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BC E ASSOCIAÇÃO LANÇAM CAMPANHA PELO USO CONSCIENTE DO CARTÃO DE CRÉDITO




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"Eu vou para federal porque o ambiente da política na minha região proporciona um fato inusitado: não tem nenhum candidato da base em Feira"

Zé Neto 
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NOTÍCIAS
 
BC E ASSOCIAÇÃO LANÇAM CAMPANHA PELO USO CONSCIENTE DO CARTÃO DE CRÉDITO
19/10/2017 12:32

 

O Banco Central e a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) lançaram uma campanha educativa sobre o uso consciente do cartão de crédito. Com o lema "Se passar o cartão, não passe dos limites”, a campanha vai focar em usuários de cartão com renda mais baixa.

Ao todo, serão disponibilizados nove vídeos educativos nas redes sociais, sendo que três deles já estão no ar. O restante deverá ser disponibilizado até o fim do mês, informou a Abecs.

O juro do cartão de crédito é o mais alto do mercado. Em agosto, segundo dados do BC, a taxa média foi de expressivos 397,4% ao ano.

Especialistas recomendam o pagamento de toda a fatura, de modo a não entrar no crédito rotativo, e que os clientes substituam o cartão por linhas mais baratas, como o consignado, em que as prestações do empréstimo são descontadas da folha de pagamento. (G1)

 



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BRASILEIRO SE DIZ CAUTELOSO AO GASTAR, MAS NÃO PLANEJA
16/10/2017 13:49


Cair na tentação e gastar com algo que não precisava ou até mais do que poderia é o principal motivo que leva a maioria das pessoas a não conseguir fazer poupança para usar em situações inesperadas ou para ter renda extra no futuro. O curioso é que, de acordo com uma pesquisa realizada pela Anbima, associação que representa entidades do mercado de capitais no País, oito em cada dez brasileiros reconhecem a importância de fazer essa reserva, porém mais da metade da população não começou a guardar dinheiro.
 
O levantamento também mostra que a maioria dos brasileiros até se considera cuidadosa na hora de controlar os gastos, mas, na contramão, quase 60% das pessoas assumem que não gostam de se planejar e que preferem esperar as coisas acontecerem para só então tomarem alguma atitude.
 
As respostas obtidas pela pesquisa brasileira refletem a análise proposta pelo estudo que garantiu o Prêmio Nobel de Economia de 2017 ao norte-americano Richard Thaler.
 
Um dos pais da economia comportamental, em que a psicologia se une à ciência econômica, Thaler propõe os conceitos da "contabilidade mental", na qual explica de que forma as pessoas simplificam as decisões financeiras, tornando-as menos racionais do que se imaginava.
 
Os estudos de Thaler mostram como a falta de autocontrole, em que as tentações de curto prazo sabotam o planejamento de longo prazo, como uma reserva mensal de dinheiro para a aposentadoria acaba trocada pela parcela de financiamento de um carro, por exemplo.
 
"A teoria da economia comportamental trata o dinheiro de forma muito mais próxima da nossa realidade. Não dizendo como deveríamos agir, mas como, de fato, agimos", descreve a planejadora financeira e professora Paula Sauer, da Planejar. (Estadão)
 
 



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PORTARIA ALTERA REGULAMENTO DO PROGRAMA TESOURO DIRETO
09/10/2017 10:32


A Secretaria do Tesouro Nacional publicou no Diário Oficial da União (DOU) alterações no regulamento do Programa Tesouro Direto. As regras têm por objetivo disciplinar as atividades da B3, de agentes de custódia, de investidores relacionados à compra, venda, liquidação e custódia de títulos públicos federais no Tesouro Direto, e do próprio Tesouro Nacional. As mudanças constam de portaria da Subsecretaria da Dívida Pública e já estão em vigor. (Estadão)

 



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EMPRESAS TAMBÉM PODEM SACAR FGTS
06/10/2017 10:06


Poucos empresários sabem, mas a Caixa guarda em seus cofres um volume de recursos que pode ser resgatado por empresas que depositaram o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) entre 1966 (criação do FGTS) e 1988 (Constituição) para trabalhadores que optaram por não receber o fundo.
 
Mesmo que não optassem - decisão extinta na Constituição de 1988, quando o FGTS foi estendido para todos os trabalhadores -, as empresas eram obrigadas a depositar 8% do pagamento dos seus funcionários em uma conta denominada individualizada, e não na conta vinculada, onde é depositado no FGTS convencional.
 
Quem não optasse pelo benefício ganhava estabilidade no emprego ao completar dez anos de trabalho. A conta individualizada do FGTS foi criada quando as empresas passaram a demitir as pessoas com nove anos de casa, evitando assim o depósito do FGTS e a estabilidade. Para proteger o trabalhador, o governo obrigou o depósito na conta individualizada.
 
Nas contas do advogado Marcello Luna, do escritório Luna Freire e Oliveira Advogados Associados, o saldo na Caixa da conta individualizada gira em torno dos R$ 3 bilhões, recursos que serão incorporados ao patrimônio do banco se não for resgatado no prazo de um ano." (Estadão)

 



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17% DAS EMPRESAS BAIANAS NÃO SOBREVIVEM MAIS QUE UM ANO
04/10/2017 10:22

 

 
Das 226.238 unidades locais de empresas ativas existentes na Bahia em 2015, 82,8% eram sobreviventes, ou seja, 187.323 estavam em atividade pelo menos há um ano. Esse percentual praticamente não se alterou em relação ao verificado em 2014 (82,7%) e significa que cerca de 17% das empresas na Bahia não sobrevivem nem um ano. Essa taxa de mortalidade está próxima à média nacional: no país como um todo, cerca de 16% das empresas fecharam de 2014 para 2015.
 
Santa Catarina (87,3%), Rio Grande do Sul (85,9%), Minas Gerais (85,6%), e Espírito Santo (85,5%) são os estados com as maiores taxas de sobrevivência. Por outro lado, Amazonas e Amapá (ambos com 76,7%), Roraima (79,8%) e Maranhão (78,9%) registraram as menores.
 
As empresas sobreviventes são responsáveis por mais de 95% do emprego empresarial tanto no Brasil como um todo (concentram 96,4% das 33,6 milhões de pessoas ocupadas assalariadas nas unidades empresariais) quanto na Bahia (representam 95,1% do 1,5 milhão de ocupados assalariados em empresas).

Das unidades empresariais na Bahia em 2015, 17,2% (38.915) entraram em atividade naquele ano. Os dados são do estudo Demografia das Empresas 2015, divulgado hoje (4/10) pelo IBGE.

 



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ABONO SALARIAL DO PIS/PASEP PODE SER CONSULTADO POR APLICATIVO
27/09/2017 14:41


O Ministério do Trabalho lançou um aplicativo para celulares para a consulta ao saque do Abono Salarial do PIS/Pasep – Ano Base 2015. Segundo levantamento da Coordenação do Abono Salarial do MTb, mais de 1,46 milhão de pessoas ainda não sacaram os recursos disponíveis, que chegam a R$ 1,018 bilhão.
 
O prazo para os saques, que terminaria no dia 30 de junho, foi prorrogado e vai até 28 de dezembro deste ano. O aplicativo está disponível para o sistema operacional Android, e pode ser baixado na Playstore. A consulta individual também pode ser feita pelo link: verificasd.mtb.gov.br/abono .
 
O volume já retirado, contando todo o calendário de pagamento, iniciado em 2016, chega a R$ 15,99 bilhões. Foram beneficiados 24,26 milhões de trabalhadores, o equivalente a 93,98% do total previsto.
 
A decisão de prorrogar o prazo para a retirada do Abono Salarial de 2015 foi anunciada pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), no final de junho. Pela decisão, tem direito ao dinheiro quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos; trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2015, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos; e teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais). (Agência Brasil)

 



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SUPER-RICOS PAGAM MENOS TRIBUTOS QUE OS MAIS POBRES, DIZ ESTUDO
25/09/2017 10:06

 
 

A população 10% mais rica do Brasil paga uma parcela menor de sua renda com tributos que os 10% mais pobres, mostra um estudo sobre desigualdade divulgado nesta segunda-feira (25) pela organização não-governamental britânica Oxfam.

A parcela mais pobre da população gasta 32% de tudo o que recebe em tributos, enquanto quem está no topo da pirâmide destina apenas 21% de sua renda para pagar impostos, segundo o relatório “A Distância que nos Une – Um Retrato das Desigualdades Brasileiras".

No Brasil, os que ganham renda mais baixa também são os que pagam mais impostos indiretos (cobrados sobre produtos e serviços): 28% da renda dos mais pobres é consumida para este fim, enquanto que os mais ricos pagam somente 10% dos ganhos neste tipo de imposto.

Os negros e as mulheres são os mais penalizados por essa diferença, mostra o estudo da Oxfam, já que eles somam três de cada quatro brasileiros na faixa mais desfavorecida de renda. Na outra ponta, os homens brancos representam dois em cada três dos 10% mais ricos do Brasil. (G1)

 



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SIMPLES NACIONAL INCENTIVOU A CRIAÇÃO DE EMPRESAS
15/09/2017 08:38

 

 
Entre os anos de 2007 e 2016, o número de empreendimentos de pequeno porte no Brasil passou de 2,5 milhões para 11,6 milhões, ou seja, uma média de crescimento de quase um milhão de pequenos negócios por ano. De acordo com estudo do Sebrae, a expectativa é que o empreendedorismo continue em ascensão, e que, em 2022, existam no país 17,7 milhões de microempreendedores individuais (MEI) e de micro e pequenas empresas.
 
O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, explica que a criação do Simples Nacional, que completa dez anos de implementação em julho, foi fator essencial para o aumento do empreendedorismo no Brasil. “A desburocratização e a redução da carga tributária estimularam a formalização de empreendimentos que já existiam e fez com o que brasileiro pudesse tornar realidade o sonho de ser dono do seu próprio negócio”, ressalta o presidente.
 
O estudo realizado pelo Sebrae detectou que a proporção de donos de negócios não formalizados em relação aos formalizados tem diminuído ano a ano, desde que o Simples Nacional foi implantado. Em dezembro de 2007, o Brasil possuía 22,7 milhões de donos de negócios, mas só 11% (2,5 milhões) tinham um negócio formal.  Até o final deste ano, o número de empreendedores formalizados corresponderá a 50% dos 26,1 milhões de donos de negócios, e até 2022, esse número irá saltar para 63% de um universo de 28 milhões.
 
Afif também destaca que o aumento de formalizações gera um impacto direto nos cofres públicos. A participação do Simples Nacional na arrecadação total dos tributos federais quase que dobrou no período de 2007 e 2016, passando de 4,2% para 7,9%. “Desconheço qualquer outro segmento da economia que tenham dobrado a participação na arrecadação. Quando o Simples foi criado, houve muita gente alegando que os governos iriam perder receita. Hoje, temos a prova de que quanto mais simplificamos e diminuímos a carga tributária, mais arrecada-se e formaliza-se”, realça o presidente do Sebrae. Em 2008, o Simples arrecadou R$ 41 bilhões, já no ano passado, esse valor saltou para R$ 73 bilhões.
 
O Simples Nacional surgiu com a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, aprovada em 2006, e entrou em vigor em julho de 2007. Esse sistema tributário é um regime unificado (União, estados e municípios) de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos, destinado às micro e pequenas empresas, que pagam em um único boleto oito impostos: ICMS, ISS, Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, IPI, Contribuição Social de Lucro Líquido (CSLL), Cofins, PIS/PASEP e a Contribuição Patronal Previdenciária.

 



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LIBERAÇÃO DO PIS-PASEP PARA IDOSOS SERÁ AUTOMÁTICA
14/09/2017 08:09

 
Resolução publicada no “Diário Oficial da União” de terça-feira (12) estabelece que a liberação dos R$ 15,9 bilhões para cerca de 7,8 milhões de idosos cotistas do Fundo PIS/Pasep que tenham 62 anos ou mais no caso das mulheres e 65 anos ou mais no dos homens será feita automaticamente, sem necessidade de solicitação nem apresentação de documentos que comprovem direito ao saque.

A liberação do dinheiro seguirá um calendário de pagamento, assim como ocorreu com as contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que injetou neste ano cerca de R$ 44 bilhões na economia.

O calendário de saques começa em outubro. Em junho de 2016, o saldo médio por cotista era de R$ 1.187, sendo que a maioria deles possuía ao menos R$ 750 a ser resgatado. O cronograma de liberação do dinheiro irá até março de 2018 e será definido pela Caixa Econômica Federal, quanto ao PIS, e pelo Banco do Brasil, quanto ao Pasep. (G1)

 



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JUROS DEVEM CAIR E DERRUBAR A POUPANÇA
05/09/2017 08:15


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central inicia hoje a reunião de dois dias que vai definir o novo nível da Selic (a taxa básica de juros da economia), atualmente em 9,25% ao ano. Com os índices de inflação acomodados e a atividade ainda em marcha lenta, a expectativa dos economistas do mercado é de mais um corte de 1 ponto porcentual da taxa, para 8,25% ao ano.
 
Entre 54 instituições financeiras consultadas pelo Projeções Broadcast, todas esperam por um corte desta magnitude nesta quarta-feira, quando termina o encontro do Copom. Os 8,25% para a Selic, se confirmados, representarão a menor taxa de juros desde julho de 2013, quando estava em 8% ao ano.
 
O corte de 1 ponto porcentual da Selic vai disparar o gatilho de mudança na remuneração das cadernetas de poupança. Pelas regras atuais, quando a Selic for igual ou menor que 8,5% ao ano, a remuneração da poupança corresponde a 70% da taxa básica. Com a Selic acima de 8,50% - o que se vê até agora -, a poupança é corrigida pela taxa referencial (TR) mais 0,5% ao mês.
 
O mecanismo que vincula a poupança à Selic não é utilizado desde o segundo semestre de 2013. Criado durante o governo de Dilma Rousseff , essa regra serve para evitar a transferência em massa de recursos atualmente aplicados em fundos de renda fixa para a caderneta. Isso foi feito porque a queda da Selic torna estes fundos menos atrativos que a poupança. Uma migração poderia quebrar a indústria de fundos.
 
Nos comunicados mais recentes do Banco Central, as sinalizações também foram no sentido de continuidade no ritmo de corte da Selic, de 1 ponto porcentual. Porém, as preocupações em torno do andamento das reformas no Congresso - em especial, a da previdência - ainda permanecem. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 



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POUPANÇA DEVE PASSAR A RENDER MENOS A PARTIR DE 7 DE SETEMBRO
30/08/2017 08:20


Os depósitos em poupança feitos a partir de maio de 2012 podem passar a ter rendimento menor a partir de 7 de setembro se a expectativa do mercado financeiro se confirmar e o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, reduzir os juros abaixo de 8,5% em sua próxima reunião, na semana que vem.

Uma regra em vigor desde maio de 2012 prevê um corte nos rendimentos da poupança quando os juros básicos da economia, a chamada taxa Selic, caem abaixo de 8,5%. Nessa situação, a correção anual das cadernetas fica limitada a um percentual equivalente a 70% da Selic, mais a Taxa Referencial, calculada pelo BC.

Hoje, os juros básicos estão em 9,25% ao ano. A previsão do mercado financeiro é que o Copom mantenha o ritmo de corte de 1 ponto percentual das reuniões anteriores e baixe a Selic a 8,25% no próximo dia 6.

Se isso acontecer, a partir do dia 7 de setembro a regra de corte de rendimentos começaria a valer e a correção da poupança passaria a ser de 70% de 8,25%, o equivalente a 5,77%, mais Taxa Referencial.

O rendimento da poupança pode ficar ainda menor caso o Copom promova novos cortes na Selic nos próximos meses - analistas consultados pelo BC estimam que os juros básicos terminem 2017 em 7,25% ao ano.

A regra atinge apenas depósitos feitos em contas poupança a partir de 4 de maio de 2012. No fim do ano passado, dado mais recente, o país tinha mais de 148 milhões de contas poupança ativas, que concentravam R$ 658 bilhões. Em julho deste ano, o valor já havia subido para R$ 681 bilhões. (G1)

 



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FUNDO QUE UNE AÇÕES E RENDA FIXA É OPÇÃO PARA COMEÇAR A ARRISCAR
28/08/2017 10:39


Considerados como a porta de entrada para a renda variável, os fundos multimercados vão se consolidando como os queridinhos do investidor que não se contenta mais com a rentabilidade dos CDBs e títulos do Tesouro Direto. Apenas nos primeiros sete meses do ano, os fundos registraram captação líquida de R$ 48,5 bilhões, 143,5% mais do que todo o ano de 2016, quando foram levantados R$ 19,9 bilhões.
 
Essa opção de investimento mistura em um mesmo pacote renda fixa, ações ou moedas, e com ela é possível obter retornos maiores do que apenas com a renda fixa.
 
O motivo para essa procura é o desempenho da aplicação. Ao longo dos últimos anos, o Índice Ibovespa, principal referência no mercado brasileiro de ações, teve diversos altos e baixos, mas muitos fundos multimercados conseguiram gerar ganhos sem passar por esses percalços. "É possível tomar mais risco evitando toda a volatilidade que esses índices sugerem", diz o economista da Rio Bravo, Eduardo Levy.
 
Para o professor de finanças da FGV, William Eid, a dica é poupar um pouco mais para conseguir entrar em fundos maiores. O especialista destaca os fundos multimercado da Verde Asset e o da Garde D'Artagnan, ambos com perfis mais agressivo e aporte mínimo de R$ 50 mil.
 
Professora de finanças do Insper, Juliana Inhasz recomenda olhar as taxas de retorno nos últimos seis ou oito meses e comparar como o fundo se comportou. "Fundos que registram boa performance geralmente têm boa gestão, mas também têm taxas maiores", conta. O problema, segundo a professora, é que esses investimentos são mais sensíveis ao cenário econômico e também requerem sangue frio. (Estadão)

 



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TESOURO DIRETO SUPERA 1,5 MILHÃO DE INVESTIDORES CADASTRADOS EM JULHO
25/08/2017 12:01


O Tesouro Direto, programa criado em janeiro de 2002 e que permite que pessoas físicas comprem títulos públicos pela internet, via banco ou corretora, superou a marca de 1,5 milhão de investidores cadastrados em julho deste ano. A informação é da Secretaria do Tesouro Nacional.

O aumento de investidores inscritos no programa no mês passado foi de 54.698, elevando o número de participantes inscritos de 1.485.238 em junho para 1.539.936 em julho, o que representa um crescimento de 73,9% acumulado nos últimos 12 meses.

Já o número de investidores considerados "ativos" somou 520.624 pessoas em julho deste ano, com um aumento de 12.970 investidores somente no mês passado. Em doze meses, esses aplicadores cresceram 61,9%.

Segundo o Tesouro Nacional, as aplicações no Tesouro Direto atingiram R$ 1,37 bilhão em julho, ao mesmo tempo em que os resgates totalizaram R$ 1,06 bilhão, sendo R$ 987,2 milhões relativos às recompras e R$ 73,2 milhões, aos vencimentos.

"O título mais demandado pelos investidores foi o indexado à taxa Selic (Tesouro Selic), cuja participação no volume total de investimentos atingiu 43,1%. Os títulos indexados ao IPCA (Tesouro IPCA+ e Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais) corresponderam a 37,2% do total e os prefixados (Tesouro Prefixado e Tesouro Prefixado com Juros Semestrais), a 19,7%", informou o governo.

Já o saldo total (estoque) de títulos em mercado alcançou o montante de R$ 47,3 bilhões em julho, um aumento de 1% em relação a junho (R$ 46,7 bilhões) e de 42,3% quando comparado com o junho de 2016 (R$ 32,8 bilhões). Na comparação com julho de 2016 (R$ 34,2 bilhões), o aumento foi de 38,5%.

O aumento do interesse dos investidores pelo Tesouro Direto acontece apesar do aumento do interesse da poupança - que acontece por conta do processo de queda dos juros básicos da economia, atualmente em 9,25% ao ano, o menor nível em quatro anos.

O investimento no Tesouro Direto pode ser uma boa opção para quem não tem muito dinheiro, mas busca um investimento de médio e longo prazos. Ao investir em títulos públicos, a pessoa se torna credora, emprestando dinheiro para o governo. Em troca, recebe juros. (G1)

 



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JUROS CAEM, MAS TAXA CONTINUA ALTA PARA EMPRÉSTIMOS E FINANCIAMENTOS
21/08/2017 10:00

 


O consumidor que toma dinheiro emprestado ainda sente pouco os efeitos da redução da taxa básica de juros, a Selic, hoje em 9,25% e com perspectiva de chegar a 7,5% até o fim deste ano.
 
Segundo os dados mais recentes do Banco Central, em junho do ano passado, quando a Selic ainda estava em 14,25% ao ano, as taxas médias de juros no crédito consignado - a linha mais barata de financiamento pessoal - estavam em 29,4% ao ano, sendo 2,2% ao mês. Um ano depois, com o juro básico a 10,25% (a taxa só caiu para 9,25% no fim de julho), a taxa a que o consumidor tem acesso na boca do caixa recuou pouco, para 27,4% ao ano, sendo 2,0% ao mês.
 
A maior redução foi vista no crédito sem garantia, em que as taxas médias passaram de 128,2% ao ano (7,1% ao mês) para 125,0% ao ano (7,0% ao mês), na mesma comparação. Para veículos, essas taxas saíram de 26,0% ao ano (1,9% ao mês) e foram a 24,0% ao ano (1,8% ao mês) no mesmo período. No caso dos imóveis, as taxas médias para financiamentos com recursos da poupança e do FGTS foram de 11,2% ao ano (0,9% ao mês) para 9,2% ao ano (0,7% ao mês), na mesma base.
 
O repasse mais lento dessa redução, explicam os especialistas, acontece por conta do ainda incerto cenário econômico. Segundo o economista Maurício Godoi, da Saint Paul Escola de Negócios, esse ritmo deve continuar nos próximos meses, até que a economia dê sinais mais claros de recuperação e o governo ajuste suas contas. "A aprovação da reforma da Previdência deve oferecer um sossego maior aos bancos, que passarão paulatinamente a emprestar mais dinheiro", ele diz.
 
E se por um lado a oferta é cara e escassa, por outro, a demanda também permanece pequena. Segundo a Boa Vista SCPC, a procura por crédito caiu 0,7% no primeiro semestre, mas ficou estável em junho na comparação com o mesmo mês do ano passado. "Quem tem dívida com um banco está tentando pagá-la em primeiro lugar", diz Yan Cattani, economista do birô de crédito.
 
Além disso, muitas pessoas estão tentando trocar uma dívida mais cara por outra mais barata, aponta Ricardo Kalichsztein, presidente da plataforma Bom Pra Crédito - que reúne mais de 25 bancos e fintechs e recebe cerca de 350 mil solicitações de crédito por mês. Ele nota a procura por empréstimos de até R$ 3 mil por um consumidor endividado, mas sem restrições no CPF. (Estadão)

 



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8% DOS BRASILEIROS AINDA UTILIZAM CHEQUE PRÉ-DATADO
17/08/2017 12:18


Na hora de ir às compras, nem só do cartão de crédito vivem os brasileiros. Embora a aceitação e a popularidade deste meio de pagamento sejam significativas, há outras modalidades que também despertam a atenção dos consumidores.

Um levantamento realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em todas as regiões do país revela que 8% dos brasileiros ainda utilizam cheque pré-datado para realizar compras. Na média, o cheque é utilizado nove vezes por ano entre seus usuários e os produtos que os brasileiros mais têm adquirido via talão de cheque são alimentos em supermercados (34%), materiais de construção (20%) e móveis (18%).
 
Ter prazo para pagar (28%), fazer compras mesmo quando não se tem dinheiro (23%) e a possibilidade de parcelar o valor do bem ou serviço adquirido (12%) são os fatores que mais levam essa pequena parcela de consumidores a continuar se utilizando do cheque como meio de pagamento.
 
O levantamento ainda revela que dentre aqueles que utilizam o pré-datado no ato das compras, quase a metade (49%) teve a iniciativa de fazer a solicitação ao banco, enquanto 29% aceitaram uma oferta da instituição financeira. Para 50%, a contratação teve como finalidade se preparar para algum imprevisto, ao passo que 12% o contrataram para quitar alguma dívida.
 
Resistindo às formas de controle de gastos mais modernas, como aplicativos no celular, os consumidores que utilizam cheque pré-datado têm como principal mecanismo a anotação em canhoto (42%) ou em papel, caderno ou agenda (23%). Apenas 21% fazem os registros em alguma planilha no computador. No total, 86% dos usuários de cheque garantem fazer algum tipo de controle quando usam esse meio de pagamento, contra 11% que não dão importância ao tema.
 
Outra modalidade de crédito que se mostra ainda mais usual é o famoso carnê. De acordo com a pesquisa do SPC Brasil e da CNDL, 26% dos consumidores brasileiros têm o costume de fazer compras no crediário, especialmente as mulheres (31%) e os residentes do interior (29%).
 
Assim como no caso do cheque pré-datado, a principal motivação para adquirir o crediário é a possibilidade de fazer mais compras (32%), seguida de alguma necessidade ou imprevisto (21%) e do fato de não haver burocracia para adquirir (19%). Em média, cada entrevistado possui de uma a duas compras atualmente realizadas no crediário.
 
 



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22% DOS INTERNAUTAS TÊM O HÁBITO DE COMPRAR EM SITES E APLICATIVOS DE DESCONTOS
15/08/2017 10:13

  

Com o aumento no número de usuários de smartphones, é comum encontrar quem acessa sites ou aplicativos de ofertas e descontos para fazer compras.  Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 22% dos consumidores brasileiros que realizaram alguma compra pela internet no último ano, possuem o hábito de utilizar sites e aplicativos de descontos.
 
De acordo com o levantamento, pratos em bares e restaurantes (48%), comidas delivery (39%) e itens de vestuário, calçados e acessórios (33%) são os produtos mais comprados em sites ou aplicativos exclusivos de oferta de descontos. Em média, o valor das compras realizadas nestes sites é de R$ 246.
 
Segundo o educador financeiro do SPC Brasil e do Meu Bolso Feliz, José Vignoli, por mais que os descontos sejam de fato bons, os consumidores têm que tomar cuidado para não exagerarem nas compras. “Com a grande quantidade de produtos ofertados com preços tentadores e as notificações no celular a cada momento lembrando das ofertas, fica difícil controlar a ansiedade e evitar a compra desnecessária, mas isso tem que ser feito para que o orçamento não seja comprometido com aquisições supérfluas”, indica o especialista. “O consumidor tem que refletir antes de adquirir um produto, pois o simples fato de haver desconto não significa que seja um bom negócio. O melhor a fazer é comprar de forma planejada e checar a possibilidade de reembolso no caso da não utilização do cupom de desconto.”
 
Na comparação com os anos anteriores, 52% consideram ter diminuído a frequência de compras nesses sites e aplicativos e 25% mantiveram a mesma quantidade. Seis em cada dez entrevistados (61%) usufruíram de todos os cupons e/ou descontos adquiridos, mas 40% já deixaram de utilizar algum. Entre os produtos que foram comprados e não utilizados estão: passagens (27%), pacotes de viagem (25%) e cursos (23%). O principal motivo para deixar de usar o cupom/desconto é a expiração do prazo (43%).
 
Já entre os que utilizaram ao menos um dos cupons adquiridos, 78% ficaram satisfeitos com os produtos e serviços, ao contrário dos 22% que não ficaram. Para estes, o principal problema foi o atendimento do lugar, que deixou a desejar.


 



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VALE A PENA ANTECIPAR A RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA NOS BANCOS?
08/08/2017 10:14


Depois de entregar a declaração do Imposto de Renda, muitos brasileiros aguardam com ansiedade o depósito da restituição do imposto. O problema é que ninguém sabe se vai estar no primeiro ou no último lote de pagamentos.

O prazo para declarar o IR em 2017 acabou no dia 28 de abril. Como o dinheiro da restituição não tem data certa para cair na conta, os bancos oferecem linhas de crédito de antecipação desses valores. Mas precisa ficar claro: essa antecipação é um empréstimo que envolve juros.

 “A antecipação do IR é um tipo de empréstimo que usa a restituição como garantia. A ideia é receber o valor restituído de maneira antecipada e pagar uma taxa de juros por isso", disse a economista-chefe do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), Marcela Kawauti.

Como todo empréstimo, a antecipação do IR tem riscos. Um deles é o contribuinte cair na malha fina e não receber o dinheiro da restituição neste ano. Em casos assim, o pagamento é feito só depois que o contribuinte regularizar a situação com a Receita Federal. Ou seja, ele pode não receber a restituição neste ano, mas terá que pagar a dívida com o banco.

Vale a pena?

Os economistas dizem que essa antecipação só vale a pena para os contribuintes que estão precisando com urgência do dinheiro. Ou seja, para quem está endividado e pagando taxas mais altas de juros do que as oferecidas pelos bancos nessa linha de crédito. Se a pessoa estiver decidida a fazer o empréstimo, o ideal é pesquisar e comparar as taxas que são cobradas por cada um dos bancos.

“A antecipação da restituição do IR deve ser sempre usada em caso de necessidade. Entre os motivos que justificam estão o pagamento de dívidas em atraso, e nos casos em que a compra é inadiável“, afirmou a economista do SPC Brasil. (G1)


 



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EURO ATINGE MÁXIMA DE DOIS ANOS E MEIO ANTE O DÓLAR
02/08/2017 12:21


O euro atingiu nova máxima de 2 anos e meio em relação ao dólar nesta quarta-feira (2), com os investidores fazendo apostas longas na moeda única embora alguns analistas aconselhem cautela, pois alguns sinais, como as diferenças de taxas de juros, estão emitindo um sinal de alerta.

O euro atingiu rapidamente a marca de US$ 1,186, máxima desde janeiro de 2015. Às 10h30 (horário de Brasília), a moeda única tinha alta de 0,22%, a US$ 1,182, enquanto o dólar rondava a estabilidade ante uma cesta de moedas, com leve recuo de 0,03%.

"Vemos uma recuperação do dólar no quarto trimestre, já que as expectativas do mercado estão baixas agora, por isso pode não levar muito tempo para vermos alguma melhora", disse o chefe de pesquisa europeia de câmbio do Bank of Tokyo-Mitsubishi, Derek Halpenny.

A fraqueza do dólar neste ano foi impulsionada pela queda constante do otimismo sobre os planos de estímulo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e das menores expectativas de que o Federal Reserve, banco central do país, alongue a política de aumento dos juros nos próximos meses. (Reuters)


 



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NORTE E NORDESTE AUMENTAM PARTICIPAÇÃO NO TESOURO DIRETO
31/07/2017 10:25


O investimento em títulos do Tesouro Direto está ganhando mais espaço fora das regiões Sudeste e Sul do País - que tradicionalmente têm mais acesso a informações e serviços financeiros. Entre os quase 1,5 milhão de CPFs cadastrados no programa, o público do Norte e do Nordeste vem, aos poucos, aumentando sua fatia no bolo.
 
Apesar de ainda engatinhar, a participação dos investidores do Norte do País passou de 1,8%, em junho do ano passado, para 2,3%, no mesmo mês deste ano. Em junho de 2015, a proporção era de 1,5%. Já a fatia do Nordeste, que encerrou junho em 9,3%, era de 8,1% em junho de 2016, e de 7,4%, no mesmo mês de 2015.
 
No Centro-Oeste, a proporção era de 7,4%, em junho de 2015, ficou estável no ano seguinte e passou a 7,6%, em junho deste ano. No Sudeste, na mesma base, a fatia foi de 69,2% para 68,4% e depois para 66,5%. No Sul, passou de 14,6% para 14,3%, e depois subiu para 14,4%. O total de investidores no País, que era de pouco mais de 520 mil CPFs cadastrados em 2015, quase triplicou nos últimos dois anos.

"A participação das regiões Norte e Nordeste vem aumentando tanto em investidores cadastrados quanto em ativos", diz Lena Oliveira de Carvalho, coordenadora de planejamento estratégico da Dívida Pública. A diferença entre o número de pessoas que se inscrevem na plataforma do Tesouro e as que aplicam dinheiro, porém, segue grande. Em junho, por exemplo, o número de investidores ativos era de pouco mais de 500 mil. (Estadão)

 



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MAIORIA DOS BRASILEIROS QUE TEM CHEQUE ESPECIAL DESCONHECE AS TAXAS DE JUROS
27/07/2017 10:05


Ao lado do cartão de crédito, o cheque especial é uma das modalidades de crédito mais conhecidas e utilizadas pelos brasileiros. A partir da análise da vida financeira e do perfil de renda do cliente, os bancos estipulam um limite de crédito, que fica à disposição na conta corrente do cliente. As altas taxas de juros da modalidade, no entanto, seguem desconhecidas por grande parte de quem a utiliza. De acordo com uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 26% dos consumidores possuem cheque especial disponível para uso no banco, mas 51% destes não sabem os juros cobrados.
 
O levantamento mostra que 32% buscaram alternativas de crédito antes de recorrer ao cheque especial, mas não conseguiram. “Com taxas que ultrapassam 300% ao ano, as dívidas no cheque especial crescem muito rapidamente. O consumidor só deve utilizar em caso de emergência e por um curto período, com a consciência de que, quanto mais tempo ficar no negativo, maior será o custo financeiro”, analisa a economista-chefe do SPC Brasil. “Caso se depare com alguma emergência, o consumidor deve analisar se há outras soluções de crédito com taxas menores, como o empréstimos pessoais e o consignado”, afirma.
 
Imprevistos como doenças e medicamentos são, de fato, os principais motivos para quem utiliza o cheque especial. De acordo com a pesquisa, 31% desses entrevistados usaram por esse motivo. Já 20% utilizaram para cobrir imprevistos com a manutenção de automóveis e 20% devido a um descontrole no pagamento de contas.
 
Dentre os que possuem cheque especial disponível para uso, a maior parte (37%) nunca o utilizou e 30% o utilizam frequentemente, a cada três meses – a média geral de utilização entre os entrevistados que possuem é de seis vezes ao ano. Para Kawauti, o cheque especial pode, de certa forma, iludir o consumidor, que acaba pagando caro pela facilidade, praticidade e disponibilidade do recurso: “O consumidor tem de ter clareza de que aquele recurso incorporado ao seu saldo bancário não é seu. Se usar, terá de devolver, e pagando juros altíssimos, afinal, se trata de um empréstimo.”

 



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