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INVESTIMENTOS DAS PESSOAS FÍSICAS ATINGEM R$ 2,7 TRILHÕES EM 2017




FRASE DO DIA
 


“Os números do IBGE demonstram o caráter exitoso dessa iniciativa. O nosso foco é gerar cada vez mais novos postos de trabalho”

Sérgio Guanabara,
Titular da Secretaria de Desenvolvimento e Urbanismo de Salvador, ao creditar ao programa Salvador 360 o motivo do aumento de empregos.









NOTÍCIAS
 
INVESTIMENTOS DAS PESSOAS FÍSICAS ATINGEM R$ 2,7 TRILHÕES EM 2017
22/02/2018 09:38



 

As aplicações dos brasileiros em produtos financeiros atingiram R$ 2,7 trilhões em 2017, o que indica alta de 11,8% na comparação a 2016. Os resultados fazem parte de relatório da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) que consolida os investimentos das 73,7 milhões de contas dos segmentos de varejo e de private banking das instituições do país.
 
Quanto à distribuição dos recursos, as alocações em fundos de investimento atingiram o maior volume entre os instrumentos utilizados (R$ 984,5 bilhões) no ano passado, com avanço de 27% sobre 2016. Os títulos e valores mobiliários tiveram redução de 1%, puxada pelas operações compromissadas, cuja recente mudança regulatória afetou o acesso aos papéis, e pela falta de lastro das LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito Agrícola). Já as aplicações em poupança responderam por 26% do saldo total (R$ 665,7 bilhões), com crescimento de 9%.
 
O maior número de investidores manteve-se concentrado no varejo, que representa um universo de 73,6 milhões de contas. O volume aplicado por eles cresceu 9,5% em 2017, atingindo R$ 1,7 trilhão. O segmento é dividido em duas categorias: tradicional e alta renda (a inclusão dos clientes nelas segue a política comercial de cada banco). Na primeira, o avanço foi menor, de 7,4%, com total de R$ 916,1 bilhões. Na alta renda, o saldo investido foi de R$ 778,1 bilhões, com alta de 12,1% em relação a 2016.
 
Embora a caderneta de poupança ainda responda pela maior parte dos recursos (39,2%) alocados e do número de clientes (85%), as aplicações do varejo em fundos tiveram aumento de 32,8% em 2017, impulsionadas principalmente pelos multimercados, que cresceram 117,1% no ano. "O resultado reflete a procura cada vez maior dos investidores por produtos mais sofisticados com mais riscos envolvidos, principalmente entre o varejo alta renda, como efeito da queda dos juros", afirma José Rocha, presidente do Comitê de Varejo da ANBIMA.
 
No private banking (que engloba os investidores com, no mínimo, R$ 1 milhão em ativos financeiros), o volume de recursos registrou alta de 15,3%, totalizando R$ 964 bilhões, e o número de contas subiu 4,8% (para 117 mil) em 2017. Entre os instrumentos, destaque ao aumento das aplicações em fundos multimercados (24,4%), em ativos de renda variável (38,8%) e em previdência aberta (27,6%). "A previdência foi destaque nos últimos anos e continuará sendo um dos carros-chefes do private, especialmente por conta das mudanças regulatórias que flexibilizaram os investimentos nestes produtos", afirma João Albino, presidente do Comitê de Private Banking da ANBIMA. Apenas a carteira de ativos de renda fixa teve queda em 2017, por conta da menor alocação em títulos bancários (-24%) e em ativos com lastro imobiliário (-3%).



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MUDANÇA NA TELECOM PODE LIBERAR OPERADORAS PARA VENDER ATIVOS INDESEJADOS
20/02/2018 10:02


As principais operadoras de telecomunicações do Brasil podem liberar centenas de milhões de dólares para investir em tecnologias como 4G e banda larga, caso seja aprovada uma reforma das regras do setor que permita a venda de bens como edifícios e acabe com a obrigatoriedade de investimento em ativos como telefones públicos.
 
A mudança nas regras estimularia a Telefônica Brasil SA e Oi, os maiores provedores de telefonia móvel e fixa do país, respectivamente, a vender ou descartar centenas de propriedades imobiliárias subutilizadas, milhares de cabines telefônicas sem uso e outros ativos datados, de acordo com executivos e outros com conhecimento das estratégias das empresas.
 
No caso da Oi, as mudanças também são fundamentais para uma venda da companhia para a China Telecom ou a China Mobile, no que poderia marcar a primeira grande incursão chinesa no mercado de telecomunicações da América Latina. (Reuters)
 



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'CORRETORA' DE BITCOIN MOVIMENTA ATÉ R$ 20 MILHÕES POR DIA
15/02/2018 09:00

 
 

A oscilação da cotação do bitcoin produz milhares de ganhadores ou perdedores no Brasil, país que já tem mais investidores na moeda virtual do que na bolsa de valores. Mas alguns participantes desse mercado sempre ganham dinheiro com a moeda virtual, seja na alta ou na baixa: são as “casas de câmbio” que, ao intermediar a negociação de bitcoins, chegam a movimentar R$ 20 milhões por dia no Brasil - e cobram taxas dos investidores pela compra ou venda das criptomoedas. 

O G1 visitou a Foxbit, uma das maiores “corretoras” do país. Formalmente, essas empresas não são corretoras, pois não possuem credenciamento junto ao Banco Central e à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
 
“O nosso trabalho é basicamente prover um meio de campo entre duas pessoas, uma que quer comprar e outra que quer vender. E a gente garante que no final do dia uma vai receber o bitcoin e outra vai receber o real como negociou”, afirma Guto Schiavon, sócio fundador da Foxbit.
 
A empresa fundada por ele já movimentou R$ 3 bilhões desde quando foi aberta, em dezembro de 2014. Somados os cadastrados de Mercado Bitcoin, Bitcon to You e da Foxbit, o número de investidores brasileiros de bitcoin já supera o volume de pessoas que negociam na Bovespa.


 



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INDICADOR ANTECEDENTE DE EMPREGO AVANÇA EM JANEIRO, DIZ FGV
08/02/2018 11:58

 
O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), da Fundação Getulio Vargas, subiu 0,7 ponto, em janeiro, para 107,7 pontos. Após o quinto avanço consecutivo, o indicador sinaliza aceleração no ritmo de recuperação do mercado de trabalho.

"O Indicador Antecedente de Emprego continua sinalizando melhora nas condições do mercado de trabalho ao longo dos próximos meses. O cenário de melhora no nível de atividade econômica juntamente com a expectativa de contratação futura, sugere continuidade da tendência de melhora do mercado de trabalho e de retorno à geração de vagas formais em 2018", afirma Fernando de Holanda Barbosa Filho, economista da FGV IBRE.

O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) recuou 3,6 pontos em janeiro de 2018, alcançando 96,7 pontos, mesmo nível de junho de 2017. Com o resultado, o indicador retorna ao patamar vigente entre abril e novembro do ano passado, após visitar a casa dos 100 pontos em dezembro.
 
"Apesar do otimismo quanto à geração de emprego nos próximos meses, a taxa de desemprego continua elevada (11,8%) e a população desocupada ainda chega a representar a 12 milhões de pessoas. Diante do quadro, as pessoas continuam percebendo dificuldades no mercado de trabalho, ainda que a melhora do indicador no último mês tenha sido expressiva", continua Fernando de Holanda Barbosa Filho.

O avanço do IAEmp em janeiro ocorreu em cinco dos sete indicadores que o compõem, com destaque para os que medem a situação dos negócios para os seis meses seguintes, na Sondagem de Serviços, e a situação dos negócios atual, da Sondagem da Indústria de Transformação, com variações na margem de 4,0 e 3,5 pontos, respectivamente.
 
Revertendo a alta do mês passado, as classes de renda que mais contribuíram para a queda do ICD foram as duas mais baixas: consumidores com renda familiar até R$ 2.100,00, cujo Indicador de Emprego (invertido) variou -9,9 pontos; e a faixa entre R$ 2.100,00 e R$ 4.800,00, com avanço de -4,6 pontos.

 



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QUEDA EM BOLSA DOS EUA DERRUBA MERCADOS DA ÁSIA E DA EUROPA
06/02/2018 09:32

 

 
Contaminadas pela retração de segunda-feira (5) da Bolsa de Valores de Nova York, nos Estados Unidos, as bolsas asiáticas também encerraram em baixa nesta terça (6). As bolsas europeias seguem a mesma tendência e operam em baixa na manhã desta terça-feira (6). As ações norte-americanas despencaram na segunda-feira com tanto o S&P 500 quanto o Dow caindo mais de 4%.
 
O índice Nikkei de Tóquio fechou em queda de 4,73%, aos 21.610,24 pontos. Foi a maior baixa desde novembro de 2016. O Topix, segundo principal indicador, caiu 4,4%, no mesmo momento, para 1.743,41 pontos.
 
Os principais índices acionários da China registraram forte queda, com o índice de Xangai registrando a maior perda em quase dois anos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve queda de 2,94%, enquanto o índice de Xangai caiu 3,38%, a maior queda diária desde fevereiro de 2016.

Nesta manhã, a maioria das bolsas europeias iniciou o dia em queda. A Bolsa de Valores de Londres abriu em baixa de 3,44 %. O índice Stoxx 600, que representa ações de companhias de 17 países do bloco, também recuava: 2,8%. O índice DAX, que concentra ações alemãs, caía 3,6%, a maior baixa intradia desde junho de 2016. Na Rússia, a bolsa tinha baixa de 2,1%, a maior desde julho.

No Brasil, o dólar iniciou a terça-feira (6) em alta ante o real, ajustando-se ao nervosismo que derrubou os mercados acionários externos na véspera em meio à perspectiva de maior aperto monetário nos Estados Unidos. Às 9:08, o dólar avançava 0,32 por cento, a 3,2573 reais na venda, depois de subir 1,01 por cento na véspera, a 3,2470 reais. O dólar futuro tinha queda de 0,20 por cento. Às 10h13, o Ibovespa caía 0,86%, a 81.153 pontos. (As informações são do G1)

 



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PAÍS TERÁ DE CRESCER 3% PARA GARANTIR FOLGA FISCAL, DIZ BANCO
29/12/2017 08:32


Para o governo cumprir a meta fiscal de 2018 sem depender tanto do dinheiro que espera receber com leilões e concessões, o Produto Interno Bruto (PIB) terá de crescer pelo menos 3% no ano que vem. Com a economia crescendo a esse ritmo, será necessário arrecadar R$ 10 bilhões por meio dessas receitas extraordinárias, R$ 8,9 bilhões a menos do que o montante previsto no Orçamento.
 
O cálculo, feito pelo economista Pedro Schneider, do Itaú Unibanco, já desconsidera os R$ 6 bilhões que o governo arrecadaria se tivesse aprovado no Congresso, ainda em 2017, a medida que altera a tributação de fundos de investimentos.
 
Se a medida tivesse sido aprovada este ano, estaria apta a entrar em vigor em 2018 e diminuiria a necessidade de receitas extraordinárias de R$ 10 bilhões para R$ 4 bilhões, deixando a situação ainda mais folgada. Como tem carência de um ano, ficou para 2019.Pessimismo. Crescer 3% no ano que vem é justamente o que o governo espera para o PIB. Já o mercado financeiro está menos otimista.
 
O último boletim Focus, pesquisa do Banco Central (BC) que reúne as projeções das instituições financeiras, aponta para expansão de 2,6%. O principal risco é político, o que envolve a eleição para presidente e a reforma da Previdência. (Estadão)

 



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CMN FIXA EM R$ 1 MI GARANTIA PARA INVESTIDOR EM CASO DE FALÊNCIA DE BANCOS
22/12/2017 08:01

 

 
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira (21) uma resolução que limita a R$ 1 milhão por investidor a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Pela regra atual, o FGC cobre até R$ 250 mil por banco onde o investidor tiver aplicação. Por exemplo: se o investidor tem aplicações em dez instituições diferentes, ele está garantido em R$ 2,5 milhões.
 
O FGC é uma associação sem fins lucrativos criada pelos bancos nos anos 1990 para proteger os investidores de eventuais riscos financeiros, como a falência de bancos. O FGC dá garantia para aplicações financeiras que dependem da credibilidade do emissor, como CDB (certificado de depósitos bancários), LCI (letra de crédito imobiliário) e LCA (letra de crédito do agronegócio). (G1)




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PLANOS ECONÔMICOS: QUEM ADERIR AO ACORDO VAI RECEBER VALOR MENOR
15/12/2017 12:01

  

Cálculos feitos por advogados mostram que quem aderir ao acordo feito entre bancos e poupadores prejudicados por planos econômicos dos anos 1980 e 1990 deve receber menos do que poderia ganhar caso mantivesse a ação judicial em curso. Uma pessoa que poderia receber R$ 44,7 mil como compensação por perdas do Plano Bresser, por exemplo, pelo acordo terá direito a receber R$ 17,3 mil.

A diferença nos valores finais que os poupadores teriam a receber pelo acordo é grande quando comparada com os cálculos feitos sob os critérios de tribunais de Justiça estaduais. Especialistas consideram que a principal razão para isso, além dos descontos aplicados, pode ser uma diferença em relação à incidência dos juros remuneratórios e de mora na hora de calcular o multiplicador para a correção monetária determinada para cada plano. O texto do acordo diz que esses adicionais já estão inclusos na conta.

Os cálculos foram feitos pelo advogado Alexandre Berthe, que cuida de vários casos sobre esse assunto. Ele utilizou o critério de correção monetária da Justiça Federal do Rio Grande do Sul que, segundo ele, costuma ser utilizado na maioria das decisões, em diversos estados.

O desconto varia de acordo com o valor a receber. Quantias abaixo de R$ 5 mil são isentas. Entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, o desconto é de 8%. Entre R$ 10 mil e R$ 20 mil, de 14%. Acima de R$ 20 mil é aplicado um desconto de 19%. (Veja mais no G1)

 



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BITCOIN BATE US$ 18 MIL APÓS ESTREAR NA BOLSA DE CHICAGO
11/12/2017 08:21


O bitcoin bateu na noite de domingo (10) a casa dos US$ 18 mil após o início das negociações de contratos futuros da polêmica moeda virtual no Chicago Board Options Exchange (CBOE). Os valores dispararam um quinto do seu lançamento, enquanto as ações asiáticas avançam diante de um otimismo sobre o crescimento global.

Sendo o contrato mais negociado na CBOE, o bitcoin abriu em US$ 15,4 mil em Nova Iorque no domingo à noite, antes de avançar para o máximo de US$ 18,7 – um ganho de 21%.

Os futuros são contratos liquidados em espécie, com base no preço do leilão de bitcoin em dólares americanos na Gemini Exchange, que é detida e operada pelos empreendedores de moeda virtual Cameron e Tyler Winklevoss.

A criptomoeda cresceu 15 vezes desde o início do ano, atraindo interesse institucional e muitos pontos de interrogação. O governador interino do Banco da Reserva da Nova Zelândia disse no domingo que o bitcoin parecia ser um "caso clássico" de uma bolha. "Com uma bolha, nunca se sabe o quão longe vai ir antes de acontecer", disse Grant Spencer à TVNZ. (G1)

 



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COM INFLAÇÃO BAIXA, POUPANÇA TEM O MAIOR GANHO REAL DESDE 2006
08/12/2017 14:26

 

A caderneta de poupança teve o maior ganho real (descontada a inflação) desde 2006 no acumulado dos 11 primeiros meses de 2017, mostrou nesta sexta-feira (8) um levantamento da provedora de análises financeiras Economatica.

A aplicação rendeu 6,41% de janeiro a novembro, enquanto a inflação oficial medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve uma variação positiva de 2,5% neste mesmo período. Foi a menor inflação no acumulado do ano desde 1998 e metade da taxa registrada no mesmo período de 2016.

Desta forma, o investidor da poupança obteve um ganho real de 3,82% entre janeiro e novembro, o melhor desempenho para a aplicação em 11 anos. A última vez que a caderneta teve um ganho real maior foi em 2006, quando rendeu 4,92%.

Desde 2000, os rendimentos da poupança somente ficaram abaixo da inflação em 2002 e 2015 no período entre janeiro e novembro, apontou o economista Einar Rivero, gerente de relações institucionais da plataforma. (G1)

 



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ANP ABRE CONSULTA PÚBLICA SOBRE 15ÂȘ RODADA DE LICITAÇÃO DE PETRÓLEO
07/12/2017 10:50


A Agência Nacional do Petróleo (ANP) comunicou, em aviso publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 7, que fará consulta e audiência públicas sobre os pré-editais e minutas de contratos de concessão da 15ª rodada de licitações de blocos exploratórios de petróleo e gás em bacias terrestres.
 
A consulta pública ficará aberta a partir desta quinta-feira até o dia 18 de dezembro - os documentos já estão disponíveis nos site da agência e na superintendência do Rio de Janeiro. No dia 21 de dezembro, será feita uma audiência pública sobre o tema.(Estadão)

 



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BITCOIN ATINGE NOVA MÁXIMA HISTÓRICA E ULTRAPASSA MARCA DOS US$ 12 MIL
06/12/2017 09:10

 
A moeda virtual bitcoin, que tem visto ganhos surpreendentes ao longo deste ano, atingiu nova máxima histórica e ultrapassou a marca psicologicamente importante de US$ 12 mil na noite de terça-feira, de acordo com a CoinDesk, uma das maiores consultorias do setor de criptomoedas. No acumulado de 12 meses, o bitcoin apresenta valorização de mais de 1.500%. Somente neste ano, os ganhos estão em mais de 1.100%.
 
Na manhã desta quarta-feira, o valor de mercado total do bitcoin atingiu US$ 200 bilhões pela primeira vez, nas contas da CoinMarketCap. Nesse valor, a moeda já supera companhias como Oracle e Coca-Cola. Embora o preço do bitcoin esteja fortemente volátil, ele subiu em meio a vários comentários de que a valorização da criptomoeda é uma bolha ou uma fraude, como disse o diretor executivo do J.P.Morgan, Jamie Dimon.
 
No início desta semana, a CBOE Global Markets informou que lançará futuros de bitcoin no próximo domingo. As negociações começarão, sob o símbolo "XBT", às 21h (de Brasília) e serão livres até dezembro. De acordo com o executivo-chefe da CBOE, Ed Tilly, os futuros serão contratos ajustados em dinheiro, baseados no preço de leilão da Gemini para o bitcoin, denominado em dólares. "Diante do interesse sem precedentes no bitcoin, é vital que forneçamos aos clientes instrumentos de negociação para ajudá-los a expressar nossas visões e proteger a exposição deles", afirmou. (Estadão)

 



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BITCOIN ULTRAPASSA BARREIRA DOS US$ 11 MIL, HORAS APÓS PASSAR DE US$ 10 MIL
29/11/2017 12:46

 

 
Horas depois de ultrapassar a marca de US$ 10 mil, o bitcoin já escalou para além dos US$ 11 mil, marcando o mais recente recorde da moeda virtual. O rali transformou o bitcoin de mera curiosidade para assunto quente entre os investidores conservadores.
 
Às 12h19 (de Brasília), o bitcoin subia para US$ 11.321,39, depois de bater a máxima de US$ 11.377,33 minutos antes, de acordo com a cotação registrada pela CoinDesk, principal consultoria do setor. É uma das altas mais notáveis num ano, em geral, positivo para os preços de ativos.
 
Nos últimos meses, investidores resolveram deixar de lado as dúvidas sobre o uso de bitcoin em atividades ilícitas e mudaram o enfoque para o potencial transformador da tecnologia por trás da moeda e a perspectiva de que o bitcoin poderia substituir o ouro como um investimento para comprar quando a confiança em outras moedas cair.
 
"Agora nós temos milhões de usuários ativos", disse Peter Smith, executivo-chefe de serviços de bitcoin na Blockchain.info. "Nós não tínhamos um milhão no ano passado". (Estadão)

 



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PREVISÃO PARA O CÂMBIO PERMANECE EM R$ 3,25 AO FINAL DE 2017
27/11/2017 08:20

 
Na edição desta semana do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2017 permaneceu em R$ 3,25. Para o fechamento de 2018, a previsão dos economistas para a moeda norte-americana ficou estável em R$ 3,30.

A projeção do boletim Focus para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), em 2017, subiu de US$ 65 bilhões para US$ 65,5 bilhões de resultado positivo.

Para o próximo ano, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit avançou de US$ 53,2 bilhões para US$ 53,6 bilhões. A previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2017, permaneceu em US$ 80 bilhões. Para 2018, a estimativa dos analistas ficou estável também em US$ 80 bilhões. (G1)

 



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BITCOIN VOLTA A QUEBRAR RECORDE E ACUMULA VALORIZAÇÃO DE 1000% EM 12 MESES
20/11/2017 18:01


O bitcoin voltou a quebrar mais um recorde nesta segunda-feira e ultrapassou os US$ 8 mil, chegando à cotação máxima de US$ 8.263,01, de acordo com a CoinDesk, uma das maiores consultorias de moedas virtuais. No acumulado de 12 meses, o bitcoin aponta valorização de 1000%, com o valor de mercado chegando a US$ 136,6 bilhões.
 
De acordo com analistas, o novo recorde se deu por causa da maior demanda institucional pela criptomoeda. Nesta segunda-feira, o CME Group detalhou os planos para o início das vendas de contratos futuros baseados em bitcoin, que deverá começar no dia 11 de dezembro, caso não haja contratempos regulatórios. Cada contrato será composto por 5 BTC e utilizará os índices de preço de bitcoin já existentes no CME Group.
 
Ao longo de 2017, o bitcoin renovou máximas sequenciais, ainda que de forma extremamente volátil, o que despertou curiosidade dos mais variados públicos, de grandes banqueiros a pequenos investidores.
 
Para o diretor-executivo do Morgan Stanley, James Gorman, o bitcoin é, por definição, "especulativo". "Qualquer um que acredite estar comprando um investimento estável está se iludindo", disse em entrevista ao canal CNBC na semana passada. Em outubro, seu colega do J.P.Morgan Chase, Jamie Dimon, um dos críticos mais ferrenhos da moeda virtual, chamou a moeda virtual de "fraude". (Estadão)

 



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2018 SERÁ ANO EM QUE BRASILEIRO VAI SE SENTIR BEM, DIZ ECONOMISTA
17/11/2017 10:00


Entre os otimistas e pessimistas com o futuro próximo do Brasil há os “positivos” com a dinâmica atual da economia e de como ela deve se comportar no ano que vem. É o caso do economista Armando Castellar, do IBRE/FGV. Para ele não cabe muito falar em otimismo porque o “cenário é mediano”, mas também não dá para negar a melhora da atividade e, especialmente, a força crescente do consumo das famílias – que irá puxar o resto da economia para cima.
 
“É positivo se for comparado ao que vivemos nos últimos anos. O PIB agora responde mais rápido, a inflação está baixa, as contas externas equilibradas, o desemprego está caindo, os juros também. Então, é  bastante positivo e o consumo das famílias que vai puxar o resto. Vamos viver um cenário de ‘feel good’, com as pessoas mais felizes porque estão comprando, reconquistando o que perderam com a crise”, disse o economista do IBRE em entrevista exclusiva ao Blog.
 
O consumo das famílias depende, fundamentalmente, de três coisas: emprego, renda e grau de endividamento/inadimplência que vai determinar apetite para crédito. O primeiro e o segundo estão subindo, e o terceiro está em queda. Os últimos dados mostram que a inadimplência caiu 4,5% até outubro, no acumulado em 12 meses. Este fator tende a melhorar com a redução da taxa de juros básica, mesmo que o repasse para o crédito ao consumo seja mais demorado.
 
“Essa recuperação vai acontecer com mais força para as famílias do que para as empresas que sofreram mais com a inadimplência durante a crise. Em compensação, a queda dos juros vai ajudar primeiro as empresas porque os financiamentos são indexados ao CDI, que é próximo da Selic. Elas também têm capacidade ociosa, ou seja, não precisam investir tão cedo”, aponta Castelar. 

O cenário positivo de Castelar tem limite, ou melhor, limites. Para falar da atividade econômica, o primeiro deles é o investimento. Este cai há anos, começou a recuar antes de a recessão chegar com força, como acontece nos ciclos econômicos. Já começou uma retomada no setor de máquinas e equipamentos, tanto na fabricação quanto na importação deles, o que é relevante. Mas a capacidade de produção da economia, ou seja, o chamado PIB Potencial, responde com mais intensidade ao investimento em construção civil e em infraestrutura. Este vai levar mais tempo.
 
“No setor Imobiliário ainda há grandes estoques e ainda precisa conseguir se livrar do disso para começar a produzir em um ritmo mais forte. Já temos investimento em máquinas e equipamentos, mas a construção civil ainda está baixo. No caso da infraestrutura, o investimento publico está baixíssimo e temos muitas incertezas na política com as eleições do ano que vem e o candidato que pode sair na frente. Nós só teremos uma visão melhor depois disso e a tendência para o investimento em infraestrutura é aguardar estas definições”, pondera Armando Castelar. (G1)

 



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CONSUMIDOR PLANEJA GASTAR MAIS NA BLACK FRIDAY
16/11/2017 08:15


Quase 70% dos consumidores pretendem ir às compras na Black Friday deste ano, marcada para a última sexta-feira do mês. Além da intenção de compra ser elevada para uma economia que está saindo da recessão, a pretensão de gasto com a aquisição de produtos em promoção, especialmente eletrônicos, também chama a atenção. Neste ano, a intenção de desembolso é, em média, de R$ 713, aponta uma pesquisa nacional da consultoria GFK, em parceria com a Vivo ADS.
 
"Esses resultados dão uma pista de que a Black Friday vai ser muito boa", afirma Gisela Pougy, diretora de Negócio da consultoria. Em relação ao gasto médio do ano anterior, o aumento é de quase 10%. A comparação considera o valor médio das compras online apurado em 2016 pelo Ebit, empresa que acompanha o comércio eletrônico, já que é primeira pesquisa desse tipo da GFK.
 
Magazines especializados em eletroeletrônicos, como Lojas Cem e Ricardo Eletro, esperam crescimento de vendas na faixa de 20% em relação à data de 2016. Na rede de hipermercados Extra, do grupo GPA, a expectativa é de aumento de dois dígitos nas vendas de eletrônicos, aparelhos de vídeo e telefonia, segundo o diretor comercial, Renato Giarola.

O otimismo do varejo e da indústria para a Black Friday numa economia com cerca de 12 milhões de desempregados se baseia nos trabalhadores que continuam trabalhando formalmente, que somam 48,1 milhões. "Com a crise, quem continuou empregado nos três últimos anos tinha a cabeça de desempregado", observa Giovanni Marins Cardoso, sócio-fundador da Mondial, fabricante de eletroportáteis. Agora, diz, com o recuo das demissões e algumas empresas voltando a contratar, os brasileiros que estão empregados ficaram mais seguros para gastar. "A retomada está baseada diretamente nisso." (Estadão)

 



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PREFEITURA CAMAÇARI DIVULGA PROJETO VERÃO EM EVENTO NO DIA 16
14/11/2017 11:00

A Prefeitura de Camaçari vai divulgar todo seu projeto para o verão no municipio na proxima quinta-feira 16, após o feriado da proclamação da república. O evento será realizado em um grande hotel de Guarajuba. 
 
Com a proximidade do verão – uma das estações mais esperadas do ano - a Prefeitura de Camaçari se prepara para receber ainda melhor os turistas. Para tanto, serão realizadas uma série de intervenções nas localidades da orla do município.
 
Por meio da “Operação Verão”, a Secretaria da Infraestrutura e Habitação (Seinfra) deu início, na segunda-feira (23/10), às ações de manutenção geral na localidade de Arembepe, uma das mais frequentadas nos 42 quilômetros de orla do município.
 
No local, já está em andamento a requalificação do campo de futebol, localizado atrás do Terminal de Transbordo Professora Célia Campos. Ainda estão previstas para o local as recuperações dos decks; das duas principais praças, a dos Coqueiros Tia Deja e das Amendoeiras Salustiano Santiago de Souza; além da recuperação dos guarda-corpos da praia.
 
Ainda fazem parte das intervenções, as manutenções na pavimentação, no asfalto e no Centro de Informações Turísticas Nidinho; além de serviços de pintura, recuperação de material danificado e paisagismo.
 
A “Operação Verão” visa proporcionar um ambiente mais agradável à população e aos turistas que visitam a localidade, elevar a autoestima dos moradores, além de fomentar o turismo e o desenvolvimento do comércio da região.

 



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CEO DA VINCE CONFIRMA PRESENÇA NO FÓRUM BAHIA ECONÔMICA
14/11/2017 08:01


O CEO da Vinci Airports Brasil, empresa francesa administra o Aeroporto internacional de Salvador, José Luís Menghini, confirmou sua presença em Salvador para participar do IV Fórum Bahia Econômica, que será realizado na Casa do Comércio, na próxima segunda-feira, à partir das 8:00.

 Menghini vai fazer palestra sobre os novos investimentos no Aeroporto de Salvador e as perspectivas do turismo baiano em 2018. O IV Fórum Bahia Econômica será aberto com Conferência do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, que falará sobre as perspectivas da economia brasileira em 2018.

As inscrições para o IV Fórum Bahia Econômica podem ser feitas no link:
 
http://www.bahiaeconomica.com.br/2010/inscricoes_forum.php
 



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4 EM CADA 10 FUNDOS DE AÇÕES RENDERAM MENOS DO QUE O IBOVESPA EM 2017
13/11/2017 10:03



Em busca de maiores retornos do que na renda fixa, arrefecida com a queda dos juros, muitos brasileiros viram nos fundos de ações uma oportunidade para colocar o pé na renda variável e entrar indiretamente na Bolsa, que em outubro encostou nos 77 mil pontos e aguçou o apetite por risco. No entanto, este ano, apenas 58% dos fundos de ações renderam acima do Ibovespa - principal índice de ações do mercado brasileiro.
 
Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo com dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) analisou o desempenho de 1,2 mil fundos de ações de janeiro até setembro deste ano - último dado disponível. A pesquisa excluiu fundos que investem no exterior, fundos fechados, fundos mútuos de privatização (FMP-FGTS) e fundos que investem em apenas uma empresa.
 
Entre os fundos que se propõem a replicar índices (ações indexado), apenas 38% conseguiram bater o Ibovespa - que avançou 23,36% nos primeiros nove meses do ano. Já entre os que pretendem superar o índice (ativos), 60% foram bem-sucedidos. Entre os que buscam ações que paguem mais dividendos, 44% tiveram valorização acima do índice.
 
Fundos de ações são indicados para quem deseja investir em empresas, mas não tem disponibilidade ou experiência para estudar o mercado e pesquisar quais são as mais promissoras em determinado prazo e cenário. Esses produtos têm pelo menos 67% da carteira investida em ações e funcionam como um condomínio, no qual os investidores compram cotas.
 
Além disso, os fundos são mais acessíveis - já que, para pulverizar o risco e montar uma carteira de ações diversificada, o investidor teria de desembolsar um valor muito mais elevado.
 
Na contrapartida, a instituição financeira geralmente cobra uma taxa de administração. No levantamento, elas variaram de 0% a 7,5% ao ano. Há ainda fundos que cobram a chamada taxa de performance - taxa adicional quando a rentabilidade ultrapassa determinado patamar.
 
Segundo especialistas, é comum que as carteiras que se balizam por uma referência rendam menos que o índice em si, por causa dos custos para montá-las e da taxa de administração. Além disso, o mercado de renda variável visa mais o longo prazo - o que permite, a depender da estratégia do gestor, que haja disparidades no curto prazo.
 
"Muitos gestores se posicionaram muito fortemente em ativos que poderiam se beneficiar do andamento das reformas e da retomada econômica, como Petrobras, Banco do Brasil e Eletrobrás. Aí veio a delação da JBS, as denúncias contra Temer e o impasse da reforma da Previdência - o que causou muito mais volatilidade", explica Celson Plácido, estrategista-chefe da XP Investimentos. "Alguns gestores viram oportunidade na queda de ações específicas - por isso, no curto prazo, alguns não tiveram um bom desempenho." (Estadão)

 



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