bem ou serviço adquirido (12%) são os fatores que mais levam essa pequena parcela de consumidores a continuar se utilizando do cheque como meio de pagamento.
 
O levantamento ainda revela que dentre aqueles que utilizam o pré-datado no ato das compras, quase a metade (49%) teve a iniciativa de fazer a solicitação ao banco, enquanto 29% aceitaram uma oferta da instituição financeira. Para 50%, a contratação teve como finalidade se preparar para algum imprevisto, ao passo que 12% o contrataram para quitar alguma dívida.
 
Resistindo às formas de controle de gastos mais modernas, como aplicativos no celular, os consumidores que utilizam cheque pré-datado têm como principal mecanismo a anotação em canhoto (42%) ou em papel, caderno ou agenda (23%). Apenas 21% fazem os registros em alguma planilha no computador. No total, 86% dos usuários de cheque garantem fazer algum tipo de controle quando usam esse meio de pagamento, contra 11% que não dão importância ao tema.
 
Outra modalidade de crédito que se mostra ainda mais usual é o famoso carnê. De acordo com a pesquisa do SPC Brasil e da CNDL, 26% dos consumidores brasileiros têm o costume de fazer compras no crediário, especialmente as mulheres (31%) e os residentes do interior (29%).
 
Assim como no caso do cheque pré-datado, a principal motivação para adquirir o crediário é a possibilidade de fazer mais compras (32%), seguida de alguma necessidade ou imprevisto (21%) e do fato de não haver burocracia para adquirir (19%). Em média, cada entrevistado possui de uma a duas compras atualmente realizadas no crediário.
 
 



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22% DOS INTERNAUTAS TÊM O HÁBITO DE COMPRAR EM SITES E APLICATIVOS DE DESCONTOS
15/08/2017 10:13

  

Com o aumento no número de usuários de smartphones, é comum encontrar quem acessa sites ou aplicativos de ofertas e descontos para fazer compras.  Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 22% dos consumidores brasileiros que realizaram alguma compra pela internet no último ano, possuem o hábito de utilizar sites e aplicativos de descontos.
 
De acordo com o levantamento, pratos em bares e restaurantes (48%), comidas delivery (39%) e itens de vestuário, calçados e acessórios (33%) são os produtos mais comprados em sites ou aplicativos exclusivos de oferta de descontos. Em média, o valor das compras realizadas nestes sites é de R$ 246.
 
Segundo o educador financeiro do SPC Brasil e do Meu Bolso Feliz, José Vignoli, por mais que os descontos sejam de fato bons, os consumidores têm que tomar cuidado para não exagerarem nas compras. “Com a grande quantidade de produtos ofertados com preços tentadores e as notificações no celular a cada momento lembrando das ofertas, fica difícil controlar a ansiedade e evitar a compra desnecessária, mas isso tem que ser feito para que o orçamento não seja comprometido com aquisições supérfluas”, indica o especialista. “O consumidor tem que refletir antes de adquirir um produto, pois o simples fato de haver desconto não significa que seja um bom negócio. O melhor a fazer é comprar de forma planejada e checar a possibilidade de reembolso no caso da não utilização do cupom de desconto.”
 
Na comparação com os anos anteriores, 52% consideram ter diminuído a frequência de compras nesses sites e aplicativos e 25% mantiveram a mesma quantidade. Seis em cada dez entrevistados (61%) usufruíram de todos os cupons e/ou descontos adquiridos, mas 40% já deixaram de utilizar algum. Entre os produtos que foram comprados e não utilizados estão: passagens (27%), pacotes de viagem (25%) e cursos (23%). O principal motivo para deixar de usar o cupom/desconto é a expiração do prazo (43%).
 
Já entre os que utilizaram ao menos um dos cupons adquiridos, 78% ficaram satisfeitos com os produtos e serviços, ao contrário dos 22% que não ficaram. Para estes, o principal problema foi o atendimento do lugar, que deixou a desejar.


 



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VALE A PENA ANTECIPAR A RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NOS BANCOS?
08/08/2017 10:14


Depois de entregar a declaração do Imposto de Renda, muitos brasileiros aguardam com ansiedade o depósito da restituição do imposto. O problema é que ninguém sabe se vai estar no primeiro ou no último lote de pagamentos.

O prazo para declarar o IR em 2017 acabou no dia 28 de abril. Como o dinheiro da restituição não tem data certa para cair na conta, os bancos oferecem linhas de crédito de antecipação desses valores. Mas precisa ficar claro: essa antecipação é um empréstimo que envolve juros.

 “A antecipação do IR é um tipo de empréstimo que usa a restituição como garantia. A ideia é receber o valor restituído de maneira antecipada e pagar uma taxa de juros por isso", disse a economista-chefe do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Marcela Kawauti.

Como todo empréstimo, a antecipação do IR tem riscos. Um deles é o contribuinte cair na malha fina e não receber o dinheiro da restituição neste ano. Em casos assim, o pagamento é feito só depois que o contribuinte regularizar a situação com a Receita Federal. Ou seja, ele pode não receber a restituição neste ano, mas terá que pagar a dívida com o banco.

Vale a pena?

Os economistas dizem que essa antecipação só vale a pena para os contribuintes que estão precisando com urgência do dinheiro. Ou seja, para quem está endividado e pagando taxas mais altas de juros do que as oferecidas pelos bancos nessa linha de crédito. Se a pessoa estiver decidida a fazer o empréstimo, o ideal é pesquisar e comparar as taxas que são cobradas por cada um dos bancos.

“A antecipação da restituição do IR deve ser sempre usada em caso de necessidade. Entre os motivos que justificam estão o pagamento de dívidas em atraso, e nos casos em que a compra é inadiável“, afirmou a economista do SPC Brasil. (G1)


 



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EURO ATINGE MÁXIMA DE DOIS ANOS E MEIO ANTE O DÓLAR
02/08/2017 12:21


O euro atingiu nova máxima de 2 anos e meio em relação ao dólar nesta quarta-feira (2), com os investidores fazendo apostas longas na moeda única embora alguns analistas aconselhem cautela, pois alguns sinais, como as diferenças de taxas de juros, estão emitindo um sinal de alerta.

O euro atingiu rapidamente a marca de US$ 1,186, máxima desde janeiro de 2015. Às 10h30 (horário de Brasília), a moeda única tinha alta de 0,22%, a US$ 1,182, enquanto o dólar rondava a estabilidade ante uma cesta de moedas, com leve recuo de 0,03%.

"Vemos uma recuperação do dólar no quarto trimestre, já que as expectativas do mercado estão baixas agora, por isso pode não levar muito tempo para vermos alguma melhora", disse o chefe de pesquisa europeia de câmbio do Bank of Tokyo-Mitsubishi, Derek Halpenny.

A fraqueza do dólar neste ano foi impulsionada pela queda constante do otimismo sobre os planos de estímulo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e das menores expectativas de que o Federal Reserve, banco central do país, alongue a política de aumento dos juros nos próximos meses. (Reuters)


 



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NORTE E NORDESTE AUMENTAM PARTICIPAÇÃO NO TESOURO DIRETO
31/07/2017 10:25


O investimento em títulos do Tesouro Direto está ganhando mais espaço fora das regiões Sudeste e Sul do País - que tradicionalmente têm mais acesso a informações e serviços financeiros. Entre os quase 1,5 milhão de CPFs cadastrados no programa, o público do Norte e do Nordeste vem, aos poucos, aumentando sua fatia no bolo.
 
Apesar de ainda engatinhar, a participação dos investidores do Norte do País passou de 1,8%, em junho do ano passado, para 2,3%, no mesmo mês deste ano. Em junho de 2015, a proporção era de 1,5%. Já a fatia do Nordeste, que encerrou junho em 9,3%, era de 8,1% em junho de 2016, e de 7,4%, no mesmo mês de 2015.
 
No Centro-Oeste, a proporção era de 7,4%, em junho de 2015, ficou estável no ano seguinte e passou a 7,6%, em junho deste ano. No Sudeste, na mesma base, a fatia foi de 69,2% para 68,4% e depois para 66,5%. No Sul, passou de 14,6% para 14,3%, e depois subiu para 14,4%. O total de investidores no País, que era de pouco mais de 520 mil CPFs cadastrados em 2015, quase triplicou nos últimos dois anos.

"A participação das regiões Norte e Nordeste vem aumentando tanto em investidores cadastrados quanto em ativos", diz Lena Oliveira de Carvalho, coordenadora de planejamento estratégico da Dívida Pública. A diferença entre o número de pessoas que se inscrevem na plataforma do Tesouro e as que aplicam dinheiro, porém, segue grande. Em junho, por exemplo, o número de investidores ativos era de pouco mais de 500 mil. (Estadão)

 



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MAIORIA DOS BRASILEIROS QUE TEM CHEQUE ESPECIAL DESCONHECE AS TAXAS DE JUROS
27/07/2017 10:05


Ao lado do cartão de crédito, o cheque especial é uma das modalidades de crédito mais conhecidas e utilizadas pelos brasileiros. A partir da análise da vida financeira e do perfil de renda do cliente, os bancos estipulam um limite de crédito, que fica à disposição na conta corrente do cliente. As altas taxas de juros da modalidade, no entanto, seguem desconhecidas por grande parte de quem a utiliza. De acordo com uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 26% dos consumidores possuem cheque especial disponível para uso no banco, mas 51% destes não sabem os juros cobrados.
 
O levantamento mostra que 32% buscaram alternativas de crédito antes de recorrer ao cheque especial, mas não conseguiram. “Com taxas que ultrapassam 300% ao ano, as dívidas no cheque especial crescem muito rapidamente. O consumidor só deve utilizar em caso de emergência e por um curto período, com a consciência de que, quanto mais tempo ficar no negativo, maior será o custo financeiro”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil. “Caso se depare com alguma emergência, o consumidor deve analisar se há outras soluções de crédito com taxas menores, como o empréstimos pessoais e o consignado”, afirma.
 
Imprevistos como doenças e medicamentos são, de fato, os principais motivos para quem utiliza o cheque especial. De acordo com a pesquisa, 31% desses entrevistados usaram por esse motivo. Já 20% utilizaram para cobrir imprevistos com a manutenção de automóveis e 20% devido a um descontrole no pagamento de contas.
 
Dentre os que possuem cheque especial disponível para uso, a maior parte (37%) nunca o utilizou e 30% o utilizam frequentemente, a cada três meses – a média geral de utilização entre os entrevistados que possuem é de seis vezes ao ano. Para Kawauti, o cheque especial pode, de certa forma, iludir o consumidor, que acaba pagando caro pela facilidade, praticidade e disponibilidade do recurso: “O consumidor tem de ter clareza de que aquele recurso incorporado ao seu saldo bancário não é seu. Se usar, terá de devolver, e pagando juros altíssimos, afinal, se trata de um empréstimo.”

 



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RECEITA MUDA REGRA DE TRIBUTAÇÃO DE APLICAÇÃO NO MERCADO FINANCEIRO
24/07/2017 12:10


A Secretaria da Receita Federal alterou instrução normativa de agosto de 2015 que dispõe sobre o imposto de renda incidente sobre ganhos líquidos obtidos nos mercados financeiro e de capitais. A nova IN insere dois novos trechos na normal original, ambos no artigo que trata do imposto de renda retido na fonte relativo a aplicações de renda fixa e de renda variável ou pago sobre os ganhos líquidos mensais.
 
A primeira mudança diz: "No caso de pessoa jurídica tributada com base no lucro real, o imposto sobre a renda retido na fonte referente a rendimentos de aplicações financeiras já computados na apuração do lucro real de períodos de apuração anteriores, em observância ao regime de competência, poderá ser deduzido do imposto devido no encerramento do período de apuração em que tiver ocorrido a retenção, observado o disposto". Este trata da compensação do imposto.
 
O outro trecho define que será considerado resgate, no caso de aplicações em fundos de investimento por pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido ou arbitrado, a incidência semestral do imposto sobre a renda nos meses de maio e novembro de cada ano nos termos do inciso I do art. 9º". A nova IN está publicada no Diário Oficial da União (DOU). (Estadão)

 



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PESQUISA: 47% DOS CONSUMIDORES INADIMPLENTES ESTÃO MUITO ENDIVIDADOS
19/07/2017 12:00

 

O nível de endividamento elevado (muito endividado) atinge 47% dos consumidores inadimplentes, ou seja, que estão com o “nome sujo”, de acordo com a pesquisa nacional Perfil do Consumidor Inadimplente, realizada pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com cerca de 1.500 respondentes. Em seguida, 26% se dizem mais ou menos endividados, outros 26% um pouco endividados e apenas 1% declara não ter dívidas. Entre os consumidores não inadimplentes (sem negativação do débito), apenas 10% se declaram muito endividados, 21% mais ou menos endividados, 46% pouco endividados e 23% sem endividamento.
 
Realizada entre os dias 23 de maio e 13 de junho, a pesquisa Perfil do Consumidor Inadimplente constatou ainda que para 62% dos consumidores negativados no SCPC, as dívidas comprometem mais de 50% da renda, ao fim de cada mês. A imagem abaixo contém os detalhes. 
 
O desemprego é principal causa da inadimplência para 32% dos consumidores, seguido de diminuição de renda (24%), descontrole financeiro (20%), empréstimo do nome a terceiros (11%), despesas extras com saúde e educação (10%) e atraso no recebimento do salário (3%).
 
Contas diversas como IPTU, IPVA, educação e plano de saúde são responsáveis por 25% da inadimplência, seguidas de empréstimo pessoal e consignado (17%), móveis, eletrodomésticos e eletroeletrônicos (13%), alimentação (13%), vestuário e calçados (11%), contas de consumo de água e luz (9%), financiamento de veículos (6%), materiais de construção (3%) e financiamento da casa própria (3%).
 
A forma de pagamento utilizada para a compra que gerou a inadimplência foi o boleto para 27% dos entrevistados, cartão de crédito (21%), carnê de financiamento/crediário 15%, cheque ou cheque especial (14%), cartão de loja (12%) e contrato de empréstimo pessoal ou consignado (11%).
 



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NOVO REFIS PREVÊ DESCONTO DE ATÉ 99% EM MULTAS E JUROS DE DÍVIDAS DE EMPRESAS
14/07/2017 09:35

 


Reconduzido ao posto de relator do projeto que cria um novo programa de refinanciamento de dívidas (Refis), após ter desfigurado a primeira proposta enviada pelo governo ao Congresso, o deputado Newton Cardoso Jr. (PMDB-MG) voltou a incluir, no novo texto, condições mais vantajosas para as empresas. O parecer aprovado nesta quarta-feira, 13, pela comissão mista da Medida Provisória (MP) 783 eleva os descontos em multas e juros para até 99% e concede a maior número de devedores o benefício de pagar um valor menor de entrada.

Cardoso Jr. já havia declarado ao Estadão/Broadcast em junho, dias após a edição da MP 783, a intenção de fazer as modificações. Na única audiência pública realizada sobre o tema, representantes de associações empresariais colecionaram reclamações sobre o texto do governo e apresentaram vários pedidos, alguns deles acatados pelo relator.

Se as mudanças prevalecerem no plenário, elas podem ameaçar a previsão da área econômica de arrecadar R$ 13,3 bilhões este ano com o programa. O Novo Refis foi desenhado de forma a garantir o pagamento de entradas maiores pelos devedores, para ajudar no caixa deste ano. O parecer aprovado reduz esse potencial.

O relator alterou seu parecer de última hora. O texto lido na comissão não trazia mudanças nos porcentuais de descontos nem no valor da entrada para os menores devedores. Mas Cardoso Jr. acabou acatando diretamente em seu texto final destaques (sugestões de mudanças no texto) que seriam solicitados pelos parlamentares no plenário da comissão. A versão final do relatório prevê, por exemplo, descontos de 99% em juros e multas para os devedores que, após o pagamento de uma entrada de 20% da dívida ainda este ano, liquidarem o restante integralmente em janeiro de 2018.



 



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EM RAZÃO DA CRISE, 80% DOS BRASILEIROS CORTARAM GASTOS EM 2017
10/07/2017 11:44

 
Um levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional e Dirigentes Lojistas (CNDL) com consumidores de todas as regiões, idades e classes sociais do país revela que, na comparação com 2016, 80% dos brasileiros tiveram de fazer cortes no orçamento ao longo do primeiro semestre deste ano para lidar com os efeitos da crise.
 
O principal item cortado por esses consumidores foi a alimentação fora de casa, citado por seis em cada dez (57%) pessoas. Outros produtos e serviços que também deixaram de ser prioridades para o brasileiro foi a aquisição de roupas, calçados e assessórios (55%), idas a bares e restaurantes (53%), gastos com lazer e cultura, como cinema e teatro (51%), viagens (51%), idas a salões de beleza (50%) e a compra de itens supérfluos nos supermercados (50%).
 
A pesquisa demonstra que a melhora de alguns índices econômicos como o recuo da inflação e a queda das taxas de juros ainda não se refletiu em efetiva percepção de melhora no dia a dia do consumidor. De acordo com o balanço do primeiro semestre, para 76% dos consumidores, a vida financeira pessoal continuou igual ou pior do que no ano passado. Apenas 19% consideram que houve melhora no período avaliado. A percepção predominantemente negativa se mantém elevada em todos os estratos analisados, como gênero, idade e classe social.
 
A avaliação que os entrevistados fazem do desempenho da economia do país como um todo também vai na mesma direção: para 39% dos entrevistados, as condições da economia brasileira pioraram nos seis primeiros meses deste ano em relação ao ano passado, enquanto para 38%, ela se manteve do mesmo jeito. De modo inverso, apenas 19% acreditam que houve melhora ao longo do período.
 
“A reconquista da confiança dos brasileiros ainda demandará tempo e depende de resultados mais palpáveis no campo econômico. No momento, a condição para que a economia melhore é a solução do impasse político e a aprovação das reformas estruturais, como a da previdência e a trabalhista. As projeções indicavam que o início da recuperação se daria ao longo do segundo semestre. Agora, porém, levantam-se muitas dúvidas sobre essa possibilidade acontecer neste ano”, avalia o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.
 
Considerando a parcela de brasileiros que avaliam que o estado de suas finanças piorou ao longo do primeiro semestre, as razões relacionadas a crise ganham destaque: 34% atribuem a piora à queda da renda familiar, 32% mencionam o fato de não conseguirem mais poupar como antes e 30% culpam o desemprego. Já entre a minoria que notou alguma melhora na situação financeira pessoal, a razão mais citada é o controle do próprio orçamento, mencionado por 37% desses entrevistados.
 
Outro dado que demonstra o alcance da crise é que 57% dos brasileiros passaram a fazer bicos e trabalhos extras para complementar a renda de casa. O desemprego bateu à porta de 36% dos consumidores ouvidos e pouco mais de um terço (35%) precisou recorrer a empréstimos bancários ou ajuda de familiares para organizar o orçamento. Há ainda, 26% de entrevistados que para conseguir algum dinheiro tiveram de vender algum bem.
 
Resultado do dinheiro mais curto é que 38% dos entrevistados foram parar nos cadastros de inadimplentes pelo não pagamento das contas. Mais da metade (51%) dos consumidores admitiram ter ficado vários meses ao longo deste ano com as contas no vermelho e 56% não estão conseguindo pagar todas as contas em dia.
 
Os atrasos impactam tanto as contas de primeira necessidade, como em modalidades usuais de crédito, como o cartão e cheque especial. De acordo com a pesquisa, 28% dos consumidores brasileiros se encontram atualmente em atraso no pagamento das contas de água e luz. Os atrasos no cartão de crédito e no cheque especial, duas das modalidades que cobram os juros mais elevados do mercado, alcançam 31% e 16%, respectivamente. Também há falta de pagamento nos cartões de loja (26%), contas de internet (27%), telefone (24%) e TV por assinatura (21%).

 



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PASSAGENS AÉREAS TÊM PREÇOS ATÉ 53% MAIS BARATOS PARA JULHO
06/07/2017 08:01

 


Quem quiser esticar as férias do mês de julho vai encontrar passagens aéreas até 53% mais baratas, a depender do trajeto. Isto porque, de acordo com um levantamento feito com exclusividade pela plataforma Viaja Net, a projeção de oferta de voos por parte das companhias aéreas foi maior para o período. Porém, a demanda não alcançou a expectativa, o que fez as empresas baixarem os preços.
 
O levantamento listou, ainda, os dez destinos com saída de Salvador (ida e volta) que estão mais baratos no período. Entre eles estão cidades como Campina Grande (PB), Natal (RN), Uberlândia (MG), Vitória da Conquista (BA) e Recife (PE). “As empresas apostaram muito nas férias de julho, mas o que a gente tem verificado é uma baixa de demanda que não conseguiu segurar a oferta, o que acabou motivando o volume de promoções”, diz o gerente de Marketing do Viaja Net, Gustavo Mariotto.
 
Os destinos nacionais, sobretudo para cidades nordestinas, reúnem o maior número de promoções, conforme acrescenta Mariotto. Há também opções de voos regionais disponíveis no site para viagens dentro da própria Bahia que estão com preços reduzidos, como, por exemplo, para as cidades de Vitória da Conquista (-43%), Paulo Afonso (-33%) e Ilhéus (-27%).
 
“As promoções são específicas e expiram rapidamente, o que exige do consumidor paciência para pesquisar e ficar esperto acompanhando esses preços. Mas é possível, inclusive, encontrar passagens para a primeira semana de agosto com essa redução”, afirma. (Correio)

 



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SALÁRIO MÉDIO MENSAL DO BRASILEIRO TEVE QUEDA DE 3,2% EM 2015, DIZ IBGE
05/07/2017 10:19

 

O salário médio mensal pago ao trabalhador brasileiro teve queda de 3,2% de 2014 para 2015, ano em que o país perdeu 1,7 milhão de postos de trabalho assalariado. É o que aponta o Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgado nesta quarta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o levantamento, se considerado o total de salários somado a outras remunerações, a queda no rendimento médio mensal foi de 4,8% em 2015 em relação ao ano anterior. Considerando todas as atividades econômicas, o salário médio mensal em 2015 foi de R$ 2.480,36.

Os maiores salários médios mensais foram pagos por empresas ligadas às atividades de eletricidade e gás (R$ 6.870,31). Em segundo lugar no ranking dos maiores salários vêm as atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (R$ 4.648,91), seguido pelas empresas ligadas a organismos internacionais e outras instituições extraterritoriais (R$ 4.648,91).

As três atividades com as maiores médias salariais absorveram juntas 2,4% do total de pessoal ocupado assalariado no país. As três apresentaram salários, respectivamente, 177%, 136,5% e 87,4% acima da média.

Já os menores salários foram pagos aos trabalhadores dos setores de alojamento e alimentação (R$ 1.249,49), atividades administrativas e complementares (R$ 1.522,75) e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (R$ 1.609,10). Estes valores representam salários, respectivamente, 49,6%, 38,6% e 35,1% abaixo da média.

 



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DÓLAR CAI EM DIA DE FERIADO NOS EUA E OLHO NA CENA POLÍTICA
04/07/2017 10:00


O dólar opera em queda nesta terça-feira (4), em dia de baixa liquidez com feriado nos Estados Unidos e com os investidores monitorando o cenário político, diante da expectativa da votação do pedido de urgência da reforma trabalhista no Senado, segundo a Reuters. Às 9h09, a moeda norte-americana caía 0,1%, vendida a R$ 3,3015.

O Banco Central não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio, por ora. Em agosto, vencem US$ 6,181 bilhões em swap cambial tradicional --equivalente à venda futura de dólares.

Na véspera, a moeda norte-americana caiu 0,23%, vendida a R$ 3,3051, com certo alívio diante do cenário político doméstico e também com baixo volume de negócios.

Em junho, a moeda acumulou alta de 2,36% sobre o real, na segunda alta mensal seguida. No 2º trimestre, a valorização foi de 5,8%, maior salto em três meses desde o período entre julho e setembro de 2015 (26,77%). No semestre e no ano, o avanço foi de 1,94%. (G1)

 



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DÓLAR RECUA, ABAIXO DE R$ 3,30, E BOVESPA SOBE
03/07/2017 11:49


O dólar recua ante o real nesta segunda-feira (3), chegando a operar abaixo de R$ 3,30, com certo alívio diante do cenário político doméstico e também com baixo volume de negócios. O movimento de baixa, no entanto, era contido pela alta da moeda norte-americana ante divisas de países emergentes, segundo a Reuters. Às 10h49, a moeda norte-americana caía 0,51%, vendida a R$ 3,2959.

Para os investidores, o clima político estava um pouco mais ameno após o ex-assessor do presidente Michel Temer e ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) deixar a prisão preventiva, ainda que com restrições, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) ter recebido o aval para retornar às atividades do seu mandato.

Já o principal índice da B3 (antiga BM&FBovespa, a bolsa brasileira) opera em alta nesta segunda, apoiando-se no maior apetite por risco de investidores no exterior, mas tendo ganhos limitados pela persistente cautela com a crise política, que se agravou após a denúncia apresentada contra o presidente Michel Temer, segundo a Reuters. Às 10h15, o Ibovespa operava em alta de 0,33%, a 63.092 pontos. (G1)

 



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VAI VIAJAR DE ÚLTIMA HORA? VEJA COMO ECONOMIZAR NAS FÉRIAS DE JULHO
22/06/2017 10:02


O mês de julho está se aproximando e muita gente tem a possibilidade de tirar alguns dias de férias. E para aproveitar o descanso sem gastar mais do que pode, vale fechar o planejamento da viagem o quanto antes. Tendo em vista o aumento da demanda nesse período, alguns destinos tendem a ficar mais caros. É o caso da viagem para a Disney, por exemplo.
 
Se você ainda não fechou o pacote de viagens, meu primeiro conselho é focar em destinos menos conhecidos ou que estão em baixa temporada. Antes de escolher o local, no entanto, vale pesquisar se a região realmente vale a pena em períodos com menos turistas.
 
Por exemplo regiões conhecidas por uma vida noturna agitada pode não valer em épocas de baixa temporada, Com o baixo movimento, algumas casas noturnas bares e restaurantes nem abrem as portas.
 
Escolhido o destino, reserve a hospedagem e compre as passagens o quanto antes para tentar conseguir preços melhores. As companhias aéreas costumam fazer vendas promocionais nos fins de semana e durante a madrugada, fique de olho para aproveitar essas oportunidades.
 
Se a intenção for viajar para fora do País e você tiver a intenção de usar cartão de crédito internacional, é válido ligar para a operadora alguns dias antes da viagem para avisar. Isso evita que o cartão seja bloqueado por motivos de segurança quando você fizer alguma compra fora do território nacional.
 
Além disso, vale a pena checar com a operadora a possibilidade de oferecerem o seguro-viagem gratuitamente. As operadoras costumam oferecer isso para alguns cartões, porém é necessário pedir e muitas vezes só é valido se a passagem for comprada com o cartão.
 
Mas, muito cuidado com as compras feitas no cartão de crédito. Lembre-se de que o valor que será cobrado de você será feito com base na cotação do dia de fechamento da fatura do seu cartão. Além disso, é preciso levar em consideração o ganho do banco, ou seja, a compra pode sair bem mais cara do que você imaginou.
 
Sugiro que você conte com o cartão de crédito para emergências e use papel moeda para despesas cotidianas da viagem. Na hora de comprar moeda estrangeira, considere além dos bancos, as casas de câmbio, elas costumam negociar cotações melhores.
 
Para evitar gastos exagerados, também vale a pena estabelecer limites diários de gastos. Por exemplo, se você montar uma programação para gastar no máximo US$ 120 por dia, mas por alguma razão extrapolar, economize no dia seguinte. Essa dica é preciosa principalmente para essas viagens planejadas de última hora, que tendem a ficar mais caras. (G1)

 



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COMO COBRAR EMPRÉSTIMOS FEITOS A AMIGOS E FAMILIARES
20/06/2017 08:37


Em tempos de crise econômica e desemprego em patamar elevado, muitas famílias estão com dificuldades para manter o orçamento em ordem e sem dívidas. Nessas horas, conseguir crédito com o banco por taxas baixas é um verdadeiro desafio. As instituições financeiras tendem a deixar as taxas mais salgadas não só pelo aumento da demanda, mas também pelo risco maior de inadimplência dos clientes. 
 
Diante desse cenário, muita gente com orçamento apertado acaba recorrendo a familiares e amigos para tomar empréstimo. Além da negociação ser menos rigorosa do que aconteceria em um banco, na maioria dos casos os devedores também não pagam juros. Isso porque quem empresta o dinheiro tem a intenção de ajudar a outra pessoa.
 
No entanto, quem empresta muitas vezes fica no dilema de não saber como cobrar o dinheiro de volta. Nesse ponto, a proximidade entre as duas partes tem seu lado negativo. Ao contrário dos bancos, que são totalmente imparciais quanto à situação de seus clientes, o empréstimo entre amigos e parentes têm o peso do relacionamento pessoal. Podemos identificar alguns perfis comuns de devedores - e para cada um deles é preciso uma abordagem diferente para reaver a quantia emprestada.
 
Devedor esquecido: costuma ser relapso com datas de pagamento e normalmente se endivida por essa falta de organização. No entanto, não deixa de pagar e costuma pagar logo depois da primeira cobrança. Na verdade, o que ele precisa é de um lembrete, mas não vai deixar de te pagar.
 
Devedor no limite: costuma pedir dinheiro emprestado quando está no limite do orçamento. Se as despesas aumentaram recentemente, ele levará um tempo para organizar o orçamento e pode ficar sem dinheiro para pagar as contas um mês ou outro e, por isso, pede dinheiro emprestado. Como não tem o hábito de pedir dinheiro sempre, também será mais fácil cobrar o devedor com esse perfil. No entanto, tendo com o orçamento apertado, o ideal é que, caso você empreste dinheiro para ele, que faça isso com espaço para um prazo mais longo para receber o pagamento.
 
Devedor desorganizado: é aquela pessoa que pode até ter a melhor das intenções, mas não consegue colocar a vida financeira no lugar. A julgar pelo coração, você sabe que ele lhe pagará assim que tiver o dinheiro em mãos, mas as finanças dele são tão desorganizadas que você não vê isso acontecendo tão cedo. Assim como no caso anterior, é melhor não emprestar se você for precisar do dinheiro de volta com urgência. Se já tiver emprestado, uma forma de cobrar sem desgastar a relação é incentivando-o a organizar o orçamento para saber como priorizar os pagamentos. 
 
Devedor egoísta: esse é o pior caso. Quando precisa do dinheiro emprestado, este devedor te procura, te comove com a situação de vida dele. Assim que consegue o dinheiro emprestado, ele simplesmente desaparece, não atende mais suas ligações, ignora os recados de cobrança e deixa muito claro que não tem a intenção de te pagar tão cedo. Não se assuste se ele aparecer com seu dinheiro somente quando ele, na verdade, precisar de um novo empréstimo. O ideal é não emprestar, tendo em vista que o desgaste na relação obviamente vai acontecer. (Samy Dana/G1)

 



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APESAR DE VALORIZAÇÃO RECENTE, BITCOIN É APLICAÇÃO DE GANHO INCERTO
16/06/2017 08:35


Nos últimos tempos eu venho recebendo muitas perguntas a respeito do bitcoin, a maioria querendo saber se essa é uma opção boa e segura de investimento. As pessoas estão demonstrando um interesse maior em conhecer outras opções de investimento por conta da instabilidade política e econômica e da alta do bitcoin dos últimos meses.
 
Em cenários turbulentos como que vivemos, é comum vermos o surgimento de boatos - vale lembrar dos rumores que se espalharam sobre confisco da poupança no período pré-impeachment de Dilma Rousseff, assim como os boatos de que o governo daria um calote na dívida.
 
Esse tipo de informação sem fundamento faz com que muita gente abandone investimentos para apostar em outras opções que parecem surgir como "soluções milagrosas". Nesse sentido, meu conselho é para manterem a totalidade ou pelo menos 85% do patrimônio em suas posições conservadoras e não trocarem por opções voláteis, como é o caso do bitcoin e algumas outras modalidades que estão ganhando força.
 
Especialmente em tempos de instabilidade econômica e incertezas políticas, o risco é potencializado. Ou seja, trocar a renda fixa pela variável, nesse momento, sobretudo o bitcoin, que é regido por um mercado internacional, aumenta de forma significativa suas chances de levar prejuízo. Nesse artigo eu aponto quais são as opções mais aconselháveis para a renda fixa nesse momento.
 
Além do fator contextual, precisamos levar em conta um detalhe que faz diferença em nossos processos de tomada de decisão.
 
O psicólogo alemão Herbert Ebbinghaus descobriu o “Recency Effect”. Esse conceito diz que nós tendemos a dar mais crédito a informações mais recentes. Como elas estão mais claras e frescas em nossa memória, tendemos a consolidar nossas decisões com base nessas informações mais recentes. Essa é uma das causas que bolhas se formam com frequência em mercados financeiros.
 
Isso significa que, em muitos casos, deixamos de fazer uma análise mais profunda dos riscos e das informações nas quais estamos confiando. Por exemplo, se um rumor dizendo que o bitcoin é uma boa opção de investimento se espalha, a repetição dessa informação e sua disponibilidade na memória recente das pessoas pode levar muitos a crer que esse caminho é realmente de ganhos sem risco.
 
Mas o risco de mercado, ou seja, a oscilação dos retornos do bitcoin é incomparavelmente maior que os instrumentos financeiros mais comuns: títulos públicos, títulos privados, ações, dólar, ouro etc. (SamyDana/G1)

 



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SAIBA COMO USAR O INSTAGRAM PARA ALAVANCAR VENDAS
12/06/2017 07:54


Com cerca de 35 milhões de brasileiros ativos por mês, a rede social de compartilhamento de foto e vídeo Instagram tem sido cada vez mais utilizada por empresas que desejam alavancar seus negócios. A rede permite que os empreendedores divulguem produtos, atraia clientes para lojas físicas, acompanhe as críticas e sugestões do público de forma mais precisa e pode aumentar as vendas em até 48,5%, segundo levantamento da Rock Content, líder em marketing de conteúdo da plataforma no Brasil. De acordo com o Social Midia Trends 2017, pesquisa anual sobre as diferentes formas de utilização das redes sociais, 63,3% das empresas nacionais utilizam o Instagram como principal rede de divulgação de seus negócios.
 
“A rede social para empreendedores não é só um espaço de promoção, é principalmente um local de engajamento com o público por meio da produção de conteúdo que se relacionam com perfil da empresa. Dicas de como usar o produto, receitas e tutoriais são algumas das formas utilizadas para interagir com os usuários”, afirma a gerente adjunta da Unidade de Acesso a Mercados do Sebrae-BA, Alessandra Giovana.
Entre as principais estratégias das empresas está a utilização dos posts promocionais, uma ferramenta paga que faz com que os conteúdos alcancem um número maior de pessoas, inclusive aquelas que ainda não seguem a empresa.

“O Instagram é uma rede predominantemente visual, e é isso que a torna tão atrativa. As pessoas gostam de ver com seus próprios olhos.  Para dar certo, é necessário ter estratégia, postar conteúdos atrativos e não apenas ficar divulgando o que a empresa vende”, explica o gerente de marketing em redes sociais da Rock Conten, Vinicius Faria. O especialista também ressalta que abrir um perfil comercial no Instagram requer estudo do público-alvo do negócio, para compreender o tipo de postagem e linguagem que devem ser utilizados. Além disso, possuir equipamentos de fotografia, como câmera, iluminação e programas de edição, é determinante para gerar imagens com boa qualidade que surpreendam os seguidores.

A maior parte do público da brigaderia de Márcio chegou depois da criação de um perfil no Instagram

Márcio Ventura, fotógrafo e proprietário da Mais Brigadeiro, localizada no Matatu, Centro de Salvador, revela que a maior parte da sua clientela apareceu depois da criação de um perfil no Instagram no qual investe R$ 700 por mês e que hoje conta com mais de 12 mil seguidores. “Trabalhar com culinária ajuda muito nisso, porque as pessoas amam ver vídeos e fotos de doces, mas minha principal estratégia foi mostrar meus produtos exatamente como eles são, as pessoas não se frustram quando chegam na loja”, esclareceu.

A utilização da rede social para os negócios, contudo, precisa de atenção. A visibilidade do produto ou serviço pode atrair, além de clientes, críticas e avaliações que potencialmente prejudiquem a imagem da empresa. Vinicius Faria alerta que a empresa precisa estar preparada para gerir crises desse tipo com humildade e prestar esclarecimentos dentro da própria rede. “Transforme o que seria um prejuízo em uma oportunidade de vender sua imagem através de boas ações”, destacou.

Ainda segundo Vinicius, as informações cedidas pelo Instagram sobre alcance, recepção e impacto de cada uma das postagens ainda são muito limitadas e isso dificulta na hora de saber se a estratégia está dando certo ou não. Como solução, ele indica a utilização de ferramentas baixadas separadamente do aplicativo

Hashtags: Hashtags populares farão com que seus posts apareçam entre os primeiros resultados nas buscas relacionadas ao seu setor.

Parcerias: Faça parcerias com marcas mais conhecidas ou influenciadores digitais para divulgar seu perfil.

Conteúdo: Não foque apenas em divulgar as ações promocionais do seu negócio. Invista em posts divertidos, com bom humor, informação e entretenimento.
 
Datas Especiais: Aproveite ocasiões como a do Dia dos Namorados e do São João para fazer campanhas temáticas.

Sorteios: Promova sorteios entre os seguidores, estabeleça como requisito marcação de outros amigos e curtidas nas redes sociais.

Comentários: Sempre responda o máximo possível de comentários dos clientes. Assim, eles farão questão de continuar interagindo na rede.

Frequência: Crie um cronograma de postagens para marcar presença no feed dos clientes para ser lembrado.

Ferramentas para  página comerciais 

Instamizer: Permite que você agende postagens automáticas, edite fotos e gerencie várias contas da rede social ao mesmo tempo.

Instaorders: Transforma seu perfil em uma loja online, com etiquetas de preço e direcionamento para página de pagamento.

Overgram: Cria conteúdos visuais diferenciados, com utilização de textos, filtros e ferramentas de edição.

Flipagram: Cria pequenos vídeos de 15 ou 30 segundos, reunindo suas postagens mais populares.

Followers Insight: Permite que você conheça que tipo de conteúdo seus seguidores mais gostam.

Iconosquare: Informa sobre o alcance dos posts, aumentos e quedas diárias.
 
 
 


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VEJA AS MELHORES CIDADES DA BAHIA SEGUNDO A CONSULTORIA MASTERPLAN
07/06/2017 10:51

 

 

 
A cidade do Salvador caiu da 53a posição para  o 67o lugar no ranking das 100 melhores grandes cidades do Brasil para se viver, segundo estudo da consultoria Macroplan. A capital baiana teve pontuação e 0,555.

No ranking, Salvador ficou abaixo de Vitória da Conquista que é considerada a melhor cidade baiana, com 0,655,  ocupando a 63a posição. Entre 2005 e 2015, Salvador caiu no ranking nacional em todas as dimensões pesquisadas:educação, saúde, segurança e infraestruura e sustentabilidade.
 
No Nordeste, a capital baiana é superada por Fortaleza, que está em 62o lugar, e por Petrolina, em Pernambuco, que é considerada a melhor cidade do Nordeste para se viver, ocupando o 45o  lugar no ranking,
 
Para chegar a esta conclusão, a consultoria analisou os municípios com mais de 266 mil habitantes em 16 indicadores divididos em quatro áreas distintas: saúde, educação e cultura, segurança e saneamento e sustentabilidade.

Os pesos dos indicadores e das áreas que compõem o índice foram divididos da seguinte forma: 35,3% para educação e cultura; 35,3% para saúde; 20,6% para infraestrutura e sustentabilidade e 8,8% para segurança.
Veja o estudo completo aqui. 


Veja Também: Feira de Santana tem opior desempenho entre as grandes cidade




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BRASIL FICA EM 2º LUGAR EM RANKING DE COMPLEXIDADE FINANCEIRA
06/06/2017 10:00


Numa lista de 94 países, o Brasil está em segundo lugar como um dos que têm a maior complexidade para cumprir com obrigações contábeis e fiscais, ou seja, manter as contas das empresas em ordem e os tributos em dia. O Índice de Complexidade Financeira de 2017 foi divulgado nesta segunda-feira (5) pela TMF Group, uma consultoria internacional voltada para desenvolvimento de negócios pelo mundo.
 
Acima do Brasil está a Turquia e abaixo, a Itália – o que poderia sugerir que temos algum consolo. Mas não temos. Os sistemas tributário e de contabilidade brasileiros não consolam ninguém – pelo contrário. O italiano também não deveria. A lista da América Latina revela que é característica da região ter alta complexidade e muita burocracia para manter um negócio funcionando no país.
 
Cumprir as leis tributárias nas três esferas – federal, estadual e municipal; manter as obrigações em dia e evitar ser pego num erro irrelevante – mas que pode sair custoso – são os desafios diários dos empresários brasileiros. É preciso incluir no projeto e no orçamento das companhias um departamento exclusivo para cuidar dos detalhes perversos do sistema nacional. E isto é custo na veia da economia.
 
“Isso não facilita em nada a vida das empresas e afeta muito a competitividade da economia. Sermos o segundo país do mundo, o mais complexo das américas, afasta o investidor. Quem vai investir aqui leva isso em consideração e pode escolher outro lugar. Não é só da questão da crise política e da economia”, disse Marco Sottovia, diretor da TMF Group Brasil.
 
A posição no ranking vem piorando ao longo dos últimos anos e o diretor da TMF Group explicou o porquê. “Nós pioramos por dois aspectos. O primeiro é que incluímos na metodologia a área contábil, que tem muitas obrigações assessórias e dificulta a vida do empresário. Segundo, e principalmente, pela quantidade de mudanças que temos na legislação.  Quanto mais ela muda, mais o ambiente piora e não há previsibilidade. Isso também afeta as obrigações e piora a complexidade”, disse Sttovia. (Blog Thais Herédia/ G1)

 



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