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JUROS É PRINCIPAL BARREIRA PARA 38% DOS EMPRESÁRIOS QUE NÃO BUSCAM CRÉDITO




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"Nem me esperou chegar de Brasília, Correria? Vai ter que andar comigo no metrô, do Iguatemi ao CAB. Estamos juntos. Nada resiste ao trabalho"

Otto Alencar
Senador comentou a postagem do Facebook do governador Rui Costa indo trabalhar de metrô







NOTÍCIAS
 
JUROS É PRINCIPAL BARREIRA PARA 38% DOS EMPRESÁRIOS QUE NÃO BUSCAM CRÉDITO
22/05/2017 12:21

 


As altas taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras são o principal motivo para os empresários dos ramos do comércio e serviços não buscarem crédito para investir e desenvolver seus negócios. A constatação é de uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com empresários de todos os portes nas 27 capitais.

De acordo com o levantamento, entre aqueles que nunca recorreram a empréstimos e financiamentos, quatro em cada dez (38%) atribuem a decisão ao fato de considerarem os juros elevados. A burocracia no processo de aprovação de um empréstimo foi citada por 12% dos entrevistados. Outro motivo é que 44% desses empresários conseguem manter a operação da empresa com recursos próprios. No total, 58% dos varejistas nunca utilizaram, ou ao menos buscaram, crédito na forma de empréstimos ou financiamentos.
 
Levando em consideração os últimos 12 meses, apenas 9% dos comerciantes e empresários do ramo de serviços tomaram recursos emprestados de terceiros. Outros 5% tentaram fazê-lo, mas não conseguiram, sendo que 3% acabaram desistindo e 2% tiveram o crédito negado.
 
“Com a demanda do consumidor retraída e a atividade econômica estagnada no país, inclusive com piora dos índices de empregabilidade e de renda, o empresariado brasileiro tem se mostrado pouco interessado em aumentar investimentos em seus negócios. Embora a Selic se encontre em uma trajetória consistente de queda, os juros praticados pelas instituições financeiras seguem altos, o que infelizmente contribui para inibir a busca por crédito”, afirma o presidente da CNDL, Honório Pinheiro.
 
Pensando nas medidas que poderiam aproximar o empresariado do crédito, os entrevistados destacam, principalmente, a flexibilização da documentação exigida (49%), alteração na política de garantias (38%), diminuição de exigência de capital próprio (38%) e das exigências quanto ao plano de negócio (35%). De acordo com a pesquisa, 57% dos empresários do varejo acreditam que linhas de financiamento bancário estimulam os investimentos, aumentando a produtividade e competitividade da empresa. Atribuindo uma nota de um a 10 para a importância do crédito no crescimento e manutenção do negócio, em que 10 significa máxima importância, os entrevistados deram nota média 6,1, sendo que 47% deram nota acima de 7,0.
 
 
A pesquisa do SPC Brasil e da CNDL ainda revela que os principais processos e burocracias enfrentados por quem contratou crédito é atestar a situação legal da empresa, citada por 44% dos entrevistados. Outros empecilhos relatados são a necessidade de um avalista (23%), garantia de bens (20%) e a elaboração do plano de negócios (15%).

Os bancos públicos são identificados pelos empresários como o melhor tipo de instituição financeira para se buscar crédito, citado por 28% dos entrevistados. Os bancos privados foram mencionados por 17%. Outros 55% são indiferentes. A preferência pelos bancos públicos é justificada, sobretudo, pela percepção de que eles praticam juros mais acessíveis (59%). Outros 14% citam a segurança e credibilidade dessas instituições. Ainda assim, a nota média para o sentimento de amparo do governo nas políticas de acesso ao crédito é de apenas 3,3 pontos. No total, 47% dos empresários consultados não conhecem nenhuma linha de financiamento. Entre os que conhecem, as mais citadas são as do BNDES (49%).

 



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ENTENDA COMO FUNCIONA O FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO
18/05/2017 10:16


Quando se fala na maioria dos investimentos em renda fixa dos bancos (Letras de créditos, CDBs, LCIs e LCAs), as pessoas costumam se interessar pela segurança oferecida pela cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O fundo cobre até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ e por instituição financeira. Muita gente se pergunta, no entanto, como o FGC funciona na prática.
 
Antes de entrarmos nesse ponto, lembro que o FGC cobre não somente investimentos como letras créditos e CDBs. Há cobertura para dinheiro em conta corrente e na conta poupança, sempre observado o teto de R$ 250 mil por CPF/CNPJ e por instituição.
 
Esse valor de R$ 250 mil engloba o valor investido e os juros. Ou seja, o ideal é que você não aplique o valor total do teto em um só investimento, pois o rendimento sobre esse montante já estará fora do limite do FGC.
 
Em caso de conta conjunta, a cobertura não aumenta. O teto continua sendo de R$ 250 mil para ambos os titulares. Ou seja, em uma conta com dois titulares, o máximo de cobertura será de R$ 125 mil para cada.
 
Apesar de sabermos que o FGC garante essa cobertura, ninguém espera ou deseja que o banco quebre. Por ser uma situação rara, as pessoas não sabem muito bem como funciona o pagamento das garantias no caso de falência do banco.
 
De acordo com informações do próprio FGC, o primeiro passo é que a instituição falida faça uma lista de todos os credores, especificando o CPF dos beneficiários e o valor que cada um tem a receber do FGC. Além disso, fica a cargo da instituição providenciar também os documentos de pagamento, chamado de termo de cessão. (G1)

 



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FRAUDES SE SOFISTICAM E EXIGEM MAIS CUIDADO EM TRANSAÇÕES PELA INTERNET
15/05/2017 08:36


Os ciberataques iniciados na sexta-feira, 12, e que já atingiram cerca de 150 países mostram que nem mesmo as grandes companhias estão imunes a crimes digitais. Para quem compra produtos ou faz transações financeiras pela internet, a recomendação de especialistas é redobrar o cuidado, pois golpes e fraudes têm se tornado cada vez mais sofisticados.
 
"Uma característica comum às fraudes na internet é que elas envolvem temas do momento", diz Camillo Di Jorge, presidente da Eset no Brasil. No início do ano, a empresa de segurança com sede na Eslováquia detectou um vírus disseminado por e-mail sobre os saques do FGTS. A mensagem, que prometia informar o calendário para retirada, roubava senhas bancárias por meio de um programa instalado no computador de quem baixasse o arquivo anexado.
 
Características do e-mail, como o domínio (o que vem depois do símbolo @) e a identidade visual evidenciavam o golpe. A artimanha, porém, poderia enganar usuários menos experientes.
 
Outro tipo de golpe que tem se tornado frequente é o da loja falsa. Felipe Panniago, diretor de marketing do site ReclameAqui, afirma que há casos de golpistas que respondem reclamações de usuários, fraudam CNPJs e até contratam serviços de call center. "É fundamental que a vítima exponha isso de alguma maneira, para evitar que outros consumidores passem pela mesma situação", diz.
 
Para Bruno Cavalcante, a isca foi um iPhone anunciado no site Mr. por R$ 2 mil, valor abaixo do preço médio no mercado. O produtor de eventos checou os registros da empresa vendedora e entrou em contato com uma central de call center. Bem atendido, ele só se deu conta da fraude dias depois, ao solicitar o código de rastreamento do produto e não obter resposta. Cavalcante entrou em contato com seu banco e foi informado de que o valor desembolsado havia sido bloqueado - mas não obteve ressarcimento. Hoje, ele espera uma decisão da Justiça sobre o caso. O site está fora do ar.
 
Leonardo Moura, do escritório Silveiro Advogados, diz que, quando um golpe digital é detectado, é necessário fazer um boletim de ocorrência. Quanto a ações na Justiça, o entendimento é de que o cliente deve ser amparado, porém cabe a ele ficar atento. "É cada vez mais comum ver decisões que cobram do consumidor um nível mínimo de atenção e zelo em transações eletrônicas", diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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PREVIDÊNCIA PRIVADA: ENTENDA AS DIFERENÇAS ENTRE PGBL E VGBL
11/05/2017 08:41


Com a iminente reforma da Previdência, parte dos brasileiros enxergaram na previdência privada uma alternativa para se preparar para o futuro ao se aposentar. No entanto, a primeira dúvida vem antes da contratação de fato acontecer, pois são oferecidas ao cliente duas opções: Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).
 
É fundamental entender as diferenças entre estes dois tipos de planos, pois cada um é mais vantajoso em determinados casos.
 
O PGBL é indicado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda. Isso porque ele possibilita que se abata da base de cálculo do IR os recursos aplicados na previdência privada naquele ano, restringindo este abatimento a 12% da renda anual bruta. Este benefício vale apenas para aqueles que também contribuem para o algum tipo de previdência oficial como, por exemplo, o INSS.
 
Antes de optar por este modelo, no entanto, é preciso avaliar se o benefício é realmente vantajoso para você no PGBL. Nele, o IR é descontado de todo o valor na hora do resgate, ou seja, o valor investido mais os juros.
 
Já o VGBL é recomendado para pessoas que fazem a declaração simplificada do Imposto de Renda, já que não permite o abatimento de IR da forma que ocorre no PGBL. Apesar disso, o IR incide apenas sobre os rendimentos, e não sobre todo o patrimônio, como acontece no PGBL. (G1)

 



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RENDA DE NEGROS AINDA É METADE DA DE BRANCOS NO BRASIL, APONTA ESTUDO
10/05/2017 12:19

 
Em 10 anos, as desigualdades sociais relacionadas a etnia, gênero e situação de domicílio (urbano ou rural) diminuíram no país. Apesar disso, o Brasil ainda apresenta muitos contrastes entre a sua população – a exemplo dos negros, cuja renda média ainda é metade da dos brancos. É o que aponta um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com a Fundação João Pinheiro (FJP) e com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), divulgado nesta quarta-feira (10).

O estudo analisa o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e outros 170 dados socioeconômicos por cor, sexo e situação de domicílio dos anos censitários de 2000 e 2010 para mostrar como a vida dos brasileiros mudou ao longo da década.

Os dados mostram melhores resultados para brancos, para homens e para a população urbana. No Brasil, somente em 2010 o IDHM dos negros se aproximou ao índice dos brancos medido dez anos antes. Ou seja, o IDHM dos negros levou 10 anos para equiparar-se ao IDHM dos brancos – que seguiu avançando e ficou 12,6% superior ao dos negros em 2010.

Em relação à diferença de ganhos entre brancos e negros, em 2010, a renda domiciliar per capita média da população branca era mais que o dobro da verificada para a população negra: R$ 1.097,00 ante R$ 508,90.
A renda das mulheres também era desigual: mesmo com melhores níveis educacionais, a renda média delas era 28% inferior à dos homens. Já entre o campo e a cidade, a renda domiciliar per capita média da população urbana era quase três vezes maior que a da população rural.

Segundo o estudo, porém, houve uma redução das desigualdades e avanços em todos os indicadores para o período. O relatório destaca, por exemplo, que a diferença entre o IDHM de negros e brancos reduziu-se pela metade no período de 2000 a 2010.

A diferença entre o menor indicador (IDHM dos negros) e o maior indicador (IDHM dos brancos) passou de 0,145 em 2000, para 0,098 em 2010. Segundo o relatório, isso mostra que a melhora no IDHM para o período de dez anos foi maior para os grupos mais vulneráveis, que apresentavam os indicadores mais baixos, o que pode ter contribuído para a diminuição da desigualdade no país.

No período analisado, a taxa média de crescimento anual do IDHM da população negra foi de 2,5%, apresentando o melhor desempenho, ante 1,4% dos brancos, 1,9% para mulheres, e 1,8% para os homens. (G1)

 



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FATURA NO VERMELHO: SAIBA COMO QUITAR A DÍVIDA E SAIR DO PROBLEMA
08/05/2017 08:11

 
Os consumidores não estão obrigados a aceitar a proposta de negociação feita pelos bancos na fatura e podem recorrer, caso as opções dos bancos não sejam pagáveis. A orientação é do superintendente da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA), Filipe Vieira. “A ideia principal desta mudança é evitar o superendividamento. Por isso não faz sentido aceitar uma proposta que não será possível quitar”, afirma. 
 
Ainda de acordo com ele, o consumidor pode procurar os balcões e canais de atendimento do Procon para ajudá-lo a avaliar as condições ofertadas pelas instituições financeiras. “Se as opções dos bancos forem acima da capacidade real de pagamento, a intervenção do Procon é possível. É importante que o consumidor também conheça as condições que estão sendo ofertadas e busque mais informações nos canais de atendimento antes aceitar o financiamento”. 
 
Mais do que nunca o consumidor deve evite o descontrole financeiro se quiser resolver este débito. “A mudança vem como uma forma de forçar o maior controle tornando obrigatório que o banco ofereça outras linhas específicas de crédito para quitar a dívida”, reforça.
 
 O advogado especialista em Direitos do Consumidor, Dori Boucault, também tem outro alerta para o consumidor: as taxas de juros ainda são altas, o que o obriga a ter uma atenção redobrada ao pensar nesta negociação. “Cada instituição adotará sua própria sistemática. Por isso, exija da instituição financeira uma explicação melhor de cada detalhe, principalmente como irá funcionar”, orienta Boucault.
 
Caso o limite não seja integralmente utilizado, mesmo com o parcelamento o consumidor vai poder realizar mais compras, situação que vale mais uma recomendação. “Se houver compras parceladas a serem debitadas em sua fatura além das parcelas do financiamento e das compras do mês, haverá ainda a cobrança desses valores todos de uma só vez, o que pode gerar endividamento”, destaca. Outra orientação é ficar ligado no parcelamento automático. “É uma atitude que pode induzir o consumidor a parcelar sem avaliar as taxas de juros”. (Correio)




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DÓLAR SOBE ANTE REAL COM EXTERIOR E APÓS APROVAÇÃO DA PREVIDÊNCIA EM COMISSÃO
04/05/2017 09:55
 

 
O dólar opera em alta ante o real nesta quinta-feira (4), com os investidores digerindo a aprovação da reforma da Previdência em comissão especial da Câmara por 23 votos favoráveis. Às 9h07, a moeda norte-americana avançava 0,72%, vendida a R$ 3,1812.

A moeda norte-americana também acompanha a movimentação no exterior ante divisas de emergentes, em dia de forte recuo das commodities e após o Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, deixar a porta aberta para um aumento dos juros em junho. O Banco Central não anunciou qualquer intervenção para o mercado de câmbio para esta sessão, por ora.

Em junho, vencem 4,435 bilhões de dólares em swap cambial tradicional, equivalente à venda futura de dólares. Na véspera, a moeda norte-americana subiu 0,16%, negociada a R$ 3,1585 na venda. No ano, o dólar tem desvalorização de 2,81%.

 


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EMPRESAS INVESTEM EM SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO PARA AUMENTAR A PRODUTIVIDADE
27/04/2017 11:23
 

 
Em tempos de crise, empresas baianas adotam medidas para alavancar os negócios. Uma opção que tem ganhado força neste momento é investir em Segurança e Saúde no Trabalho. As organizações atentas a essa questão, além de prevenir acidentes, reduzem o absenteísmo, ganham na produtividade e cumprem a legislação vigente.
 
A Tenda empregou Programa de Excelência em Obras (PEO) que otimiza o tempo e motiva os seus funcionários, com isso a construtora registrou um aumento na produtividade. “Esta ação tem como finalidade, medir o desempenho, estimular a melhoria contínua da qualidade da gestão, identificar e disseminar melhores práticas, desenvolver treinamentos de Segurança do Trabalho e propagar campanhas nos canteiros de obras de prevenção de acidentes e doenças ocupacionais. Uma das categorias de maior relevância do PEO é o Processo de Segurança do Trabalho, Saúde e Meio Ambiente, onde as obras são auditadas periodicamente com foco no cumprimento dos requisitos legais da legislação e as mais bem avaliadas são premiadas, o que estimula toda a equipe. Por isso, obtivemos resultados positivos, porque valorizamos os nossos colaboradores e reconhecemos um trabalho bem feito”, informa Luis Santos, engenheiro de Segurança do Trabalho da Tenda na Bahia.
 
Outra organização com bons exemplos de ações na área de Segurança e Saúde no Trabalho é a Odebrecht Realizações Imobiliários (OR). “Através do Programa de Promoção da Saúde Individual e Coletiva da OR intensificamos a importância da prática esportiva, como instrumento de qualidade de vida, e de controle de patologias, com realizações de campanhas nos canteiros de obras sobre arboviroses, hiper tensão arterial, diabetes, câncer de pele, hidratação, drogas, DST’S/AIDS e glaucoma”, afirma Dernival Neto, engenheiro responsável pelo setor de Segurança, Saúde e Meio Ambiente do empreendimento D’Azur.  
 
Dernival ainda ressalta que “quanto à Segurança do Trabalho, temos diversas práticas, tanto as previstas na legislação através do Programa de Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção (PCMAT), quanto às boas práticas desenvolvidas pela organização. Vale destacar o programa PréVer, que consiste em inspeções mensais de segurança do trabalho realizada pelos líderes da obra e as inspeções rotineiras que são executadas eletronicamente através de tablets, evitando o uso de check lists de papel. Agora temos em tempo real a informação dos desvios em relação às Normas Regulamentadoras e podemos agir imediatamente. Tudo isso é realizado para garantir a saúde e o bem estar dos nossos colaboradores”.  
 


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FUNDOS DE PENSÃO TÊM ROMBO DE R$ 70,6 BILHÕES
24/04/2017 08:26


Os fundos de pensão fecharam 2016 com rombo de R$ 70,6 bilhões, segundo levantamento da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), o xerife do setor. O dado preocupa por causa da rápida expansão do déficit do sistema, que subiu 700% em quatro anos - em 2012, o buraco era de R$ 9 bilhões. O rombo subiu para R$ 21 bilhões em 2013 e para R$ 31 bilhões no ano seguinte. O déficit atingiu seu ápice em 2015, quando somou R$ 77,8 bilhões.
 
A indústria dos fundos de pensão é composta por 307 entidades, que administram 1.137 planos de benefícios. Juntas, elas detêm quase R$ 800 bilhões em investimentos, que representam 12,6% do PIB nacional. São 7,2 milhões de associados, entre participantes que estão na ativa, dependentes e assistidos.
 
Um plano de aposentadoria registra déficit quando os ativos não são suficientes para pagar os benefícios previstos até o último participante vivo do plano. A nova regulação não exige o equacionamento de todo o déficit. A norma em vigor permite que planos com população mais jovem tenham mais tempo para administrar os desequilíbrios. Para cobrir o déficit, participantes e patrocinadores precisam injetar mais dinheiro nos planos por meio de contribuições extras. (Estadão)

 



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VEJA LISTA DE RENDIMENTOS QUE NÃO PAGAM IMPOSTO DE RENDA
19/04/2017 08:39


Nem todo dinheiro que entra na conta bancária precisa ter desconto do Imposto de Renda. É o caso, por exemplo, do rendimento da caderneta da poupança, de indenizações e de recebimento de seguros por roubo de carros, por exemplo. Mesmo sem pagar imposto, muitos desses valores precisam ser informados na declaração do Imposto de Renda.

Faltam apenas nove dias para encerrar o prazo para a declaração de Imposto de Renda à Receita Federal, que acaba no dia 28 de abril. Segundo último balanço da Receita Federal, de 290 mil pessoas que precisam declarar o imposto, 43% ainda não acertaram as contas com o Fisco.

A lista de 20 exemplos de valores isentos de tributação foi elaborada pelo diretor da CSL Assessoria Contábil, Claudionei Santa Lucia, pelo especialista e diretor da Direto Contabilidade, Gestão e Consultoria, Silvinei Toffanin, e pela advogada da Giugliani Advogados Beatriz Dainese. Veja abaixo:

Bolsas de estudo e de pesquisa caracterizadas como doação, desde que os resultados dos estudos e da pesquisa não representem vantagem para o doador, nem contraprestação de serviços
Aposentadoria e pensão recebidas em decorrência de doenças graves como câncer;
Auxílio-alimentação e auxílio-transporte a servidor público federal civil;
Rendimento de caderneta de poupança;
Indenizações;
Recebimento de seguro por furto ou roubo;
Lucros e dividendos distribuídos aos sócios de empresa;
Restituição do Imposto de Renda;
Seguro-desemprego e outros auxílios;
Parcela da aposentadoria recebida por declarante com mais de 65 anos;
Prêmio de seguro restituído e pecúlio recebido de Previdência Privada em razão de morte ou invalidez permanente;
Lucro na alienação de bens ou direitos de pequeno valor;
Lucro na venda de imóvel residencial para a aquisição de outro imóvel residencial, dentro do período de 180 dias da assinatura do contrato de venda;
Indenização por rescisão de contrato de trabalho e por acidente de trabalho e FGTS;
Lucro na alienação de único imóvel de valor até R$ 440.000,00, desde que não tenha sido realizada qualquer outra alienação nos últimos cinco anos;
Rendimentos de LCI - Letras de Crédito Imobiliário;
PLR até o valor anual isento constante da tabela progressiva;
Ganhos líquidos em operações no mercado à vista de ações negociadas em bolsas de valores nas alienações realizadas até R$ 20.000,00, em cada mês, para o conjunto de ações. (G1)




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VEJA COMO RECUPERAR O RECIBO DA DECLARAÇÃO DO IR
18/04/2017 08:40

 

Se você declarou o Imposto de Renda no ano passado, recebeu uma sequência de 12 números que correspondem à identificação de sua declaração. Para declarar as contas à Receita, não é preciso informar o número do recibo, mas ele é necessário para acompanhar o processamento da declaração pela internet e para corrigir dados após a entrega, pela retificação.

Segundo o diretor da Fradema Consultores Tributários, Francisco Arrighi, caso o contribuinte precise resgatar o número do recibo da declaração do Imposto de Renda, é possível obtê-lo através do portal E-cac, no site da Receita Federal, mas é preciso ter nome de usuário e senha previamente cadastradas.

"Para quem tem certificação digital (o chamado CPF eletrônico), basta acessar os sistemas da Receita Federal através deste dispositivo para obter uma segunda via do recibo", afirma Arrighi.

Quem não tiver uma senha cadastrada no E-CAC nem o certificado digital, deve procurar um dos postos da Receita Federal pessoalmente para resgatar o número, acrescenta o diretor da Fradema. (G1)

 



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DÓLAR OPERA EM BAIXA NESTA SEGUNDA-FEIRA
17/04/2017 10:26

 

O dólar opera em baixa nesta segunda-feira (17), com queda de mais de 1% ante o real, com a sinalização do Banco Central de que vai rolar integralmente o vencimento de swap cambial tradicional de maio e os esforços do governo para manter o cronograma de votação da reforma da Previdência no Congresso, segundo a agência Reuters.

O presidente Michel Temer se reuniu na noite de domingo com parlamentares aliados e ministros, uma vez que a proposta de reforma da Previdência poderia correr o risco de atrasar após a abertura de inquérito contra dezenas de integrantes do governo e do Congresso com base nas revelações de delatores da Odebrecht.

Às 9:39, a moeda norte-americana recuava 1,16%, cotada a R$ 3,11. Na sexta-feira (14), o dólar fechou em alta de 0,40%, vendido a R$ 3,1465. Na semana, o dólar perde 0,11%. No mês de abril, contudo, avança 0,49%. No acumulado do ano, a moeda tem desvalorização de 3,17%.

O Banco Central retoma nesta segunda-feira leilão de swap cambial tradicional (equivalente à venda futura de dólares) com oferta de até 16 mil contratos para rolagem do vencimento de maio, que totaliza 6,389 bilhões de dólares. A última vez que o BC fez esse leilão foi no dia 30 de março, com o qual encerrou rolagem parcial do vencimento de abril. (G1)
 



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BOVESPA MOSTRA FRAQUEZA COM CAUTELA POR DESDOBRAMENTOS DE DELAÇÕES
13/04/2017 11:10
 
 
O principal índice da Bovespa recua nesta quinta-feira (13), com investidores evitando grandes movimentos em meio aos desdobramentos das delações no âmbito da operação Lava Jato e véspera de feriado. Às 10h28, o Ibovespa caía 0,22%, a 63.757 pontos.  Na véspera, o Ibovespa caiu 0,73%, a 63.891 pontos. Na semana, a bolsa recua 0,51%. No mês de abril, perde 1,68%. No acumulado de 2017, o índice sobe 6,08% até esta quarta-feira.
 


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MERCADO DE AÇÕES ENSAIA RETOMADA DE IPOS
11/04/2017 08:08

 

Depois de 3 anos de represamentos e desistências de oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), o mercado de ações brasileiro começa a ensaiar uma retomada com uma nova leva de empresas que estão abrindo o seu capital e se listando na B3 – novo nome da bolsa paulista após a fusão da BMF&Bovespa com a Cetip.

De 2014 a 2016, apenas três IPOs foram feitos no Brasil (Ourofino, Par Corretora e Alliar) em meio à maré baixa da economia, enquanto 25 empresas saíram do mercado de ações. Os registros de cancelamento, chamados de ofertas públicas de aquisição (OPAs), bateram recorde em 2016. Foram 13, entre eles os da Arteris, Banco Sofisa, Alpargatas e Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul.

Em 2017, com o início das negociações de ações da Azul na Bolsa, já são 3 IPOs no ano – igualando o número de aberturas de capital registrado nos últimos 3 anos.

A oferta de ações na bolsa de valores é um dos caminhos das empresas para se capitalizarem e conseguirem financiar sua expansão ou pegar recursos para pagar dívidas mais caras, por exemplo. Na prática, os sócios cedem uma parte da empresa a investidores em troca de capital.

Registrada com o nome “Programa Espacial Italiano”, a primeira versão da planilha foi apreendida pela Lava-Jato no e-mail de Fernando Migliaccio, um dos executivos do departamento de propinas da Odebrecht. Delator da Lava-Jato, ele entregou ao MPF outras versões do mesmo documento, com registro de saques feitos ao longo do tempo, o que permitiu aos investigadores da Lava-Jato conhecer, em detalhes, a movimentação. (G1)
 



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IMPOSTO DE RENDA 2017: DICAS PARA DECLARAR INVESTIMENTOS
05/04/2017 08:30


No imposto de renda de 2017, o contribuinte deve declarar investimentos referentes ao ano de 2016. Veja abaixo perguntas e respostas para fazer a declaração de investimentos. Para elaborar as respostas foi ouvido Heber Dionizio, responsável técnico da Contabilizei.

1 . Como incluir os investimentos na declaração?

Os investimentos devem ser informados na ficha “Bens e Direitos” pelo custo de aquisição. As instituições financeiras encaminham os informes de rendimentos com os saldos do ano anterior, e o contribuinte terá que informar estes valores na coluna de 31/12/2016 desta ficha.

Além disso, os investimentos devem ser classificados conforme sua natureza. A poupança, por exemplo, é o item 41. Já investimentos em CDB têm o código 45. Investimentos em empresas (ou seja, participação do contribuinte no capital social de alguma empresa) também devem ser declarados, com o código “32 - Quotas ou quinhões de Capital”.

Já os resultados dos investimentos financeiros são, em sua grande maioria, tributados exclusivamente na fonte e lançados em outra guia. Há diferença entre o lançamento do investimento e dos resultados desse investimento.

Os investimentos financeiros são tributados na fonte - o banco faz o recolhimento e apenas relata aos clientes os valores no informe de rendimentos anual.

2. Quais os tipos de investimentos que devem ser declarados?

Se o contribuinte for obrigado a declarar o imposto de renda, todos os seus investimentos e aplicações deverão ser informados à Receita. Isso inclui os investimentos que a pessoa já possuía, os que adquiriu e os que vendeu durante o ano de 2016. A Receita Federal quer saber por quanto a pessoa adquiriu um bem ou direito e por quanto vendeu.

3. Como declarar ações?

Além de lançá-las na ficha de bens e direitos, o contribuinte receberá o informe de rendimentos dos juros sobre capital próprio que deverão ser informados na ficha de rendimentos sujeitos à tributação exclusiva na fonte, e de dividendos que deverão ser informados na ficha de rendimentos isentos e não tributáveis.
 
Os contribuintes que compraram e venderam ações ainda deverão preencher o anexo de ganho de capital para apuração do imposto de renda sobre os ganhos financeiros, e consolidar este anexo na declaração de imposto de renda.

4. É obrigatório declarar investimentos a partir de qual valor?

A declaração é obrigatória para quem tem bens acumulados acima de R$ 300 mil e outras situações (como rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 e/ou rendimentos isentos acima de R$ 40 mil). Mas mesmo o contribuinte não tendo este valor, se operar, por exemplo, na Bolsa de Valores e tiver obtido ganho, deverá fazer a declaração.

5. Quais os documentos necessários para declarar investimentos?

Os bancos e operadoras fornecem um documento chamado “Informe de Rendimentos”, com os valores discriminados por tipo de investimento. Em alguns casos, é preciso anexar o ganho de capital (para operações de compra e venda de ações), além de notas de corretagem das negociações na Bolsa.

6. Como declarar investimentos feitos em outros países?

No mesmo local onde se declara todos os bens, mas altera-se a localização de “105 – Brasil” para o país foi feito o investimento. No campo da discriminação, é preciso informar o valor na moeda de origem e a data de aquisição, pois na alienação desse investimento haverá a apuração da variação cambial, que estará sujeita ao IR a 15%, e que deverá ser apurada também no anexo do ganho de capital. (G1)
 
 



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BRASILEIRO GASTA 5 MESES DE TRABALHO PARA PAGAR IMPOSTOS
31/03/2017 08:34


A reforma tributária está em pauta no governo, mas pelo que já foi dito até agora, o sinal dado à população é de que não existe intenção em reduzir a carga tributária, pelo contrário, temos o risco de ver uma carga maior no futuro próximo.
 
Além da notícia não agradar a ninguém, isso reforça o peso cada vez maior dos impostos no bolso da população ao longo dos anos. E não falo isso apenas por "sensação" de que a pressão está maior, a carga tributária brasileira realmente vem crescendo de um modo assustador ao longo do tempo.
 
Basta observar o quanto o brasileiro precisa trabalhar por ano para dar conta da carga tributária. Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) mostra a evolução do peso dos tributos ao longo do tempo. Na gestão de Fernando Collor, por exemplo, o brasileiro precisava trabalhar 3 meses inteiros somente para pagar a carga tributária. 
 
Da gestão de Itamar Franco até Fernando Henrique Cardoso, o tempo de trabalho para cobrir a carga tributária cresceu gradativamente para 4 meses. Nos anos entre Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff o tempo de trabalho saltou para 5 meses. Em 2016, o brasileiro precisou trabalhar 5 meses e 1 dia para conseguir arcar com a carga tributária do país. Em comparação à década de 1970, por exemplo, o tempo de trabalho para cobrir os tributos dobrou. Somente entre 2015 e 2016, houve elevação em dez impostos.
 
Do ponto de vista histórico, a cobrança de impostos existe desde os tempos bíblicos. Em tese, a criação visava uma relação de troca que garantisse o bem-estar social. As pessoas pagariam seus tributos ao Estado e, em troca, receberiam o amparo necessário para ter saneamento, segurança, saúde, educação, entre outros.
 
Do ponto de vista teórico, a relação é justa, mas na prática nem todos os países estabelecem isso de uma maneira eficiente. A Dinamarca e a França, por exemplo, estão entre os países que mais cobram tributos da população - a carga, inclusive, supera a do Brasil. No entanto, o retorno desses impostos para a população é muito maior do que aqui.
 
Além de lidarmos com uma carga tributária crescente, o país ainda tem uma péssima qualidade de serviços. Falta investimento em logística para baratear os custos de produção, a qualidade do transporte público é ruim, falta saneamento decente principalmente nas regiões periféricas, falta qualidade na saúde pública e na educação, e a questão da segurança pública é calamitosa. Basta ver a situação da criminalidade em grandes capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, além da crise carcerária que recentemente foi amplamente divulgada pela mídia.
 
Desde o agravamento da crise econômica, o governo bate na tecla de que é preciso aumentar a arrecadação para a retomada da economia. No entanto, com uma das maiores cargas tributárias do mundo e sem o retorno desses tributos para a sociedade, fica difícil acreditar que essa saída é interessante.    (Samy Dana/G1)
 



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CLASSES C, D E E SÃO AS QUE MAIS COMPRAM SEM NECESSIDADE
30/03/2017 10:20

 


Um terço (33%) dos consumidores compra sem necessidade motivado por promoções, especialmente entre as classes C, D e E (35%), entre as mulheres (38%) e as pessoas de 18 a 34 anos (42%). A pesquisa foi realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Ainda com relação a práticas consumistas, 42% dos consumidores que responderam à pergunta costumam comprar parcelado para conseguir comprar tudo o que querem, enquanto 4 em cada 10 (40%) não procuram meios alternativos para economizar em saídas ou baladas, como reuniões em casa ou na casa de amigos.

Apesar de uma parte considerável dos entrevistados admitir ter atitudes consumistas, o estudo indica que a maioria dos consumidores diz adotar práticas colaborativas ou conscientes com o objetivo de economizar. Oito em cada dez (78%) fazem em casa serviços que poderiam ser contratados fora, como cinema, lanches, manicure e pet shop, 74% utilizam transporte coletivo ou caronas (principalmente as mulheres, 80%, e as classes C, D e E, 78%) e 51% vão aos lugares a pé ou de bicicleta para poupar com transporte (sobretudo entre as classes C, D e E, 55%).

Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o mau momento da economia estimula essas atitudes, que são estratégias capazes de fazer com que o orçamento renda mais. “Abrir mão da comodidade de contratar um serviço fora de casa, ou de gastar com algum item supérfluo, pode ser a diferença entre o equilíbrio e o desequilíbrio financeiro. É importante que o consumidor faça a distinção entre o que é necessidade e o que é desejo, e, nesse segundo caso, tenha clareza de quanto ele pode gastar”, afirma. (G1)
 



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DÓLAR CAI À ESPERA DE CONTINGENCIAMENTO E DE OLHO NO EXTERIOR
29/03/2017 09:55
 

 
O dólar opera em queda ante o real, acompanhando o desempenho da moeda no exterior ante divisas de países emergentes enquanto aguarda o anúncio do contingenciamento do Orçamento de 2017 e provável elevação de impostos, no final da tarde, segundo a Reuters.
 
Às 9h09, a moeda norte-americana recuava 0,26%, a R$ 3,1306 na venda. O Banco Central realiza nesta sessão mais um leilão de até 10 mil swaps tradicionais --equivalentes à venda futura dólares-- para rolagem do vencimento de abril. Na véspera, o dólar subiu 0,31%, a R$ 3,139 na venda. Na semana e no mês, a moeda acumula alta de 0,99% e 0,83% em relação ao real, respectivamente. No ano, há queda de 3,41%.



 


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VOCÊ TRABALHA MESMO PARA GANHAR DINHEIRO?
29/03/2017 08:49


Quando um filho questiona por que os pais precisam sair para trabalhar, a resposta segue quase sempre o padrão: “porque eu preciso ganhar dinheiro”. No entanto, será que esta é a real e única razão pela qual acordamos cedo todos os dias, enfrentamos o trânsito e chefes, horários sem flexibilidade e longas horas no escritório? Trabalhamos apenas por dinheiro, ou existem outros fatores que também influenciam a nossa motivação?
 
A psicologia social mostra que a motivação tem duas fontes: a que vem de dentro de nós mesmos (intrínseca) e a que vem de fora (ou extrínseca). A intrínseca, como o nome diz, é o prazer que sentimos ao realizar determinada tarefa, ou o sentido que retiramos dela. Já a extrínseca está relacionada a fatores externos, como salário e status.
 
Em um estudo realizado na Universidade de Chicago, Kaitlin Woolley e Ayelet Fishbach decidiram medir a importância dos fatores intrínsecos e extrínsecos em um lugar interessante: na academia de ginástica. Elas queriam entender por que as pessoas acordam mais cedo para ir malhar. Ela vem do prazer relacionado à atividade física, com a liberação de hormônios e alívio do stress, ou do resultado derivado dela, como um corpo mais sarado e saudável? O que pesa mais: os fatores intrínsecos ou extrínsecos.
 
As duas economistas descobriram que quando as pessoas estão envolvidas em uma atividade, os fatores intrínsecos importam mais. No caso da atividade física, é o prazer sentido durante uma corrida. No entanto, elas viram que quando as pessoas estavam planejando a sua ida para a academia, o que pesava mais na decisão eram os fatores extrínsecos, como o benefício à saúde.
 
“Os resultados da pesquisa mostram que quando estamos no meio de uma tarefa, focamos no prazer que sentimos ao realiza-la. Contudo, ao pensarmos antecipadamente sobre aquela mesma tarefa, tendemos a superestimar a importância dos fatores extrínsecos, como bônus e salário”, comenta o economista Dan Ariely. Segundo ele, este estudo mostra como não sabemos prever o que nos motiva nem o que nos traz felicidade.
 
Ou seja: quando a mãe explica para a filha que precisa trabalhar para ganhar dinheiro, ela acredita mesmo que esta é a razão pela qual trabalha. Todavia, enquanto ela está no meio da jornada de trabalho e envolvida em um projeto extremamente importante para a sua carreira, o que conta mais é o prazer que ela sente ao realizar bem as suas tarefas. (Samy Dana/G1)
 



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LOJAS VIRTUAIS ESTÃO EM ALTA E SÃO OPÇÃO DE NEGÓCIO
27/03/2017 12:22


Em tempos de dificuldade para entrar no mercado de trabalho, a saída para muitos investidores tem sido apostar em lojas virtuais. Em 2016, 48 milhões de consumidores movimentaram R$ 44 bilhões no mercado online brasileiro, segundo a Ebit, empresa que acompanha o varejo digital no país.

A exigência, porém, pode ser ainda maior do que em empresas convencionais. O comerciante Guilherme Jardim trabalhou durante 12 anos com a compra e venda de produtos pela internet. Há três, ele decidiu abrir a própria loja virtual.

Com a experiência adquirida neste período, ele diz que a abrangência do mercado é alta, mas é necessário dedicação e investimento. “A desvantagem é que você tem que investir muito tempo e muita despesa em marketing. [...] Tem que buscar um pouco de conhecimento, e saber que você pode ter desilusões, como ficar muito tempo sem vender”, conta o comerciante.

Segundo a Ebit, o mercado digital no país cresceu 7,4%. A previsão para este ano também é positiva, com crescimento de 12%. Para isso, cursos e informações sobre a área são cada vez mais procurados. (G1)

 



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